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Portugal, minha terra.

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03.02.16

Ossos de um insigne vila-condense

aquimetem, Falar disto e daquilo

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Há quatro anos, em 2012, a propósito deste saudoso e ilustre amigo, escrevi: "Faz um ano, no dia 08 de Fevereiro, que faleceu em Lisboa, onde residia, o Dr. Primo Casal Pelayo, que foi professor, director e proprietário do Externato Latino Coelho, na freguesia de Santa Maria de Belém. Natural de Fajozes, Vila do Conde, foi no colégio de São José, da família Pelayo, que iniciou a sua notável carreira de formador e educador de várias gerações que ainda hoje recordam com saudade o Colégio dos Pelayos, da rainha do Ave. Em Lisboa muitos foram, e são, também, os que ficaram gratos ao Dr. Primo Pelayo e ao colégio de que foi dono, gestor e professor exímio, na Rua da Junqueira.

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Sempre que posso costumo visitar a campa onde, no Cemitério de Benfica, repousam os seus restos mortais; mormente na data do falecimento. Este ano faz cinco anos que deixou o mundo dos vivos, as autarquias que até com os mortos fazem dinheiro, não sei o que a de Lisboa vai fazer da sua ossada. Que ao menos avise os familiares ou a Junta de Freguesia de Fajozes, antes de atirar com ela para a bala comum. São ossos de um insigne vila-condense, e autor da Ermida do Monte Farinha, a quem também muito deve Mondim de Basto.

15.04.14

São Simão da Junqueira

aquimetem, Falar disto e daquilo

 Foi o Doutor Armando Palavras quem me chamou atenção de que no concelho de Vila do Conde também existia culto graciano numa das suas aldeias rurais. De pronto agradeci e procurei pesquisar o suficiente para fazer um breve esboço acerca do que encontrei escrito e sirva de noticia. Conheço a Junqueira desde os meus 14 anos, quando de Nine fui muitas vezes em bicicleta à Povoa de Varzim, mas longe de imaginar que também Nossa Senhora da Graça fosse ali cultuada. Tão pouco me lembro de alguma vez o ouvir dizer ao autor da Ermida do Monte Farinha, Dr. Primo Casal Pelayo, que era vizinho da Junqueira, era da freguesia de Fajozes. Mas afinal é, e com seu altar situado no lugar de Lamelas, freguesia da Junqueira.

A Junqueira é uma paróquia muito antiga que já consta no “Censual do séc. XI”, com a designação de “Sancto Simeon” da Terra de Vermoim de Jusão, e ao que se diz, fundada em terras de D. Paio  Guterres, fundador do Castelo de Leiria, que o rei D. Afonso Henriques coutou e doou ao Arcediago para manutenção do Mosteiro dedicado aos Apóstolos Simão e Judas Tadeu. Do Convento “que o regime comendatário – 1516 a 1595 – lapidou em proveito individual, foi depois á custa da venda dos bens do Mosteiro que se construiu a atual igreja, dos finais do séc. XVII e que entronca nesse mosteiro que esteve confiada aos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, grandes promotores do culto graciano. A eles se deve a construção da Cerca, o Retábulo da Capela-Mor e a Capela de N.S. da Graça. Se a capela tem imagem antiga e festa anual, não descobri, mas que no dias 28 e 29 de Dezembro de 2013, o lugar de Lamelas esteve em festa não há duvida. E razão teve para isso, pois a sua capela festejava nessa ocasião 300 anos que foi construída, e a paróquia assinalou com: Procissão de Velas, da Capela para a Igreja Paroquial e Eucaristia, no dia 28; e no dia 29, com Missa na Igreja Paroquial, de manhã, e de tarde, uma Procissão da Igreja para a Capela, com Missa Campal no recinto do adro. Desde 1978, classficada como Imóvel de Interesse Público, esta capela, em estilo barroco, situa-se isolada numa elevação em espaço rural do lugar de Lamelas e pertencia ao domínio do Mosteiro de São Simão da Junqueira. Antiga ou moderna, falta fazer da imagem da padroeira a conveniente divulgação; e para isso nada como passar a honrar Nossa Senhora da Graça com mais regularidade.

06.06.06

Um insigne vila-condense

aquimetem, Falar disto e daquilo

     Ontem fui almoçar com o autor da monografia histórico - jurídica "A Ermida do Monte Farinha, em Vilar de Ferreiros - Mondim de Basto" cuja primeira edição saiu em em 1968. O principal objectivo do  repasto e encontro com o Dr. Primo Casal Pelayo foi comemorar a data do seu nascimento na freguesia de Fajozes- Vila do Conde há precisamente 85 anos. Figura generosa e despida de vaidades humanas, o Dr. Primo Pelayo ao empenhar-se pela defesa dos direitos  históricos e jurídicos de Vilar de Ferreiros ao Santuário de NS   da Graça, acabou também por prestar um importantíssimo serviço a toda a região e ao concelho de Mondim de Basto, uma vez que revelou  fontes e documentos históricos que até aí eram desconhecidos de todos os historiadores locais. Só por isso toda a região de Basto e em particular o concelho de Mondim  contraíram uma divida de gratidão impagável para com este ilustre vila-condense  que muito considero e respeito. O saudoso mondinense, Dr. Lemos foi seu amigo e condiscípulo, em Coimbra. Por isso, a sorte de Vilar de Ferreiros foi o Dr. Lemos não se ter  metido na questão do "Iteiro"... - Isto confidenciou-me mais tarde, o Dr. Pelayo. Mas se tal acontecesse era sempre a história de Mondim que ficava mais pobre!

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