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Portugal, minha terra.

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Portugal, minha terra.

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01.05.09

Suor alheio

aquimetem, Falar disto e daquilo

 vila de mondim de basto

          Hoje, Dia de São José Operário e do Trabalhador, decidi quebrar o meu silencio de quase dois meses e vir a terreiro dizer aos visitantes de Portugal, minha terra que estou vivo. Ou melhor, dizer que já regressei da visita que fiz a Angola, e... com muito em  agenda  para contar e na objectiva para mostrar. Ainda não comecei... porque entretanto tinha sido apanhado para intervir no 2º Contar, Cantar e Pintar Mondim que amanhã, dia 2, vai decorrer na vila de Mondim de Basto, e como se sabe, estas coisas ocupam tempo. Lá estarei às 14h30  para acerca do mondinense rio Cabril  dissertar, e ao mesmo tempo conviver com amigos e conterrâneos que à volta deste certame, ou não, vou encontrar. Dos muitos lá espero encontrar, entre outros,  o Dr. Nelson Vilela que no domingo, dia 3, será homenageado pelos promotores deste evento, e conto também conhecer pessoalmente a minha conterrânea Maria da Graça, que no blog Ao sabor do tempo foi a grande impulsionadora desta merecida homenagem a tão distinto  professor e poeta transmontano . Com aqueles que no Dia do Trabalhador não têm trabalho remunerável, vamos pedir a São José que interceda por eles e se iluminem as consciências dos que gastam desmedidamente à custa do suor alheio.

29.11.08

as "quedas do cabril...."

aquimetem, Falar disto e daquilo

Fisgas de Ermelo - Marão

          O rio Ôlo é um afluente do Tâmega que nasce na serra de Ordens,  um braço do Marão, a nascente  de Lamas de Ôlo (Vila Real),  e desagua junto a Fridão (Amarante). Ao longo do seu percurso ele é a veia arterial responsável pela irrigação de toda essa zona agrícola que tem o vale do Ôlo por espaço seu: Lamas de Ôlo, Ermelo, Pardelhas, Campanhó, Paradança e Fridão.

          Mas o rio Ôlo alem ser a veia arterial desse zona agrícola que se distende desde Lamas de Ôlo até Fridão é também um rio muito conhecido e  frequentado pelos adeptos da pesca desportiva, pois são famosas as trutas que nele se criam, sobretudo as que, nas Fisgas de Ermelo, são criadas e pescadas  nas "Piocas do Ôlo". Depois o desporto náutico é também, hoje em dia, uma forte mais valia no campo socioeconómico, aqui com realce para a canoagem que como vamos demonstrar tem neste rio, e na sua foz, excelentes condições para o aproveitamento dessa actividade. A juntar a tudo isto acresce destacar a importância que no cenário paisagístico da região de Basto representa como atractivo turístico o seu decantado e dantesco  fraguedo que como sabemos dá pelo nome de Fisgas de Ermelo ou "Quedas do cabril".

          No entanto apesar de toda essa importância, o rio Ôlo, segundo se consta, está na mira dos inimigos de tudo quanto seja património Natural, se não vejamos o que em artigo, publicado em A Voz de Trás-os-Montes de 13 do corrente,  nos relata o jornalista  José Manuel Cardoso: " As populações do vale do rio Olo estão preocupadas com o possível transvaze parcial deste curso de água para uma pequena barragem prevista no Programa Nacional de Barragens, referente ao Aproveitamento Hidroeléctrico de Gouvães da Serra. Se isto se concretizar, as Fisgas de Ermelo podem correr o risco de ficarem secas, em alturas de pouca precipitação".

          Nesse mesmo jornal,  é  Barroso da Fonte quem também, em artigo à volta do assunto, vem alertar: "Seja como for há que ter em atenção o interesse paisagístico e a preservação do meio ambiente. Não podem a ganância e a gula de certos políticos hipotecar o pouco de bom que as zonas periféricas herdaram da própria Natureza. Há que ter respeito pelas leis naturais e tratar a todos rurais ou urbanos, pobres ou ricos, empresários e obreiros com os mesmos critérios. Que as águias que sobrevoam as Fisgas de Ermelo  tenham, pelo menos, os mesmos direitos dos lobos da Samardã".  

