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Portugal, minha terra.

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03.08.11

Moçambique promete!!!

aquimetem, Falar disto e daquilo

 

          Como já dei conta disso, este ano fui conhecer a terra que na condição de feitoria foi fundada em 1782 com a designação de Lourenço Marques. Impulsionado por uma filha que gosta mais de Africa que os próprios africanos lá me deixei conduzir pela LAM (euroAtlantic) e após cerca de 11 horas de voo seguidas aí estávamos nós aterrando no antigo aeroporto Gago Coutinho, hoje Aeroporto Internacional de Maputo. As formalidades documentais e a recepção da bagagem decorreram normalmente e até desembaraçadas. Ás 07h já as malas estavam no acolhedor Sundown e eu na panorâmica esplanada da pastelaria Surf II a ver o nascer do sol. 

           O nascer do sol é um espectáculo maravilhoso em qualquer parte do mundo, mas em Africa tem outra beleza e encanto. E o curioso é que ninguém mo lembrou e no entanto o milagre deu-se: tirei esta foto. Depois foi todo o dia, e no  seguinte, um rodar pela cidade com paragem em pontos dignos de visita.Como:

           Igreja de Santo António da Polana, também conhecida por "espremedor de limão" devido ao formato da sua arquitectura que se deve a Nuno Craveiro Lopes(1962).

 

          O Município de Maputo é dirigido por um Conselho Municipal e está sediado nesta edifício, de 1947, na praça que faz lembrar a do Marques  de Pombal, em Lisboa.

 

           .... na mesma praça - Praça da Independência - , fica a Sé Catedral, de 1944, outro magnifico imóvel da cidade que é capital de  Moçambique e também da província de Maputo. Província que é limitada a Norte pela província de Gaza, a Sul pala África do Sul, a Oeste pela Swazilândia e a Leste pelo Indico.  

           O dia encerrou  com um jantar à portuguesa na Taverna, um dos restaurantes mais bem frequentados de Maputo,  e a sugestão partiu do nosso generoso cicerone, um conceituado cidadão alemão que na área de mineralogia é especialista e em Moçambique há vários anos vem prestando serviço. 

 

           Já na manhã do dia 25 a visita ao Jardim dos Cronistas foi das primeiras, e logo ali marcada pela descoberta no "mural dos patrocinadores" da  construtora portuguesa Soares da Costa como fazendo parte dos três maiores. Deu-me sempre grande satisfação quando longe do que me é familiar aos olhos ou sentimentos observar algo que mo faça reviver. Foi o caso.

      Seguiu-se uma aligeirada visita à Feira do Artesanato, espaço que se deve à feliz iniciativa do Município de Maputo que para retirar dos passeios da cidade os incomodativos vendedores e artesãos de rua lhes reservou este ajardinado recinto.

           O almoço desse dia foi na panorâmica esplanada do Café-Acácia, no Parque dos Professores, vizinho do Hotel Cardoso, já com a visita feita aos principais lugares de interesse turístico da sedutora terra que Portugal fez vila em 1877 e,  com o mesmo nome de Lourenço Marques, elegeu cidade, a 10 de Novembro de 1887.

           Estação dos Caminhos de Ferro de Moçambique, de 1910, das mais belas do seu género em todo o mundo. 

 

          Em frente à estação, na Praça dos Trabalhadores, uma estátua em granito ergue-se em memória dos Mortos da I Grande Guerra.

          para quem conhece rever...

           O secular mercado da cidade, de 1901

 

             pela baixa da cidade ...

 

         continuando pela baixa....

 

           A "Casa Amarela", onde esta instalado o Museu da Moeda. É a mais antiga casa de Maputo.

          também pela baixa....

 

           Praça da Independência

          Mais ao cimo para os lados do aeroporto estes murais encobrem o que por de trás do cerco um país civilizado devia combater: a pobreza que para muitos nadar em abundância e alto luxo outros vegetam miseravelmente na barraca citadina ou na palhota da sanzala sem condições para vencer na vida e  produzir riqueza.

          Monumento na rotunda a caminho do Aeroporto, onde repousam as  cinzas de Samora Machel e outros heróis da independência. Moçambique promete!!!

2 comentários

  • Tudo verdade .Um dia em que o sol, que por acaso aqui não se lhe pode dizer stás te a pôr", visto surgir de nascente, nascer de veras para todos os moçambicanos é que vamos então ter um grande país que os portugueses desse tempo se hão-de orgulhar ao ver na história que por lá se fez notar o nome de Portugal. Por enquanto só uma certa elite come à grande e à custa do património natural que os portugueses conservaram e os novos colonizadores roubam a olhos vistos. Custa dizê-lo, mas os jornais da terra não o escondem. Só quando todos os moçambicanos poder frequentar casas coma a Taverna é que Moçambique promete a sério. Um abraço
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