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Portugal, minha terra.

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03.11.11

A água de Vumba!

aquimetem, Falar disto e daquilo

          Do modo como esse dia 15 foi aproveitado, além do que já ficou exposto junto mais uma série de imagens recolhidas no percurso de regresso a casa,  e que vou procurar legendar para assim melhor poderem ser apreciadas, e no espaço localizadas.   

 

          De volta em direcção ao Porto de Pesca, porque o trabalho estava feito e o bom tempo convidava a gastá-lo da melhor forma, um passeio mais demorado dado à moda da terra, “ devagar, devagarinho”, foi o que fiz. Caminhando pela Avenida Marginal fora, até porque andar além de salutar digestivo é um tónico que fortalece a alma e agrada à retina.  Aqui quase junto a uma repartição do Ministério da Marinha e perto do restaurante,  foi  onde esperei, antes de escolher mesa, pelo resto da companhia, desde manhã cedo ocupada no escritório.

 

          No meio do mangal que margina o rio, embarcações como esta, e muito lixo também, têm aqui a sua ultima morada, com os esqueletos à mostra e a provocarem mau aspecto e cheiro pouco agradável em alguns pontos desta zona que é a mais atraente de Quelimane.

           O mesmo local, junto ao encordouro das  embarcações, visto noutra  perspectiva.

           Os coqueiros são árvores da família Palmae (Arecaceae) que abundam por toda a cidade e cujo fruto consta de um epicarpo, camada fina, que cobre o mesocarpo fibroso, formando a casca do "coco"(com aproximadamente 5 cm de espessura)dependendo da variedade. Por baixo desta, encontra-se o endocarpo lenhoso ou quenga.

           Outra perspectiva da Marginal recolhida de costas viradas para as ruínas da antiga sé catedral .

 

           A ladear a Avenida, de um lado os imóveis e recantos ajardinados em agonia à espera de restauração e alindamento; do ouro, as margens de um rio rico em pescado de qualidade e condições excelentes de navegabilidade, como em post intitulado "Não sou de cá" de 30 de Julho pp, aludi, revestidas de mangal que parece tudo à sua volta sufocou.  Deixamos a Marginal, aqui junto ao Porto de Pesca, e vamos apressar o passo que o dia amanhã promete.

 

           Tempo para ainda passar pela Praça dos Heróis, o centro da capital da Zambéziia

 

          ......e mais adiante fotografar mais um coqueiro

           Já em casa e após o jantar, ocorreu-me fazer esta foto, e com ela comparar o mesmo que aconteceu com Portugal, após o 25 de Abril : toda a nossa gente entra na moda e vai de usar produtos importados, desde os alimentos aos utensílios. Resultado, economia falida e troika em acção.... Moçambique tem outras potencialidades que não as nossas, mas não é gratificante para um país com condições para se abastecer com abundância e exportar os seus produtos agrícolas, apareça neste figurino alimentar com  nescafé, azeite e leite da África do Sul, vinho do Chile e de Moçabique apenas a água de Vumba!

2 comentários

  • Sempre gastei da casa, e só quando em passeio ando por fora acontece gastar do que há. O ouvido também serve para nos pôr de alerta. E quanto a ir além fronteiras, recordo uma lição, que nessas alturas de que fala, aprendi ouvindo de um amigo meu que foi calçar o carro com pneus novos fora de Portugal. Um pouco mais barato do que cá, só que os pneus saíram com deficiência e agora lá voltar para reclamar não chegava cinco ou seis vezes mais o preço que custou a compra. Novidades só da nossa horta. Embora não tenha coqueiros, tem por certo epicarpos...Boa semana
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