          Em blog que alimentei até 4 de Maio do ano em curso, recordo que encerrei a sua laboração com um post à volta deste rio  que mereceu de Jofre de Lima Monteiro Alves o seguinte comentário, em 7 de Setembro pp : " Venho  lastimar o encerramento deste espaço bairrista e de dedicação ao torrão natal. Ficam os demais, felizmente".  

          Também a 22 do mês seguinte uma minha conterrânea, Mgraça, se manifestava,  assim: " Eu também quero protestar pelo encerramento de "Mestas".  É uma pena! - Valia só pelos fotos que tem, nem eram necessários comentários, o resto do País nem sequer faz ideia dos recantos do Ôlo, do Mestas, do Tâmega e do Cabril etc. Seria melhor repensar???..." - Agradeço as referências, mas o meu blog Mestas passou à história..., entretanto vou transcrever  o post com que encerrei o dito blog: "Não muito afastado das Mestas (Vilar de Ferreiros) passa o Ôlo, rio que descendo da serra de Ordens (Lamas  de Ôlo) tem nas "Fisgas de Ermelo" o seu mais espectacular cenário. Serra a baixo, num percurso relativamente curto, mas tormentoso, o Ôlo desagua  em rápido no Tâmega, mais precisamente junto a Fridão, freguesia do concelho de Amarante e que tem São Faustino por patrono.

          Vem este post na sequência duma noticia que li no CorreiodoMarão, onde o Professor Doutor Rui Cortes, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, garante que "se se avançar com a construção da barragem de Fridão, Amarante pode sofrer um desastre ambiental irreparável". Mais acrescenta que a concretizar-se a construção da barragem,  " a água a jusante resultaria apenas do caudal ecológico mínimo obrigatório, incapaz de sustentar a fauna e aflora existentes, pelo que Amarante, conforme a conhecemos desapareceria". 

          Deixem Fridão em paz, digo eu ! Já lhe basta a sua museológica Central Hidroeléctrica que sonhada em 1912 veio a fazer de Amarante, uma das primeiras localidades iluminadas por energia eléctrica, em 1917. Que em vez duma barragem que só vem profanar as margens do sagrado Tameobrigus (Tâmega) e produzir mosquitos em  águas estagnadas, antes se aproveitem todas as suas potencialidades turísticas à semelhança do Centro de Estágio de Canoagem de Fridão, cuja CM de Amarante apoia, e além disso ainda não há muito abriu um concurso para requalificação da Quinta das Fontainhas, também em Fridão, onde será construído um Centro para Stalon. É tempo dos medíocres de São Bento deixarem que nas vilas e aldeias de Portugal seja o povo ali residente a decidir sem influência de forças estranhas ao ambiente...".

          O que  então não sabia é que na mente destes políticos que temos estava também em agenda matar o Ôlo na sua origem. Um conselho, aos habitantes do vale do Ôlo: convidem todos os responsáveis por estes dois projectos que visão matar o rio na foz e na origem, a deslocarem-se em  visita às Fisgas, não pelo  lado do Fojo, mas antes por Varzigueto, e mandem-nos de olhos tapados ver  as quedas do cabril... 

Fisgas -o belo horrível!

17.11.08

não comia castanhas!

aquimetem, Falar disto e daquilo

 

Um dos pavilhões do conceituado Externato Marista

           Ontem, dia 16, a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, de Lisboa, levou a efeito, nas acolhedoras e amplas instalações do Externato Marista (ao Alto dos Moinhos),  o seu tradicional "Magusto Anual" que como de costume foi muito concorrido e animado.  

          A jornada teve início cerca das 10h30 com a chegada dos comerciantes e produtores que ali expuseram muitos dos saborosos produtos que em Trás-os-Montes e Alto Douro se produzem, como: vinhos,  jeropiga,  fumeiro,  broa, doces,  castanha, amêndoa, azeite, etc. Também por essa hora começaram a chegar muitos dos associados e familiares que previamente se tinham inscrito para o almoço-convívio que decorreu antes do magusto, marcado para as 15h30.

           Lá fui mais uma vez a este tradicional magusto graças a um convite, por e-mail, do meu distinto comprovinciano dr. Artur do Couto que se não existisse era um transmontano que tinha de ser  inventado: está em tudo e em todas, desde que seja em prol de Trás-os-Montes! Bem haja e os meus parabéns pelo vosso amor às fragosas origens.

