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Portugal, minha terra.

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Portugal, minha terra.

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17.06.11

Escolha que o eleitorado fez

aquimetem, Falar disto e daquilo

          Tudo aponta no sentido de que Portugal ao contrário do que sucedeu até há pouco vai entrar nos eixos, forçado a tomar consciência que só com produção  e poupança se consegue sair da crise em que foi lançado. Os dois líderes partidários que assumiram formar uma maioria parlamentar sustentável e capaz de levar a bom termo uma governação honrada e patriótica que dê dos portugueses uma imagem semelhante à que no futebol dá Mourinho só pelo sigilo com que rodearam o acordo entre ambos é prova da maturidade política que os adversários diziam não existir.

          Dai seja o momento oportuno para recordar o que Manuel Falcão, em o METRO do passado dia 7, lembrava: " Com a derrota do PS fecha-se um ciclo político e nestas alturas é bom fazer um exercício de memória, para que no futuro não esqueçamos o que  aconteceu, além do aumento da dívida, do aumento do  desemprego e da crise em que o Pais foi mergulhado. Alguns lembrar-se-ão que Luís Campos e Cunha, o seu primeiro ministro das Finanças, avisou bem cedo do rumo que as coisas iriam tomar. Mas o que veio a seguir ultrapassou tudo o que se esperava: utilização da CGD para patrocinar a tomada de poder no BCP e financiar guerras internas de accionistas, tentativas de compra de uma estação de televisão incómoda para o Governo, casos de corrupção uns atrás dos outros"; e adianta mais: " Sócrates chegou a primeiro-ministro pela mão de Jorge Sampaio, num episódio político nebuloso que objectivamente favoreceu o PS. Por isso também Jorge Sampaio é co-responsável de tudo o que aconteceu e  também ele foi um dos grandes derrotados de 5 de Junho".  O povo quando se vê apertado sabe escolher, e Passos Coelho, com apoio de Paulo Portas, promete honrar a escolha que o eleitorado fez. 

03.05.11

E com verdade

aquimetem, Falar disto e daquilo

        Mais uma vez aquele político que Eduardo Catroga acusou de ser o responsável pela situação caotica em que Portugal e os portugueses se encontram, e que merecia por isso ser levado a tribunal, voltou hoje a tentar convencer os eleitores que se melhor não fez é porque a oposição não deixou. Quem assistiu ao seu lacónico comunicado ficou esclarecido à cerca da situação do país e da lata do nosso engenhocas, do tal que não queria cá a "troika".

         Grande lição lhe deu, e a nós...também, o seu ministro Teixeira dos Santos que carrancudo entrou calado e saiu mudo.  As mentiras quando muito repetidas tornam-se como que verdades, mas até essa sua táctica já é conhecida de todos os portugueses. Que Passos Coelho a não ignore e a combata governando bem, e com verdade.          

18.04.11

Mesmo sem o conhecer

aquimetem, Falar disto e daquilo

          Mudar é o que este País precisa, mudar de política e de governantes. E é o que se espera venha a suceder a curto prazo, para isso se confia no democrata Pedro Passos Coelho que se apresenta como candidato a 1º Ministro e surge disposto a dar um abanão à árvore partidária onde milita para que desta inesperada primavera política caiam algumas  das  muitas folhas outonais...para dar lugar a  novos ramos (e rumos) e os bons frutos apareçam em proveito de Portugal e dos portugueses sem força, nem voz...

          A combate-lo vai ter uma máquina bem montada que já começou a rabear com Sócrates, o mais "brilhante" de todos os seus adversários, a dizer que lhe falta experiência política. Fala a "autoridade" máxima em matéria de governação....Outro que hoje o acusa do mesmo é Basílio Horta aquele ex-CDS que virou PS a  troco de um tacho daqueles chorudos. Ai se fosse vivo o brigadeiro Basílio Horta, e Salazar também!!! Não aldrabem mais o povo que já está farto de mentiras e quase descrente nos políticos. É com política de verdade que se governa e Passos Coelho quer governar, e por isso não esconde: " A austeridade vai ter de prosseguir ", mas na medida do possível sem ferir demasiado os menos favorecidos. Motivo porque o humanista Fernando Nobre não teve pejo em aderir ao projecto de Passos Coelho, mesmo sem o conhecer  

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