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Portugal, minha terra.

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Portugal, minha terra.

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03.02.16

Ossos de um insigne vila-condense

aquimetem, Falar disto e daquilo

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Há quatro anos, em 2012, a propósito deste saudoso e ilustre amigo, escrevi: "Faz um ano, no dia 08 de Fevereiro, que faleceu em Lisboa, onde residia, o Dr. Primo Casal Pelayo, que foi professor, director e proprietário do Externato Latino Coelho, na freguesia de Santa Maria de Belém. Natural de Fajozes, Vila do Conde, foi no colégio de São José, da família Pelayo, que iniciou a sua notável carreira de formador e educador de várias gerações que ainda hoje recordam com saudade o Colégio dos Pelayos, da rainha do Ave. Em Lisboa muitos foram, e são, também, os que ficaram gratos ao Dr. Primo Pelayo e ao colégio de que foi dono, gestor e professor exímio, na Rua da Junqueira.

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Sempre que posso costumo visitar a campa onde, no Cemitério de Benfica, repousam os seus restos mortais; mormente na data do falecimento. Este ano faz cinco anos que deixou o mundo dos vivos, as autarquias que até com os mortos fazem dinheiro, não sei o que a de Lisboa vai fazer da sua ossada. Que ao menos avise os familiares ou a Junta de Freguesia de Fajozes, antes de atirar com ela para a bala comum. São ossos de um insigne vila-condense, e autor da Ermida do Monte Farinha, a quem também muito deve Mondim de Basto.

12.01.16

Uma mondinense de respeito.

aquimetem, Falar disto e daquilo

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Já uma vez, em Março de 2010, escrevi acerca desta minha distinta conterrânea, da diáspora, como eu, o que repito e teimo divulgar: "Não vai gostar, mas como a sei mulher que a quem como ela amar e defender a terra onde ambos nascemos é capaz de perdoar este meu atrevimento, eis-me a revelar o nome daquela "minha conterrânea  Mg que para ver e conhecer gente transmontana que em verso ou prosa honre as letras lusas não há igual!", como noticiei no blog Ao sabor do tempo, em post, de 26 de Fevereiro de 2010, intitulado "encontro cultural".  Trata-se da minha conterrânea Maria da Graça Borges de Matos, natural de Mondim de Basto, onde nasceu a 4 de Janeiro de 1956, filha de José Teixeira de Matos e de Maria Alzira Teixeira Borges". Como já divulguei, nada de novo até aqui. De novo, apenas que fez anos no passado dia 04, e que nem uma mensagem de parabéns lhe mandei. Nesse dia, infelizmente fui chamado, pela amizade que tinha ao saudoso Padre Guedes, à terra, onde eu e a Maria da Graça nascemos, para dar um ultimo adeus a esse amigo que Deus chamou a Si. A esta generosa senhora, amante da boa leitura e dos poetas e escritores transmontanos promotora, devo o lançamento que fez do meu nome junto de notáveis da nossa região, como Barroso da Fonte, Jorge Lage, Fernando Vilela e outros que se não fora o seu empenho e intervenção ficaria para eles no anonimato. Por isso e porque "o seu a seu dono", aqui deixo o meu publico reconhecimento à distinta conterrânea de quem também já disse:  "....  a fazer de tudo, numa pequena empresa familiar, de motores e máquinas industriais, com o tempo bem contado e ocupado no desempenho do seu trabalho profissional, acrescido da missão de esposa e dona de casa, os curtos momentos de descanso e lazer costuma aproveitá-los a ler e pela leitura e novas tecnologias manter-se a par das noticias e ocorrências que lhe despertam interesse. O manifesto orgulho que nutre por tudo quanto seja ou fale de Trás-os-Montes é motivo de sedução para esta mondinense que tem  particular admiração pelos conterrâneos e transmontanos que nas letras e artes se têm notabilizado".