          Comigo levei mais um transmontano e conterrâneo meu, o J.Borges Lopes, o objectivo era apenas ver amigos e muita alegria transmontana. E assim foi, mal entrei dei de caras com o dr. Armando Jorge, que já este ano foi visitar Vilar de Ferreiros e  NS da Graça; depois o Sr. Eng. Tomás Espírito Santo,  e sua dilecta esposa; e logo, gesticulando, no meio dos convivas,  o inconfundível dr. Artur que, como ninguém, conhece a história do "vinho dos mortos", ou não fosse de Boticas. Também o Ni que há tanto tempo não via, e o Dr Jorge Valadares, que como eu se deixou de magias..., tive ocasião de saudar e abraçar. Grandes transmontanos,  grande raça de gente!

          Como disse, ia apenas com  o objectivo de ver amigos, mas acabei por  partilhar também na função gastronómica que o Magusto á moda transmontana recomenda. Com uma "misteriosa" senha que me depositaram na mão lá tive que me meter na fila e de tabuleiro na mão receber: um punhado  de castanhas, uma  alheira e uma fatia de broa, dois copos de vinho e outros dois de jeropiga, que deram de sobra para mais um....

          Pena foi não ter o gosto nem o jeito que a maioria dos transmontanos tem para dançar ao som da música como ali se viu e bons artistas exibiram com instrumentos e voz.  Então a Marcha de Vila Real,  já  no cair da tarde, foi um êxito ensurdecedor...toda a gente parece saber a música e a letra. Aqui também os parabéns muito em especial para meu insigne conterraâneo Mons. Ânjelo Minhava, nutural de Ermelo (Mondim de Basto), freguesia vizinha de Vilar de Ferreiros. Sem ele não havia marcha, e eu sem o dr Artur, não comia castanhas !

 

Aqui temos um assador em brasa e outro... a matar a sede.

Na fila  para as castanhas

Aqui está o taboleiro com a dose...

 o Dr. Valadares a ver repartir a alheira

Os animarores musicais da tarde dançante

Muito publico a dançar e a apareciar a música

o  conjunto que tocou e cantou a Marcha de Vila Real

17.10.08

beleza natural

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Desporto nautico

          Ah quantos anos que eu já não deambulava pelo planalto do verdadeiro Alvão, que nos inícios da década de 40 conheci e calcorreei entre Gouvães da Serra, Carrazedo do Alvão  e Lixa do Alvão!!! Agora sobre rodas voltei a fazê-lo, no passado dia 03 de Agosto, conduzido por um vila-realense, meu familiar, que gentilmente se dispôs a levar-me desde Vila Real a Ribeira de Pena (via Vila Pouca de Aguiar) em romagem de  saudade pelo interior do autêntico Alvão, onde existem sítios e lugares de transcendente encanto, como por exemplo a barragem da Falperra ou do Minhéu, que sinceramente desconhecia.

          Situada a 0,5 km da aldeia  de Afonsim e a 5 km da sedo do concelho (Vila Pouca de Aguiar), a Barragem da Falperra faz parte da freguesia de Soutelo de Aguiar (orago São Tiago). Do seu historial pode ler-se: Em pleno planalto da serra do Alvão, existe um grande espelho de água, criado pela construção de uma barragem na década de 40 - é fascista - , destinado ao regadio dos campos de cultura. Este local tornou-se, ao longo dos anos, um ponto de atracção para a realização de piqueniques, encontro para jogos tradicionais e actividades ligadas à água. Zona de  lazer e repouso, propício ao convívio e ao contacto com a natureza.  

          A Barragem da Falperra ou Zona de   Lazer da Falperra - Alvão é dotada com um bar/restaurante de apoio à zona de lazer, parque infantil, zona de merendas com assadores e amplo parque de estacionamento. É um espaço encantador digno de ser  visitado, eu digo  porque vi, e recomendo a visita a quem é verdadeiramente amante da beleza natural

O Alto do Minhéu, como pano de fundo.

 A flora ribeirinha de montanha

 Os banhistas e os mirones

 Os enormes blocos de granito, característicos do Alvão

 A barragem à vista

 Parque de estacionamento e átrio da zona de lazer

03.09.08

Parabéns Teixeira da Silva

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J. Teixeira da Silva

          Conhecia-o como colunista muito apreciado, mas mal como autor dado ao conto, à poesia e à historiografia do nosso concelho. Refiro-me ao meu distinto conterrâneo e homónimo  José Teixeira da Silva  que o acaso quis trocássemos um forte abraço de amizade no passado dia 4 de Agosto, por ocasião duma prometida visita que atempadamente lhe tinha anunciado. O ponto de encontro foi o Quartel dos Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto, onde o popular "Zé Barroca" é destacado colaborador. 

