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Portugal, minha terra.

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Portugal, minha terra.

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14.02.09

Santana Lopes na rua...

aquimetem, Falar disto e daquilo

          É verdade que já começam a ser demasiados os ataques ao nosso 1º Ministro e ao governo por ele liderado, mas também uma coisa é certa: quem não tem vergonha todo mundo é seu!!!... 

          Até o líder do Bloco de Esquerda já vem pedir mais "recato" e "respeito pela Justiça" referindo-se ao caso Freeport, adiantando que três dias antes das eleições acontecem sempre coisas muito estranhas em Portugal. Este Louçã só perde  porque não toma posição semelhante em besteiras como a do casamento de homossexuais, onde também o açoriano  Carlos César, vem agora  dizer " que o casamento de homossexuais representa um valor de liberdade". Será isto uma bandeira que dignifica e distingue a dita Esquerda? Mal vai a liberdade e os valores da nossa sociedade. 

          Mas vamos ao resto. Hoje, vi na Net a noticia que o Tribunal Central Administrativo do Norte ordenou ontem a suspensão da co-incineração dos resíduos industriais perigosos (RIP) na cimenteira de Souselas. O advogado Castanheira Barros que representa o Grupo de Cidadãos de  Coimbra, ao receber esta decisão do Tribunal lembrou: " Foi com forte emoção que recebi a notificação do Tribunal na sexta-feira, porque finalmente se fez justiça num processo de muitos anos de luta quase de pigmeu contra colosso".

          Estou mesmo a ver o nosso  "ministro do ambiente" todo lampeiro a pensar como ha  -de  "convencer" os Juizes-Conselheiros do Supremo Tribunal Administrativo  que a razão, como sempre,  é de ministro e  de  Sócrates, o filósofo.

          Vamos aguardar por mais esta,  a juntar à da Casa Pia, da Freeport, e agora também à  Cova das Beiras... Destas coisas todas que só envergonham Portugal e ensombram a imagem dos verdadeiros agentes da autoridade e da Justiça.

          É certo que neste momento nenhum partido deverá estar muito interessado em ser governo, mas por motivos sem comparação com  estes, o presidente Sampaio pôs o Santana Lopes na rua....  

11.07.07

O centenário de Torga

aquimetem, Falar disto e daquilo

 

Miguiel Torga

(1907 - 1995)

                  Não fora o alerta que o  distinto colaborador de A Voz do Domingo, José Travassos Santos, no passado dia 8, deixou exarado em coluna que com o titulo "Apontamentos" alimenta no conceituado semanário leiriense, que  pela certa  também eu ia ser um daqueles  que deixava passar em branco o centenário do nascimento do meu ilustre comprovinciano, Dr. Adolfo Correia Rocha,  conhecido mundialmente por Miguel Torga.

                 Conheci-o pessoalmente numa das visitas que em tempo de caça fez à montanha vizinha da terra  que me viu nascer, quando por lá paroquiava o padre José Real, seu amigo e conterrâneo. Mas não vou perder-me com detalhes à volta deste notável cidadão do mundo, antes  transcrever alguns excertos do que  Travassos Santos com muito sentido de oportunidade realçou: < EM 12 DE AGOSTO deveria ser festa nacional a comemoração do centenário de Miguel Torga, mas tem estado tudo tão calado que não me parece que a nação se envolva com um mínimo de entusiasmo na celebração de seu maior homem de Letras da segunda metade do século XX. Do Estado, então, não é de esperar nada. Demais, Miguel Torga, cuja espantosa lucidez e cujas independência e coragem o fizeram ver claro e proclamar alto verdades incómodas, estará longe de agradar à república senatorial e aos seus próceres.

              Pena é que o Povo esteja tão apático civicamente, alias tudo tem sido feito para que ele assim esteja, que se torna quase impossivel interessà-lo seja no que for para além das  futilidades largamente divulgadas e divinizadas pelos grandes meios da Comunicação Social >. 

              O resto que sejam os visitantes deste  post a retirar as elações que entender.

              Miguel Torga, nasceu em São Martinho de Anta (Sabrosa), a 12 de Agosto de 1907, e faleceu em Coimbra, a 17 de Janeiro de 1995. Está sepultado no cemitério da sua terra natal, ao lado dos pais e de sua irmã.

              Foi seminarista, em Lamego, até aos 13 anos; depois abandonou e embarcou para o Brasil, onde trabalhou para um seu tio materno. Também passados uns 5 anos, regressou a Portugal, onde entretanto fez o curso dos liceus, para a seguir se matricular na Faculdade de Medicina de Coimbra.

             Concluido o curso em 1933, nessa mesma  "cidade dos doutores" se fixou  com consultório de otorrinolaringologia até ao resto da vida; e ali escreveu e publicou a quase totalidade da sua extensa e fucunda obra literária.