          "Os nobres sentimentos de generosidade e gratidão com que por regra se adorna a alma transmontana fazem-se evidenciar e reflectir  nos actos e atitudes da Maria da Graça, como testemunhei no meu primeiro contacto (via internet) com esta senhora que me pediu para que  divulgasse  os nossos poetas e  escritores menos conhecidos do grande publico". Na ocasião o seu objectivo principal era ver divulgado o nome e a obra do já saudoso Dr. Nelson Vilela, que foi seu professor e benfeitor, após ficar órfã de pai. Uma mondinense de respeito.

 

24.06.15

Já lá vão 65….

aquimetem, Falar disto e daquilo

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Por finais de década de 50 apareceu na região do Coronado, como professor na escola do Outeiro, um celoricense que eu conhecia de Fermil de Basto. Por respeito e na dúvida se era ele ou não, também não me atrevi a ir a falas com ele. Um dia em casa do vigário de São Mamede, Sr. Padre Joaquim de Sousa Ferreira e Silva, dei com ele ali ocupado em frente duma escrivaninha, e sem perguntar nada, vai o Sr. Padre Joaquim e anuncia: “tens aqui um homem da tua terra”. Apresentados que fomos, dai em diante a nossa amizade estreitou-se como de irmãos se tratasse. Foi um encontro providencial, este, com o “Pascoal de Molares”, como era conhecido o Prof. José Lopes, pois deu origem à minha primária licenciatura (4ª. classe) e a um convite para iniciar colaboração no extinto Noticias de Basto, ao tempo do tipografo “Sousa”, que gostava mais de abelhas que do Noticias. Resisti ao convite visto que não me sentia atraído por tão interessante meio de ocupar o tempo livre e de servir a sociedade. Mas fui forçado por ele a entrar no redil, e cá me conservo já lá vão mais de 50 anos! Nessa ocasião também o vírus da magia me tinha contagiado, e por terras do Coronado e da Maia me tinha tornado conhecido pelo pseudónimo de Jaucop. Foi uma das etapas bonitas da minha vida e por isso aqui a recordo e assiná-lo com a transcrição do que foi o meu primeiro labor jornalístico faz amanhã, dia 25 de Junho, 55 anos. Dê-lhe por titulo: RECORDAR É VIVER.

           “É já no próximo dia 4 de Julho que passa mais um aniversário (28) do Ressurgimento para o Céu de D. Bernardo de Vasconcelos. “Recordar é viver” disse um certo filósofo; e, a figura de D. Bernardo nunca é demais recordá-la, visto que nos legou exemplos de sublime transcendência moral e espiritual.

           Todas as almas grandes, se tornaram sublimes pelo sacrifício que fizeram de si mesmas a Deus. E, D. Bernardo de Vasconcelos. foi um autêntico holocausto vivo de Sacrifício. o que ele humildemente chamava : “Uma bênção do Céu”

           A sua pequena grande vida, é um livro aberto em cujas páginas se encontram gravados os mais belos exemplos que devem servir de modelo aos jovens portugueses, a essa mocidade radiante que há-de formar o Portugal de amanhã.

           Compreendendo o alcance das sublimes virtudes de Frei Bernardo, não admiro que a devoção popular lhe haja erigido um altar em seu coração fiel e crente”.

 

28.04.15

Desafios e Oportunidades

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          São Cristóvão de Mondim é uma vila portuguesa sempre em festa, ora por iniciativa camarária, ora pela Junta de Freguesia, não faltam eventos a convidar à visita deste vila sede de concelho que tem no Monte Farinha (NS da Graça), Fisgas de Ermelo e rio Tâmega o pendão do seu encanto. Acompanhado de texto que vou transcrever recebi um convite para assistir a um desses eventos que no próximo dia 02 de Maio se vai realizar, com um recheado cartaz.

cartaz - Desafios e Oportunidades.jpg

          "A Junta de Freguesia de S. Cristóvão de Mondim de Basto, em parceria com da AEB Associação Empresarial de Basto, irá promover um Workshop sobre um tema relevante para a agricultura e floresta - “Desafios e Oportunidades” que procurará, acima de tudo, responder ao mercado de trabalho e ao potencial de investimento nestes dois setores primários em que o concelho de Mondim de Basto é fértil.

