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Portugal, minha terra.

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16.11.07

Visita Ad Limina Apostolorum

aquimetem, Falar disto e daquilo

D. Joaquim

             O bispo de Vila Real, D. Joaquim Gonçalves, continua hospitalizado vítima de uma debilidade cardíaca que se  registou no passado  dia 16 de Outubro, faz hoje precisamente um mês. Figura que toda a Diocese muito estima e respeita não  tem por isso faltado as orações pela vida e saúde de tão dilecto pastor.

          Face a este contratempo que já em Setembro, em noticia à volta das bodas de ouro sacerdotais do pároco de Vilar Ferreiros, fiz referência, chegou-se  ao momento da Visita Ad Limina Apotolorum e com muita mágoa de Dom Joaquim e também de todos os seus fieis diocesanos não pode acompanhar os seus pares no episcopado a Roma e ao Vaticano. 

           Esta Visita Ad Limina  Apostolorum que, decorreu entre os dias 2 e 13 deste mês, é o nome que se dá à visita que de cinco em cinco anos os bispos portugueses das 20 dioceses e do Ordinariato Castrense fazem ao túmulo dos Apóstolos São Pedro e São Paulo e ao Sucessor de Pedro, o Papa Bento XVI.

        Vamos pedir a Deus por intercessão de Nossa Senhora da Graça, de quem Dom Joaquim é fervoroso devoto, para que daqui a cinco anos, já refeito da saúde, que lhe desejamos, integre a próxima Visita Ad Limina Apostolorum.

         As vossas melhoras, Excelência Reverendíssima.

Nossa Senhora da Graça

(Imagem Antiga)

16.06.07

Rancho Folclórico e Juvenil de Vilar de Ferreiros

aquimetem, Falar disto e daquilo

          O Rancho Folclórico e Juvenil  de Vilar de Ferreiros é de fundação  recente, mas no entanto já conquistou a simpatia e admiração de muitos similares seus, que de norte a sul não cessam de lhe rasgar elogios e formular convites para participar em festas e festivais. Hoje foi a vez de corresponder à solicitação do Rancho Folclórico Os Camponeses de Odivelas, que ao promover o seu festival de folclore anual  fez reunir no Largo de D. Dinis um bom número de agrupamentos nacionais, e representativos de diversas zonas do País, como, por exemplo, Arganil, Santarém e Mondim de Basto.

          Muito participado, foi pena a chuva não ter ajudado, pois caiu em abundância e as pessoas acabaram por se dispersar. Mesmo assim a actuação do Rancho de Vilar de Ferreiros beneficiou de ser dos primeiros a subir ao palco, numa altura em que a chuva ainda não tinha afugentado a numerosa assistência do largo fronteiriço ao mosteiro de Odivelas, monumento arquitectónico onde em túmulo gótico repousa o corpo do rei D. Dinis.

Mosteiro de Odivelas - Origem: Ordem de Cister

Entrada do Rancho de Vilar, no Largo de D. Dinis

O porta estandarte na dianteira da rancho 

O responsável e apresentador do

 Rancho, Manuel Minhoto

Trajes do rancho 

Na dança de "O Regadinho "

Fim de actuação - com a Marcha de Vilar.

05.04.07

há volta da Páscoa

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          Hoje - melhor dito: já foi ontem... -  a minha conterrânea Fátima Lopes, não é aquela que conhecem da TV, fez anos; quantos não sei, porque a uma senhora nunca se pergunta a idade, e foi isso que fiz.  Entretanto fui cantar-lhe os parabéns, ver apagar as velas, e comer uma fatia do bolo de aniversário que com um bom café e bagacinho de Basto ajudaram à festa.  Nada como fazer anos há volta da Páscoa !

                                                                                                                                                                                   

14.12.06

Um outro Vilar de Ferreiros

aquimetem, Falar disto e daquilo

          Há uns 3 ou 4 anos, chegou um dia ao pé de mim, o jovem Hugo Lopes, com uma das suas  pesquisas na Internet da escola, para da descoberta  me  fazer oferta: era uma fotocópia alusiva ao Castro de Vilar de Ferreiros, que ele tal como eu, por semelhança etimológica, cuidávamos ser aquele Vilar de Ferreiros onde eu e os pais dele nascemos. Mas, não. Tratava-se sim, dum  topónimo similar, que fica situado na freguesia de San Xoán de Visantonha,  concelho de Santiso, comarca de Terra de Melide ( Corunha - Galiza- Espanha). Para mim a descoberta foi importantíssima e se na minha freguesia vivesse, por certo que tudo faria para que estas duas freguesias São João de  Visantonha ( Santiso - Corunha - Espanha) e São Pedro de  Vilar de Ferreiros (Mondim de Basto-Vila Real - Portugal) estreitassem relações culturais e de amizade  por  forma a se estudarem e conhecer as suas origens históricas .