           Já que o Estado não está disponível para honrar a memória dos seus filhos ilustres, sejam as terras que por qualquer circunstância lhes devem gratidão, a fazê-lo. E em relaçãa a Miguel Torga, que seja sem demora, pois o dia 12 de Agosto está próximo, e nessa data acontece este ano, o centenário do nascimento  deste gigante da poesia e da portugalidade !

Casa onde habitualmente Miguel Torga se refugiava

para vir descansar e matar saudades da terra-berço.

Miradouro de São Leonardo de Galafura (Peso da Régua),

local  que  o autor de Os Bichos tanto admirava.

20.02.07

À volta de Sá de Miranda

aquimetem, Falar disto e daquilo

      Tenho uma certa admiração por Francisco H. Raposo, o autor dum trabalho monográfico que,  patrocinado  pela  Mobil, publicou na década de 80 à volta dos caminhos (estradas) de Portugal. Trata-se dum trabalho muito bem concebido que pelas imagens e suave descrição histórica do seu todo nos leva a conhecer melhor as nossas terras e gentes. 

        É pena que nestes trabalhos nem sempre o rigor histórico se faça notar, por  forma a merecerem a credibilidade e a confiança daqueles estudiosos que  procuram  a verdade contida nos factos em relato. Como  verifiquei  agora ao consultar mais uma vez  a brochura correspondente à província do MINHO, de Dezembro de 1986, que da vila de Amares diz textualmente:  "Já em Amares (sem nada que se lhe assinale de mérito) podemos ir espreitar (2km) a famosa medieva Ponte do Porto sobre um lindo trecho do Cávado e que assinala o termo do concelho. (........) Pela mesma estrada  um pouco mais à frente está o desvio ( à direita) para Caldelas. Mas  continuemos  em frente para ir espreitar na igreja de Carrazedo o modesto túmulo de Sá de Miranda que ali nasceu".

          Ora aqui temos nós uma chamada de atenção a fazer: Francisco Sá de Miranda de facto viveu na Quinta da Tapada e ali faleceu em 1558, mas segundo os seus biógrafos  nasceu em  Coimbra cerca de 1490. Portanto Sá de Miranda não é conterrâneo de Gualdim Pais, o famoso mestre da Ordem dos Templários, mas apenas um filho adoptivo de Amares, uma terra onde sempre gostei de parar quando  em tempos  ia a Rendufe de visita ao meu saudoso amigo Padre Mário César Marques. 

23.11.06

A Praia de Pedrógão

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Acabei de dar uma vista d'olhos por um livro que minha mulher me ofereceu em Agosto, quando em férias na região leiriense. É o livro que faltava à terra, e que um conimbricense, com o apoio da Câmara Municipal de Leiria e mais o patrocínio da Junta de Freguesia do Coimbrão, da Associação Cultural, Desportiva e Promotora da Praia do Pedrógão e da Tribuna da Marinha Grande, agora materializou. De seu titulo "PRAIA DE PEDRÓGÃO - locais, gentes e memórias", este trabalho monográfico vai de futuro passar a ser um guia indispensável a todos os forasteiros e  estudiosos interessados em conhecer pormenorizadamente esta localidade que anteriormente Aquilino Ribeiro descreveu em "A Batalha Sem Fim".

O autor, natural de Coimbra, é um frequentador da Praia,  que já conheço ali de vista há mais de um quarto de século, sem que entretanto, como se dizia na minha região, alguma vez fosse a falas com ele. Mas se não estou em erro, também ele, como eu, é daqueles veraneantes que gostam mais de Paredão... do que de areia...; daquela  equipa  de que por último faziam parte os saudosos dr. Rui de Carvalho e  Prof. Garcia. Eu falo assim por ao identificar agora, pela foto, o dr. António Inácio Nogueira, me ter vindo à memória uma das imagens recentes que tenho dele, a passear-se na avenida marginal da praia que tão admiravelmente, no seu todo histórico e etnográfico, acaba de radiografar desde as origens até aos nossos dias.

Depois como é que  não se há-de ficar satisfeito, se ao esfolhear um livro o leitor, sem esperar, dá de caras com o seu nome referenciado na obra? Foi o que sucedeu quando na página 57 sou citado como colaborador d'O Mensageiro. Confesso que foi surpresa; que entretanto  agradeço,  e por isso aqui estou mais apressado a felicitar o autor deste  laborioso trabalho de pesquisa que tem a chancela da Magno - Edições (Leiria).

Que nenhum veraneante  ou amigo desta  típica aldeia balnear do concelho de Leiria  deixe de possuir o livro  "Praia de Pedrógão-locais, gentes e memórias", aconselho eu.

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