Como figura central deste workshop, estará presente o empresário Luís Alves com um grande conhecimento nesta área e da região de Basto, que irá apresentar as razões que o levaram a investir na agricultura.

Luís Alves, natural do Porto, agrónomo, foi encarregado geral do Parque de Serralves entre 1997 e 2002. Em 2002 fundou, com Jorge Sá, o Cantinho das Aromáticas, projeto único do género na Europa Ocidental de agricultura biológica urbana. Nos últimos 13 anos é agricultor e viveirista, produzindo em modo de produção biológico plantas aromáticas, medicinais, condimentares e flora espontânea autóctone. Lecionou em diversos cursos de jardinagem e espaços verdes, plantas aromáticas e medicinais, agricultura biológica, e foi orador convidado de diversas palestras sobre os temas. Editou um DVD com um curso interativo de PAM. Foi galardoado com o 1º Prémio "Agricultor sobressaliente em atividades inovadoras 2008". Foi finalista dos Prémios Novo Norte 2011, na categoria Norte Empreendedor. Conquistou o 1º Prémio de Inovação para a Sustentabilidade (EBAEpis) - European Business Awards for the Environment 2011, na categoria Processo. Conquistou o Prémio Vida Rural - Empresa Agrícola do ano 2013, categoria marketing agrícola. Co-autor do livro Erva uma Vez. Entre 2008 e 2012 foi colaborador regular do programa Praça da Alegria, da RTP1, onde manteve uma rubrica sobre plantas. É de realçar que o agrónomo Luis Alves é conhecedor das potencialidades que a região de Basto oferece nesses campos e um admirador da bela REGIÃO DE BASTO. 

Nesta sessão, estará presente o Diretor Regional da Agricultura e Pesca do Norte, Dr. Manuel Cardoso, o diretor do norte do BPI para apoio às empresas e um gabinete especializado em consultoria agrícola, denominado Espaço Visual, Lda. 

Certo da vossa presença, junto enviamos cartaz/programa e convite

Com os melhores cumprimentos

O Presidente da Junta

Fernando Gomes"

 

 

 

12.03.10

diáspora mondinense

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          Ainda a propósito do evento que nos finais de Fevereiro juntou em Lisboa três dos mais conceituados barrosões que no campo da cultura e das letras se notabilizaram,  achei oportuno voltar ao assunto, agora não apenas para realçar mais esta ou aquela figura transmontana que deu animação ao acontecimento, mas também corrigir e actualizar alguns dos dados biográficos que sobre o vilarperdizense Héder Alvar constam  divulgados.

          Nesse sentido volto a www.dodouropress.pt ) A - Alvar, Hélder, donde recolhi os elementos biográficos com que  no post intitulado "Padre Fontes, em 2ª edição", do passado dia 4, o realcei, mas agora para  corrigir e actualizar, na medida do possível, alguns dos dados que carecem dessa operação. Para isso o melhor será descer à fonte que neste caso é o II volume do Dicionário dos mais ilustres Transmontanos e Alto Durienses que no domínio de títulos académicos cita: <<Licienciou-se em relações internacionais, depois de ter terminado o liceu em Chaves e Magistério primário. Radicou-se, depois em França, como professor de Língua e Cultura Portuguesa no estrangeiro. Fez o  DEUG em Sociologia na Universidade de Strasburgo e fez também 7 disciplinas  de Geografia  e Ordenamento do  Território na Universidade de Pau (França). Obteve o diploma "licence", em Ciencias da Educação, mais "licence" Portugês+Didáctica das Línguas e Ciencias da Linguagem, Menção F.L.E. Aí obteve o diploma de "maitrise" e o diploma "D.E.A" em Ciencias de Educação com "muito bom", na Universidade de Paris VIII, sendo a tese dirigida pelo Prof. Catedrático Doutor Renê Barbier >.  