          Ainda no "farrabadó" não tive até ao momento o tempo disponível suficiente para ler com a merecida atenção as obras que agora tenho à mão do Teixeira da Silva; apenas dei uma vista de olhos e parei, porque é trabalho para ser lido e saboreado.

           Para já fica aqui o meu reconhecimento  ao autor de " B V de Mondim de Basto - Caminhos da Sua História", pela simpatia e generosidade com que me acolheu, bem ao geito do poeta de Acreditei..., ou do narrador de Contos Populares da Minha Terra. Parabéns, Mondim de Basto, parabéns Teixeira da Siva 

14.03.08

E mais não digo!

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          Hoje foi um dia muito especial para mim! Um simpático casal de transmontanos, como eu, desceu à capital para me anunciar que tinha descoberto o paradeiro duma minha irmã  que há cerca de 58 anos perdi o rasto...

          Mal gatinhava quando por volta de 1951, algures na terra - berço de Diogo Cão,  vi   a Amália  Mercedes pela primeira e última vez.  Só muito mais tarde soube da sua existência, e só agora do local onde reside.

          Fiquei mais rico, ao poder reencontrar uma minha irmã  muito dilecta e à minha esposa poder  ofertar um casal de cunhados. E mais não digo!

21.01.08

Alto Tâmega e Barroso

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            Organizado pela Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), decorreu  na Feira Internacional de Lisboa (FIL) desde 4ª-feira, dia 16, até Domingo, dia 20, um dos mais importantes certames consagrado às áreas de serviços e industrias afectas a esse importante sector comercial que é o turismo.  Países como o Brasil fizeram-se representar à medida da sua grandeza, o mesmo sucedendo em relação  a empresas, como Alcatel-Lucente, ou regiões como os Açores e Madeira que também se fizeram representar à medida de quem sabe   acompanhar as boas oportunidades.

            Devo a visita ali, ao meu dilecto amigo Dr. Artur Couto que me convidou para no passado dia 18 ir almoçar com ele  às instalações da FIL, onde à data, por volta das 17h30, o Professor José Laranjo, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro(UTAD) ia fazer  a apresentação da "rota turística da castanha". Um trabalho que foi realizado com alunos da licenciatura de Comunicação e Multimédiia, e pretende valorizar durante o ano, o fruto que só é lembrado pelo São Martinho: a castanha..   

            O previlégio de ser convidado e acompanhante de uma figura como o Dr Artur Couto, entre outras vantagens é podermos  aumentar os nossos contactos e as relações sociais com todo o tipo de pessoas da  nossa região e não só, dada a popularidade e a facilidade de relacionamento com que este insigne transmontano, de Boticas, se movimenta em sociedade.  Conhece todos, e todos o conhecem a ele e o respeitam. Aqui, ainda antes, de nesse dia, a feira ter aberto ao público, já neste pavilhão, o Dr. Artur está a mostrar algo  ao presidente da Região de Turismo do Alto Tâmega e Barroso, Dr. António Mota, que parece muito atento na observação. 

            O objectivo principal do nosso encontro era o almoço, e se possível em restaurante transmontano,  pese as ementas tradicionais da nossa culinária favorecerem o aumento do colesterol, mas, como diz o nosso povo:  " perdoa-se o mal que faz  pelo bem que sabe". Aqui não foi o caso,  porque infelizmente os sabores transmontanos não se fizeram deslocar à capital e assim se darem a conhecer às empresas e agentes de turismo que participaram no certame. Foi pena, mas  a pena maior, para mim, foi não ver a Senhora da Graça e  as Fisgas de Ermelo ali representadas com o destaque que mereciam no pavilhão da  Região de Turismo do Marão, onde o sorriso e amabilidade da funcionária que me atendeu vale bem mais que todo o mostruário exposto. Pelos vistos as tradicionais regiões de turismo deste país também já estão postas em saldo pelo (des)governo de Sócrates. 