          O concelho de Santiso é delimitado, a norte, pelo município de Melide; a leste, por Palas de Rei; a sul, pelos  de Agolada e Vila de Cruzes, e a oeste, por Arzúa. Faz parte da comarca de Terra de Melide, juntamente com os concelhos de Melide, Sobrado e Toques. É um concelho rural de interior da Galiza com uma economia nitidamente agricola, a sua via principal de ligação rodoviária é a estrada C-540, de Melide a Betanzos. 

          Terra famosa pela sua beleza natural, também na arquitectura os palácios ou paços, como o Pazo de Vilar de Ferreiros, ao serviço do turismo rural, constituem foctor de peso nos actrativos que a  região por onde correm os rios Seco, Furelos e Besanha tem para ofertar ao visitante.   A lenda contada à volta do castro de Vilar de Ferreiros, reza assim:

          < Contam que a riqueza dos da  casa de Rosas de Albin vieram ao de cima à conta dos mouros que viviam no castro. Nesta casa havia um arrieiro que vendia vinho e outras coisas, e os mouros davam-lhe muito crédito. Como levava as coisas pelo segredo da noite, a mulher perguntava sempre para  onde é que ele ia com o vinho, ao que ele respondia dizendo  hoje um sítio e amanhã outro. Isto  levou a mulher a desconfiar e puxa que puxa, uma noite  acabou por obter  do homem o segredo de que o vinho era para os mouros do castro. Quando no dia seguinte o arrieiro foi para levar o vinho e outras coisas ao castro, já não pode entrar, porque falara mais do que devia...> - ou a mulher por ele...

Fonte: arquivos da C.R.T.V.G.

15.07.06

De Agostinhos a Gracianos

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     Com o post  intitulado "Culto Graciano na Madeira e Açores" que publiquei no blog aocorrerdapena, em 5 do corrente, dei por concluído o arrolamento  de todas as paróquias portuguesas consagradas a Nossa Senhora da Graça, que no total são setenta e uma (71). No Continente 64, e mais 7 nos Arquipélagos; a Madeira com 4, e os Açores, com 3.

      Quanto a este culto em si, parece ser genuinamente português, e segundo Frei Agostinho de Santa Maria, teve  origem numa imagem recolhida das redes por uns pescadores do mar da vila de Cascais, na vespera da Vigília da Assunção de Nossa Senhora, no ano de 1362. Admirados com o misterioso achado, e sem saber de que modo deviam honrar tal imagem, foi da boca de uma menina de peito, ali presente ao colo da mãe,  que perplexos ouviram estas palavras: "Esta Senhora quer que a levem ao mosteiro dos seus frades".

      Assim se cumpriu, e no dia imediato, dia da gloriosa Assunção de Nossa Senhora, a milagrosa imagem partiu, em procissão, de Cascais até Lisboa, cerca de cinco léguas, para ser confiada à guarda dos augustinianos religiosos do Convento de Santo Agostinho, que a partir daí  até aos nossos dias foi tomando o  nome  de  Convento da Graça;  e os  frades, em quanto ali pontificaram, em vez de Agostinhos, passaram a chamar-se de frades Gracianos.

     E agora percebo por que razão também os pescadores são tão devotos de NS da Graça: tocados pelo mesmo sentimento daqueles que na sua pescaria tiveram a graça de encontrar e com esse mesmo titulo  baptizar  Nossa Senhora,  imitando assim o Anjo do Senhor, quando na Anunciação lhe  chamou  a cheia de Graça. (procurar +em tags graça).

06.06.06

Um insigne vila-condense

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     Ontem fui almoçar com o autor da monografia histórico - jurídica "A Ermida do Monte Farinha, em Vilar de Ferreiros - Mondim de Basto" cuja primeira edição saiu em em 1968. O principal objectivo do  repasto e encontro com o Dr. Primo Casal Pelayo foi comemorar a data do seu nascimento na freguesia de Fajozes- Vila do Conde há precisamente 85 anos. Figura generosa e despida de vaidades humanas, o Dr. Primo Pelayo ao empenhar-se pela defesa dos direitos  históricos e jurídicos de Vilar de Ferreiros ao Santuário de NS   da Graça, acabou também por prestar um importantíssimo serviço a toda a região e ao concelho de Mondim de Basto, uma vez que revelou  fontes e documentos históricos que até aí eram desconhecidos de todos os historiadores locais. Só por isso toda a região de Basto e em particular o concelho de Mondim  contraíram uma divida de gratidão impagável para com este ilustre vila-condense  que muito considero e respeito. O saudoso mondinense, Dr. Lemos foi seu amigo e condiscípulo, em Coimbra. Por isso, a sorte de Vilar de Ferreiros foi o Dr. Lemos não se ter  metido na questão do "Iteiro"... - Isto confidenciou-me mais tarde, o Dr. Pelayo. Mas se tal acontecesse era sempre a história de Mondim que ficava mais pobre!