          No entanto e em relação a estes apontamentos, por se apresentarem confusos na percepção, o mais aconselhável será, de acordo com os respectivos titulos, dar a cada um o correspondente atributo em  conformidade com o enunciado que segue: "O Professor Doutor Hélder Alvar é licenciado em várias áreas, Ciências de Educação, Português-Francês, Diáctica de Línguas, Mestre em Relações interculturais e Doutor em Ciências da Educação. Está ligado a um grupo de Pesquisa francês denominado "Centre de Recherche sur l'imaginaire social et l'Education" da Universidade de Paris 8".  Só assim este meu co-provinciano que na diáspora por terras de França e Suíça durante trinta anos honrou e prestigiou Portugal terá o seu esboço biográfico perceptível e ao alcance dos interessados. Por agora o meu abraço ao dinâmico barrosão e colaborador assíduo do jornal Transmontano. Bem! Mas nem só de barrosões notáveis vive a cultura transmontana, como aqui  vou demonstrar.

 

           Não vai gostar, mas como a sei mulher que a quem como ela amar e defender a terra onde ambos nascemos é capaz de perdoar este meu atrevimento, eis-me a revelar o nome daquela "minha conterrânea  Mg que para ver e conhecer gente transmontana que em verso ou prosa honre as letras lusas não há igual!", como noticiei no blog Ao sabor do tempo, em post, de 26 de Fevereiro, intitulado "encontro cultural".  Trata-se da minha conterrânea Maria da Graça Borges de Matos, natural de Mondim de Basto, onde nasceu a 4 de Janeiro de 1956, filha de José Teixeira de Matos e de Maria Alzira Teixeira Borges.

          Estudou no antigo Externato de NS da Graça, em Mondim, desde a Admissão, ao 3º ano de Liceu, e por falecimento do pai, como era a mais velha de seis irmãos, teve que trabalhar, completando de noite, o antigo 7º ano, já em Lisboa.  Ao mesmo tempo que trabalhava, e, a meias com sua mãe - ainda cheia de vida - , lutou pela formação e educação dos seus cinco irmãos mais novos, cuja obra é a de que mais a Maria da Graça se orgulha. Aos 15 anos entrou nos escritórios de contabilidade, do Laboratório J.Neves, ligado à industria farmacêutica, onde trabalhou durante 14 anos, deixando no seu lugar quando saiu, a  irmã mais nova, e um irmão na produção de medicamentos. A região saloia que lhe faz lembrar a ruralidade da nossa condição de transmontanos de Basto granjeou-lhe o carinho e  a simpatia que o seu  casamento, aos 23 anos, no Convento de Mafra ajudou e fez aumentar

          Hoje, já  lá vão 22 anos, a fazer de tudo, numa pequena empresa familiar, de motores e máquinas industriais, com o tempo bem contado e ocupado no desempenho do seu trabalho profissional, acrescido da missão de dona de casa, os curtos momentos de descanso e lazer costuma aproveitá-los a ler e pela leitura e novas tecnologias manter-se a par das noticias e ocorrências que lhe despertam interesse. O manifesto orgulho que nutre por tudo quanto seja ou fale de Trás-os-Montes é motivo de sedução para esta mondinense que tem  particular admiração pelos conterrâneos e transmontanos que nas letras e artes se têm notabilizado.

          Os nobres sentimentos de generosidade e gratidão com que por regra se adorna a alma transmontana fazem-se evidenciar e reflectir  nos actos e atitudes da Maria da Graça, como testemunhei no meu primeiro contacto (via internet) com esta senhora que me pediu para que  divulgasse  os nossos poetas e escritores menos conhecidos do grande publico. Nessa ocasião,  apontando o nome de Nelson Vilela em primeiro lugar, isto porque após ficar orfão de pai, o Dr. Nelson, ao tempo director do Externato, a deixou continuar  a estudar graciosamente em quanto quis e pode. Os anos passaram, as circunstâncias obrigaram à dispersão, mas o sentimento de gratidão não se apagou na alma desta minha distinta conterrânea que também na NetBila comenta, divulga e promove o que acerca dos valores culturais e cívicos serve a causa transmontana. Daí a incluir no rol das figuras importantes da diáspora mondinense. 