            Agora são horas de almoçar e antes há que escolher o restaurante. A escolha  recaiu no restaurante da Escola Profissional de Hotelaria e Turismo da Madeira e logo o Dr. Artur  travou animado diálogo  com um  distinto director da instituição que nos ajudou na escolha do prato e do vinho a consumir. Foi um regalo ouvir um madeirense falar com todo o seu entusiasmo da Madeira e dos seus sabores gastronómicos.  

             Barriguinha farta agora há que nos ir chegando para junto do pavilhão da Região de Turismo do Alto Tâmega e Barroso, onde não  tarda vai ser feita apresentação da rota da castanha, no fim da qual o presunto e o vinho de Chaves marcaram presença. Foi um acto solene e merecidamente  muito aplaudido. Parabéns transmontanos da região de Alto Tâmega e Barroso

16.11.07

Visita Ad Limina Apostolorum

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D. Joaquim

             O bispo de Vila Real, D. Joaquim Gonçalves, continua hospitalizado vítima de uma debilidade cardíaca que se  registou no passado  dia 16 de Outubro, faz hoje precisamente um mês. Figura que toda a Diocese muito estima e respeita não  tem por isso faltado as orações pela vida e saúde de tão dilecto pastor.

          Face a este contratempo que já em Setembro, em noticia à volta das bodas de ouro sacerdotais do pároco de Vilar Ferreiros, fiz referência, chegou-se  ao momento da Visita Ad Limina Apotolorum e com muita mágoa de Dom Joaquim e também de todos os seus fieis diocesanos não pode acompanhar os seus pares no episcopado a Roma e ao Vaticano. 

           Esta Visita Ad Limina  Apostolorum que, decorreu entre os dias 2 e 13 deste mês, é o nome que se dá à visita que de cinco em cinco anos os bispos portugueses das 20 dioceses e do Ordinariato Castrense fazem ao túmulo dos Apóstolos São Pedro e São Paulo e ao Sucessor de Pedro, o Papa Bento XVI.

        Vamos pedir a Deus por intercessão de Nossa Senhora da Graça, de quem Dom Joaquim é fervoroso devoto, para que daqui a cinco anos, já refeito da saúde, que lhe desejamos, integre a próxima Visita Ad Limina Apostolorum.

         As vossas melhoras, Excelência Reverendíssima.

Nossa Senhora da Graça

(Imagem Antiga)

12.11.07

Promessas vãs....

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             A época normal das altas temperaturas este ano não foi favorável nem aos incêndios, nem aos incendiários. A todos enganou inclusive ao próprio governo que tinha prometido combater e diminuir com toda a eficiência esta praga que anualmente se abate sobre a nossa floresta. Chegou-se ao fim da época e feitas a contas  as promessas do governo estavam cumpridas. De facto os meses de Junho, Julho, Agosto e Setembro foram um sossego para quem tem a missão de no terreno combater os fogos. 

           Bem instalado em seus gabinetes  o  governo deu-se  por satisfeito e mandou recolher à procedência as equipas de vigilância que só durante o Verão é costume serem mobilizadas.  Ora acontece  que  nas condições atmosféricas os governantes não têm qualquer poder senão o de poluir cada vez mais o ambiente, e entretanto  chega o Outono e com ele uma vaga de calor que foi quanto bastou para pôr uma vez mais Portugal em chamas e em pé de igualdade com os anos anteriores. Além da floresta, perderam-se vidas e até um helicóptero.

          Promessas vãs....

24.10.07

Dr. António Cabral

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António Cabral      

           Ontem, Portugal perdeu mais um daqueles seus filhos ilustres que  nas letras e na cultura popular se distinguiu nestes últimos 50 anos, sobretudo a nível regional, pois como  transmontano duriense privilegiou de certa forma as suas origens. Refiro-me ao Dr. António Cabral (António Joaquim Magalhães Cabral) que em 30 de Abril de 1931 nasceu em Castedo do Douro (Alijó), e na década de 50 concluiu o curso de Teologia no seminário de Vilar Real.  

          Mais tarde..., na Universidade do Porto, licenciou-se em Filosofia ao mesmo tempo que inicia uma carreira brilhante como professor no ensino oficial, destacando-se no seu curriculum esse jardinar pelo país ( centros culturais, escolas de ensino básico, secundário e universitário) e pelo estrangeiro, Galiza (Espanha)  e Alemanha sobretudo, falando dos temas que lhe são preferidos: Literatura, Jogos Populares e Pedagogia do Jogo.  Deixa uma obra digna de conhecer, ler e estudar. Que descanse em paz. 

 

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