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Portugal, minha terra.

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Portugal, minha terra.

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10.06.14

A Cantar também....

aquimetem, Falar disto e daquilo

 

 

 

 

 Hoje festejou-se o Dia de Portugal e do seu Anjo, em que Camões também envergonhadamente se recorda. Assim vem sucedendo à décadas e desde que comecei a ter disso consciência procuro viver a festiva celebração. No jornal é que a ultima vez que comentei o evento foi no Noticias de Chaves, de 1 de Junho, de 1979, para então opinar:

"Mais uma vez o Dia de Portugal vai ser comemorado e efusivamente festejado em todos os cantos onde existam portugueses de têmpera e que o vírus anti-patriotismo não conseguiu afectar.

 Vila Real vai ser este ano o fulcro das celebrações da histórica efeméride, o que para nós é motivo de especial regozijo derivado ao facto do acontecimento pretender mostrar a sua verdadeira imagem, fugindo para tal dos atoleiros da política oportunista de modo a reencontrar-se com a realidade patriótica e camoniana.

Está portanto de parabéns a capital da mais generosa e desprezada província deste Jardim á beira mar plantado e de parabéns estão também todos quantos directa ou indirectamente permitiram à Princesa do Corgo festejar com honras maiores o Dia de Camões neste ano de 1979. Bem hajam.

 Sejam, pois, bem-vindos a Trás-os-Montes os ilustres mensageiros do lusitanismo, os senhores do mando e aqueles que não acreditaram ainda na pureza e na razão do povo transmontano. Vinde e tomai Camões por conselheiro:

 

“Vereis amor da pátria, não movido

 do rémio vil, mas alto e quase eterno;

 que não é prémio vil ser conhecido

 por um pregão do ninho meu paterno.

 Ouvi: vereis o nome engrandecido

 daqueles de quem sois senhor supremo,

 e julgareis qual é mais excelente,

  se ser do mundo Rei, se de tal gente”

 

Com a nossa hospitalidade, o nosso bairrismo e a nossa divisa quase josesiana “ Fazer bem sem olhar a quem”, os forasteiros que no dia 1O de Junho visitarem Vila Real sairão dali convencidos de que Portugal jamais deixará de ser PORTUGAL, porque se não houver outros, os co-provincianos de Diogo Cão estão prontos  para  sozinhos o exigir.

Para finalizar este apontamento resta-me lamentar que o Dia da Raça não tenha merecido por parte da Comissão Nacional das Comemorações do ano passado o mesmo critério d’ agora para com a cidade de Chaves, o que então impediu a gente do Alto Tâmega poder associar Camões ás celebrações dos XIX  séculos da fundação de Aquae Flaviae e de nessa ocasião Trás-os-Montes se ter mostrado a todo o mundo camoniano”. É prosa, já com 35 anos, mas sempre atual....

 Este ano foi celebrado na Guarda, a cidade mais alta de Portugal, Silva Peneda como Comissário das Comemorações abriu a sessão solene em que Cavaco Silva condecorou 38 personalidades entre elas o mágico Luis de Matos. Oxalá com artes mágicas a coisa vá.

Atentas as três figuras responsáveis pelo bom funcionamento das instituições publicas e politicas do país, escutam as palavras certas e acutilantes do orador que frisou bem "Vivemos uma crise que ainda não tem solução". Assim não pensam os opositores ao Governo que partidários da bagunça se fingem defensores dos mais carenciados para defender os seus chorudos vencimentos. Ninguém com cabeça pensadora, acredita que sejam os pobres desempregados, a dar-se ao luxo de aparecerem onde quer que vá o Primeiro Ministro ou o Presidente da Republica com arruadas e exigências que a situação económica de Portugal não permite satisfazer.

A esposa do Primeiro Ministro, Laura Garcês Ferreira e a Primeira Dama, Dr.ª. Maria Cavaco Silva, na plateia, também atentas ao que dos maridos dizem e eles com paciência escutam, quando não são intervenientes.

 Foi um dia de festa que para o Presidente da Republica, Dr. Cavaco Silva, nunca mais vai esquecer e certamente também os profissionais de manifestações itinerantes não, uma vez que foram admoestados pelo Chefe do Estado Maior do Forças Armadas, e com razão.  