01.02.10

Tâmega e seus afluentes!

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          Este foi o grupo que em Maio de 2009 deu sentido e objectividade a mais um " Cantar, Contar e Pintar Mondim", o 2º desse titulo, levado a efeito por iniciativa da Junta de Freguesia de Mondim e desta vez consagrado aos três rios principais que banham  terras de Mondim de Basto: Cabril, Olo e Tâmega.

           Da importância desses decantados cursos de água que ao longo dos séculos têm sido fonte de economia e riqueza das populações daquele  concelho, se ocuparam: Costa Pereira,  que dissertou sobre o Cabril; o Dr. José Faria, realçou o Ôlo, e Luis Jalles de Oliveira, destacou o Tâmega. Deste evento os interessados podem ver mais  em  post de 5 de Maio passado no blog http://aquimentem2.blogs.sapo.pt = Ao Sabor do tempo. Isto porque em época de manigâncias políticas quem tenha que lhes fazer frente não pode ficar pasmado.

          E é isso mesmo que tem feito e faz o Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega  que agora mesmo acaba de acusar o executivo do 1º Ministro de mais uma das suas habituais  manigâncias politiqueiras aqui ao "ter recebido cerca de mil milhões de euros em 2008, quando ainda não estava decidido segundo os tramites normais a viabilidade de parte do plano. Este expediente permitiu ao executivo, de forma habilidosa, cumprir os limites estabelecidos pela União Europeia para o défice orçamental".  Como exemplo deu a "construão da barragem de Fridão no rio Tãmega, acusando o executivo de já ter recebido cerca de noventa milhões de euros, quando o "Estudo de Impacto Ambiental" (EIA) ainda está em discussão até ao próximo dia 15 de Fevereiro".

          Alerta também o deputado Altino Bessa, natrural da região de Basto, "para os prejuizos que a construção da Barragem de Fridão, sem os devidos estudos, possam trazer para as populações locais e para o desenvolvimento dos concelhos ribeirinhos".  Não vão em manigâncias politiqueiras, conservem a riqueza natural  com que foram favorecidos pelo Criador, sabendo aproveitar com engenho e arte as sua potencialidades. Não à barragem de Fridão, não à manigância dos inimigos do Tâmega e seus afluentes! 

01.05.09

Suor alheio

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 vila de mondim de basto

          Hoje, Dia de São José Operário e do Trabalhador, decidi quebrar o meu silencio de quase dois meses e vir a terreiro dizer aos visitantes de Portugal, minha terra que estou vivo. Ou melhor, dizer que já regressei da visita que fiz a Angola, e... com muito em  agenda  para contar e na objectiva para mostrar. Ainda não comecei... porque entretanto tinha sido apanhado para intervir no 2º Contar, Cantar e Pintar Mondim que amanhã, dia 2, vai decorrer na vila de Mondim de Basto, e como se sabe, estas coisas ocupam tempo. Lá estarei às 14h30  para acerca do mondinense rio Cabril  dissertar, e ao mesmo tempo conviver com amigos e conterrâneos que à volta deste certame, ou não, vou encontrar. Dos muitos lá espero encontrar, entre outros,  o Dr. Nelson Vilela que no domingo, dia 3, será homenageado pelos promotores deste evento, e conto também conhecer pessoalmente a minha conterrânea Maria da Graça, que no blog Ao sabor do tempo foi a grande impulsionadora desta merecida homenagem a tão distinto  professor e poeta transmontano . Com aqueles que no Dia do Trabalhador não têm trabalho remunerável, vamos pedir a São José que interceda por eles e se iluminem as consciências dos que gastam desmedidamente à custa do suor alheio.

