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A D. Alzira Borges deixou-nos

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 01.09.16

IMG_6860.JPG

Mondim, 25/11/ 1924 - Mondim, 31/08/2016
Faleceu hoje a saudosa mondinense D. Maria Alzira Teixeira Borges, de 91 ano, era viúva de José Teixeira de Matos e mãe da dinâmica Maria da Graça Borges de Matos, promotora e divulgadora dos transmontanos afectos aos meios culturais , mormente aos que têm as musas por atractivo . Figura muito estimada e respeitada, a D. Alzira depois de viver durante muitos anos na região de Lisboa, após enviuvar;  quis por fim passar o resto da sua existência terrena onde nasceu e quis morrer. Há cerca de um ano tornou-se hospeda do Lar da Misericórdia de Mondim de Basto, onde muito bem cuidada e acompanhada por familiares e amigos viveu feliz até que Deus a chamou para junto de si. O seu funeral realiza-se na próxima 6ª-ferira para o cemitério de M. de Basto, com missa de corpo presente. Aos seus 4 filhos e 2 filhas, em especial à Maria da Graça, os meus sentidos pêsames.

 

 

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publicado às 00:15


16 comentários

De Anónimo a 07.09.2016 às 09:55

" Nossa Senhora voou com asas abençoadas".

Foram anos, tantas horas, da noite que se seguiu,
choramingava o ermita "Marota não disse nada.
Estaria triste a Senhora? Porque motivo partiu?"
Foram anos, tantas horas, da noite que se seguiu,
"Ladrões não foram, voou, que a porta estava trancada".


(Quando a Senhora fugiu).

De costa pereira a 08.09.2016 às 15:07

Partiu, mas deixou rasto e quando assim acontece somos eternos....

De Joaquim Luís Barros a 12.09.2016 às 10:15

Bom dia Sr. Eu pareço já ser talvez um fantasma, sombra, perturbação, para o Sr.. Mas, vai me desculpar o meu comportamento com o Sr. porque preciso da sua ajuda. Não me abandone ouça a minha Express. Contudo quero aqui dizer que eu sou desconhecido para vós mas, meu pai pode não ser desconhecido para vós. ele foi o Sr. António Simões de Barros, filho de Amílcar Simões de Barros e Rufina Chinossole.

De Joaquim Luís Barros a 12.09.2016 às 10:48

Se recebestes a mensagem, por favor responda-me!.

De costa pereira a 12.09.2016 às 14:36

Recebi a mensagem, mas não tenho resposta satisfatória já não disponho das informações que pede, mas o seu pedido está a circular no meu blog.

De Joaquim Luís Simões de Barros a 15.09.2016 às 03:24

Muito obrigado Sr. j.a.costa Pereira

De Anónimo a 20.01.2017 às 10:49

20/01/2017

"Já desce a neblina no Monte,
as folhas tombam no chão,
as águas soluçam nas fontes,
atulham-se as arcas de pão."

De Anónimo a 04.07.2017 às 17:45

... ficou um poema no teu rosto a
mão cheia de amoras amêndoas e
morangos no teu colo dobrado cinco
pétalas de malmequer no chão cinco
dedos da mão cinco
sílabas do poema inacabado

ficou um poema no teu rosto que
eu não lerei mais não
voltará a roseira do
teu corpo a dar
rosas iguais


De Anónimo a 14.07.2017 às 12:55

...
Nas colinas desta lua jamais um jardim desvendará
as tuas rosas.
O Céu é cruelmente azul.
A terra é como o teu silêncio, um astro queimado.

Vieram de muito longe as vinhas para uma pobre vida
de pedras soltas ...

De Anónimo a 30.08.2017 às 10:05

Desse tempo em que se permanece criança
durante milhares de anos,
trouxe comigo um cheiro a resina;
trouxe também os juncos vermelhos
que ladeiam a orla do silêncio,
neste quarto, agora habitado pelo vento;
trouxe ainda um olhar húmido
onde os pássaros perpetuam o céu.

31-08-2017

De Anónimo a 05.09.2017 às 19:42

PRESENÇA

Às vezes há silêncio e o tempo não sopra. Mas tu
chegas sempre como um sorriso levantado do pó.
Um grito de presença a eclodir do chão. Um suspiro de
ar com sabor a beijo.Um pequeno e macio mover de
dedos insinuado no meu queixo quieto.
Um grito de presença a eclodir da solidão.

De Anónimo a 26.10.2017 às 11:53

LUZ

Esta é a luz que há-de guardar-te. Que há-de impedir
que apodreçam as costuras do teu coração. Sei que
cresceste. E quando crescemos tudo dói mais. Até a
força que nos ponteia as tardes e nos segura as manhãs.
Mas sabes, todos trazemos a claridade da infância
metida na bainha de um véu quase nosso.

(E dói-me doer-te tanto por dentro. Ser aresta áspera e
estrídula a respirar nos cantos dos teus olhos fechados.
Ardor inquieto na cicatriz inacabada da tua
alma.)

Por isso, levanta os olhos. Porque esta é a luz
que há-de guardar-te.

De Anónimo a 17.11.2017 às 12:12

Adeus

Varreu-se há pouco o sol, escureceu ...
Levanta-se no céu o "Setestrelo"...
Por sobre um rosto branco, estou a vê-lo,
Cai a noite, escura como breu!

É dor e sofrimento a minha mãe
E a rosa-cor que foi, agora é neve;
Não mais me faz carícias, ao de leve,
Sorrindo para mim como ninguém.

Já dorme em Deus aquele seu olhar
Que foi luz, se consumiu de tanto amar;
Entregou sua dor à nossa dor...

Doce estrela que deixaste de brilhar;
Ficaremos cá, no mundo, a recordar
E vai feliz, ao encontro do Senhor!!!


De Anónimo a 22.12.2017 às 12:19

Ela passava à tarde quando setembro traz consigo o
hálito do verão que parte,
quando tudo parte com o verão.
Ela era uma simples flor comovida, estremecendo, e
eu não podia tocá-la, arrancar uma pétala, partir.

Deixei ali,
vigiada pelas aias do desgosto, pelo espesso manto
da crueldade e das devoções,
pelos xailes de antiquíssimo luto, deixei ali, num
arco de violenta melancolia,
uma rosa branca sangrando para os alpendres.

Natal 2017

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