 Terminado o discurso de abertura, que rodeado das figuras mais representativas do Estado, Cavaco Silva ouviu atentamente, foi a sua vez de retomar a palavra que os opositor ao Governo entendem nunca concordar, e os que tem a responsabilidade de cumprir acordos e tapar os buracos que outros abriram, se não inteiramente satisfeitos, lá vão tendo um Presidente e Portugal um Governo que se diz apostado em recuperar a economia nacional e a respeitar os compromissos internacionais.  

 Já recomposto da indisposição que sentiu ao iniciar o seu discurso, o senhor Presidente da República falou, mas como é natural não é fácil convencer todos quantos querem dar a sua opinião. E se é certo que com palavras não se resolvem os problemas, muito menos com promessas e facilitismos, que foram a causa do desastre que se abateu sobre Portugal, e que todos estamos a pagar caro. E como ninguém gosta de perder privilégios, vai de atacar quem está ao leme, hoje é o Passos e o Cavaco, amanhã é o Seguro ou Costa. Quem não tem não pode dar. A Guarda esteve em festa, festa merecida que se não fosse os bota a baixo, teria muito mais brilho e significado.

 

 Foi mais um 10 de Junho que encerrou com o Hino Nacional cantado por este excelente coro e todos os participantes em pé  a cantar também.

10.06.13

Dia de Portugal e do seu Anjo....

aquimetem, Falar disto e daquilo

          Hoje comemorou-se na cidade de Elvas o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, tudo de uma assentada para não gastar muito tempo, que neste país está caro. Do pouco que vi e ouvi na televisão gostei muito, sobretudo do discurso do Sr. Presidente da Republica que há muito não via falar de modo tão explicito e frontal aos portugueses a respeito do estado e saúde da nação.

           Mas o Dia de Portugal como sugere o jornalista Octávio Santos devia ser comemorado em 14 de Agosto data em que se deu a Batalha de Aljubarrota a partir da qual o País reafirmou a sua independência, consolidou a dinastia de Avis, com tudo o que veio a  proporcionar a seguir, a expansão, os descobrimentos. 
Em colectânea sua Octávio Santos faz saber:“O 10 de Junho começa por ser o dia de Camões. É talvez a única data que podemos associar a Camões, mas é a data da morte dele. Aquilo que me parece incongruente é que o dia de Portugal, em que devíamos celebrar a nossa existência, enquanto nação independente, seja para já a data da morte de um poeta, do nosso maior vulto literário, mas que é também a data em que Portugal perdeu a sua independência, em que a dinastia dos Filipes entra em Portugal e assume a liderança e os destinos do país”. É bom que os portugueses saibam disto e meditem.

           E diz também: "grande parte dos vícios de que a nação padece radicam no 5 de Outubro de 1910: “O Presidente da República, seja quem for, acaba por se comportar, ou pelo menos é visto como tal, como um elemento de uma facção, porque aliás ele é sempre um elemento de uma facção”.

 

          Muitas condecorações e muitos condecorados

          Também muitos convidados, mas o almoço pelos vistos foi o Sr. Presidente da Câmara de Elvas quem ofereceu. E dizem que as autarquias não tem dinheiro. Já não sei em quem acreditar. Confiança só no meu, e no Anjo da Guarda de Portugal que hoje foi também o seu dia.  

 

          Aquela entidade celestial que um ano antes da aparição de Nossa Senhora  surpreendeu os pastorinhos quando se abrigavam de uma chuva fina na Loca do Cabeço. Conta a Irmã Lúcia, que o Anjo à medida que se aproximava ia mostrando a sua fisionomia: era a de um jovem de 15 anos, parecendo feito de neve, muito formoso e mais reluzente que um cristal atravessado pelos raios do sol. Surpreendidos diante de tanta beleza sobrenatural, não conseguiam pronunciar palavra. Mais importante que ouvir discursos e confiar nas promessas dos políticos é ter fé e acreditar num outro mundo melhor, na fé daqueles que fizeram Portugal e que atento o jornalista, autor e comentador Octávio Santos denuncia: "a vertente religiosa da sociedade está debaixo de ataque de um politicamente correcto “verdadeiramente totalitário”. Toda a gente nota isso, mas de mãos cruzadas

           A finalizar lembro como aos pastorinhos ensinou o Anjo de Portugal: 

 - "Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam". Que após ter recitado esta oração três vezes, se levantou e disse-lhes que rezassem sempre, porque Nosso Senhor e Nossa Senhora estavam atentos às suas orações. E nós os portugueses estamos atentos a quê?

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