29.11.08

as "quedas do cabril...."

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Fisgas de Ermelo - Marão

          O rio Ôlo é um afluente do Tâmega que nasce na serra de Ordens,  um braço do Marão, a nascente  de Lamas de Ôlo (Vila Real),  e desagua junto a Fridão (Amarante). Ao longo do seu percurso ele é a veia arterial responsável pela irrigação de toda essa zona agrícola que tem o vale do Ôlo por espaço seu: Lamas de Ôlo, Ermelo, Pardelhas, Campanhó, Paradança e Fridão.

          Mas o rio Ôlo alem ser a veia arterial desse zona agrícola que se distende desde Lamas de Ôlo até Fridão é também um rio muito conhecido e  frequentado pelos adeptos da pesca desportiva, pois são famosas as trutas que nele se criam, sobretudo as que, nas Fisgas de Ermelo, são criadas e pescadas  nas "Piocas do Ôlo". Depois o desporto náutico é também, hoje em dia, uma forte mais valia no campo socioeconómico, aqui com realce para a canoagem que como vamos demonstrar tem neste rio, e na sua foz, excelentes condições para o aproveitamento dessa actividade. A juntar a tudo isto acresce destacar a importância que no cenário paisagístico da região de Basto representa como atractivo turístico o seu decantado e dantesco  fraguedo que como sabemos dá pelo nome de Fisgas de Ermelo ou "Quedas do cabril".

          No entanto apesar de toda essa importância, o rio Ôlo, segundo se consta, está na mira dos inimigos de tudo quanto seja património Natural, se não vejamos o que em artigo, publicado em A Voz de Trás-os-Montes de 13 do corrente,  nos relata o jornalista  José Manuel Cardoso: " As populações do vale do rio Olo estão preocupadas com o possível transvaze parcial deste curso de água para uma pequena barragem prevista no Programa Nacional de Barragens, referente ao Aproveitamento Hidroeléctrico de Gouvães da Serra. Se isto se concretizar, as Fisgas de Ermelo podem correr o risco de ficarem secas, em alturas de pouca precipitação".

          Nesse mesmo jornal,  é  Barroso da Fonte quem também, em artigo à volta do assunto, vem alertar: "Seja como for há que ter em atenção o interesse paisagístico e a preservação do meio ambiente. Não podem a ganância e a gula de certos políticos hipotecar o pouco de bom que as zonas periféricas herdaram da própria Natureza. Há que ter respeito pelas leis naturais e tratar a todos rurais ou urbanos, pobres ou ricos, empresários e obreiros com os mesmos critérios. Que as águias que sobrevoam as Fisgas de Ermelo  tenham, pelo menos, os mesmos direitos dos lobos da Samardã".  

          Em blog que alimentei até 4 de Maio do ano em curso, recordo que encerrei a sua laboração com um post à volta deste rio  que mereceu de Jofre de Lima Monteiro Alves o seguinte comentário, em 7 de Setembro pp : " Venho  lastimar o encerramento deste espaço bairrista e de dedicação ao torrão natal. Ficam os demais, felizmente".  

          Também a 22 do mês seguinte uma minha conterrânea, Mgraça, se manifestava,  assim: " Eu também quero protestar pelo encerramento de "Mestas".  É uma pena! - Valia só pelos fotos que tem, nem eram necessários comentários, o resto do País nem sequer faz ideia dos recantos do Ôlo, do Mestas, do Tâmega e do Cabril etc. Seria melhor repensar???..." - Agradeço as referências, mas o meu blog Mestas passou à história..., entretanto vou transcrever  o post com que encerrei o dito blog: "Não muito afastado das Mestas (Vilar de Ferreiros) passa o Ôlo, rio que descendo da serra de Ordens (Lamas  de Ôlo) tem nas "Fisgas de Ermelo" o seu mais espectacular cenário. Serra a baixo, num percurso relativamente curto, mas tormentoso, o Ôlo desagua  em rápido no Tâmega, mais precisamente junto a Fridão, freguesia do concelho de Amarante e que tem São Faustino por patrono.