01.06.06

EB1 de Vilar de Ferreiros

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     Quem diria, aqui há uns 60 anos atrás, que os alunos da velha "escola da seara" de Vilar de Ferreiros  viriam um dia a navegar  na Internet com a mesma  agilidade  com  que os do meu tempo se esmeravam a jogar ao pião e a trepar às árvores de fruto! Mas assim aconteceu para bem dos jovens meus conterrâneos e da terra que tanto carece de gente com preparação cultural e cívica que a sirva e dignifique. Foi um prazer imenso que senti hoje quando ao navegar na Internet descobri um  blog da EB1de Vilar de Ferreiros , muito bem ilustrado com imagens e histórias da nossa aldeia. Parabéns, e não se esqueçam... que Vilar de Ferreiros é também sede duma freguesia e paróquia  com várias aldeias e um santuário famoso: N.S . da Graça ou  Ermida do Monte Farinha...

30.05.06

Pela mão do Inatel

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     No passado dia 18 subi sem contar ao "Iteiro da Senhora". O Inatel que me levou lá, merece antes de mais nada os meus sinceros   parabéns  por  incluir a Senhora da Graça (Monte Farinha) no roteiro dos passeios seniores que às 5ª-feiras partindo de Vila Real contemplam aquele imponente miradouro sagrado de terras de entre Tâmega e Corgo. Eram dois autocarros, um com pessoal de Leiria, outro com gente de Lisboa, eu ia integrado neste. Antes de chegar ao alto dei conhecimento aos membros da Irmandade de N.S . da Graça que ia a caminho do Iteiro , foi quanto bastou para lá ter dois grandes amigos à minha espera, o padre Correia Guedes, presidente da Irmandade e pároco de Vilar de Ferreiros, e o Mário Borges Lopes, também membro da Irmandade. Foi uma visita curta, mas muito enriquecedora  para mim: visitei a Senhora da Graça, neste mês de Maria; vi o santuário encher-se com fieis  meus acompanhantes, e admirei o andamento das obras que ali continuam a espelhar crescimeto. E até me interroguei a pensar: porque razão é que só com Vilar de Ferreiros o santuário passou a ter dinheiro para tantas obras de vulto,como sanitários, reservatórios de aguas pluviais, etc, etc.? Também não preciso de saber. Na descida paramos em Mondim para visitar a parte antiga da vila, onde recordei entre outros os saudosos  "Ti Manel Costeira"  e o "Guilherme Doceiro", e ainda  antes de partir deixar no posto de Turismo local um abraço para o meu amigo e  autor de "Os Segredos da Pirâmide Verde".

17.04.06

Viver à custa dos papalvos

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     Só quem lida com  as reses lhe conhece  as manhas. Isto a-propósito da noticia que li hoje, em jornal da minha região, acerca de Vilarinho, uma simpática aldeia que nasceu à volta de São Pedro de Vilar "das ferrarias" e faz parte integrante dessa remota paróquia e freguesia de Vilar de Ferreiros, concelho de Mondim de Basto, distrito e diocese de Vila Real. Aborda a questão que levou um grupo de emigrantes falhados daquela pacifica localidade a tentar de volta à terra, arranjar ali um tachinho com  a promessa à população jovem de que neste ano em curso, Vilarinho seria tornado freguesia, pois para isso até se fizeram socialistas. Só que socialistas à moda de Canas... já não enganam ninguém, pese o labor da máquina  local que arrasta toda esta luta de interesses obscuros. Então se freguesias como  Bilhó, Campanhó, Paradança   e Pardelhas  estão sujeitas a desaparecer por terem menos de mil habitantes, a que titulo se ia agora criar a freguesia  de Vilarinho, que nem tantos tem e fica a dois passos  da sede de freguesia:  Vilar de Ferreiros? Deixem-se de brincadeiras e de tentar viver à custa dos papalvos.

13.04.06

De moleiro a pastor

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     Foi moleiro e sacristão na sua aldeia. Depois tentou ser construtor civil, mas neste negócio os ignorantes não vingam. Optou então por ser pastor na seita de Jeová. Aqui sim, entrou com o pé direito, pois vai morrer bispo, já velhinho! Isto se entretanto  não vier o arrependimento, como foi com São Pedro, e ao contrário de Judas decida morrer cristão. Não vou desvendar o nome, apenas digo que se trata de mais um dos muitos que fazem parte  da lista dos que por ignorância ou oportunismo se metem no negócio fácil de em nome de Deus enganar e confundir as consciências mal formadas. Aquelas para quem um romance comercial como o Código Da   Vinci já serve para fundamentar um conhecimento de Jesus Cristo e da sua Igreja. Este é o último post desde quinta-feira santa até à próxima semana. Que bom poder viajar livremente ! Santa Pascoa.

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