          Vem este post na sequência duma noticia que li no CorreiodoMarão, onde o Professor Doutor Rui Cortes, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, garante que "se se avançar com a construção da barragem de Fridão, Amarante pode sofrer um desastre ambiental irreparável". Mais acrescenta que a concretizar-se a construção da barragem,  " a água a jusante resultaria apenas do caudal ecológico mínimo obrigatório, incapaz de sustentar a fauna e aflora existentes, pelo que Amarante, conforme a conhecemos desapareceria". 

          Deixem Fridão em paz, digo eu ! Já lhe basta a sua museológica Central Hidroeléctrica que sonhada em 1912 veio a fazer de Amarante, uma das primeiras localidades iluminadas por energia eléctrica, em 1917. Que em vez duma barragem que só vem profanar as margens do sagrado Tameobrigus (Tâmega) e produzir mosquitos em  águas estagnadas, antes se aproveitem todas as suas potencialidades turísticas à semelhança do Centro de Estágio de Canoagem de Fridão, cuja CM de Amarante apoia, e além disso ainda não há muito abriu um concurso para requalificação da Quinta das Fontainhas, também em Fridão, onde será construído um Centro para Stalon. É tempo dos medíocres de São Bento deixarem que nas vilas e aldeias de Portugal seja o povo ali residente a decidir sem influência de forças estranhas ao ambiente...".

          O que  então não sabia é que na mente destes políticos que temos estava também em agenda matar o Ôlo na sua origem. Um conselho, aos habitantes do vale do Ôlo: convidem todos os responsáveis por estes dois projectos que visão matar o rio na foz e na origem, a deslocarem-se em  visita às Fisgas, não pelo  lado do Fojo, mas antes por Varzigueto, e mandem-nos de olhos tapados ver  as quedas do cabril... 

Fisgas -o belo horrível!

03.09.08

Parabéns Teixeira da Silva

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J. Teixeira da Silva

          Conhecia-o como colunista muito apreciado, mas mal como autor dado ao conto, à poesia e à historiografia do nosso concelho. Refiro-me ao meu distinto conterrâneo e homónimo  José Teixeira da Silva  que o acaso quis trocássemos um forte abraço de amizade no passado dia 4 de Agosto, por ocasião duma prometida visita que atempadamente lhe tinha anunciado. O ponto de encontro foi o Quartel dos Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto, onde o popular "Zé Barroca" é destacado colaborador. 

          Ainda no "farrabadó" não tive até ao momento o tempo disponível suficiente para ler com a merecida atenção as obras que agora tenho à mão do Teixeira da Silva; apenas dei uma vista de olhos e parei, porque é trabalho para ser lido e saboreado.

           Para já fica aqui o meu reconhecimento  ao autor de " B V de Mondim de Basto - Caminhos da Sua História", pela simpatia e generosidade com que me acolheu, bem ao geito do poeta de Acreditei..., ou do narrador de Contos Populares da Minha Terra. Parabéns, Mondim de Basto, parabéns Teixeira da Siva 

14.03.08

E mais não digo!

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          Hoje foi um dia muito especial para mim! Um simpático casal de transmontanos, como eu, desceu à capital para me anunciar que tinha descoberto o paradeiro duma minha irmã  que há cerca de 58 anos perdi o rasto...

          Mal gatinhava quando por volta de 1951, algures na terra - berço de Diogo Cão,  vi   a Amália  Mercedes pela primeira e última vez.  Só muito mais tarde soube da sua existência, e só agora do local onde reside.

          Fiquei mais rico, ao poder reencontrar uma minha irmã  muito dilecta e à minha esposa poder  ofertar um casal de cunhados. E mais não digo!

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