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Portugal, minha terra.

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26.11.09

Planalto Central Angolano!

aquimetem, Falar disto e daquilo

 

           Com pena deixo por ver muito do que de belo e notável a cidade do Huambo e arredores tem para mostrar aos apreciadores das paisagens fortes do Continente Africano, o Morro do Moco que é o ponto mais alto de Angola, com 2.619m, e se encontra a sul do Londuimbale, está nessa conta. Também o Morro de Santo António do Bailundo, onde fica o Túmulo do rei Ekuikui, fiquei sem visitar; e o mesmo sucedeu em relação às Ruinas  da Embala  Grande; do Túnel subterrâneo, onde se abrigou o soba (chefe) Candumbo; a Ilha dos Amores, ou a Reserva Florestal  do Kavongue, com os seus 39km2 de área,  me passaram ao lado. É tudo muito grande, para se poder ver em tão pouco tempo.

          Do que vi, e só disso, dei conta em posts anteriores e, em homenagem à antiga Nova Lisboa, faço questão em  realçar que de facto o Huambo com seus jardins e viveiros, sua zona floestal e seus campos de cultura floridos mostram a diversidede da flora local, onde sobressai as dálias que dizem, destas, existir ali mais de 500 variedades.  

           A tarde do dia 8 foi para dar uma volta pela cidade e ir ao supermercado onde no primeiro dia que cheguei ao Planalto Central as minhas madames se foram aviar. Depois, jantar e cama, que no dia seguinte, por volta das 06h00 há que avançar para o aeroporto. 

           Aqui o "dragão" Miguel com um vermelho-cinzeto para tentar disfarçar, a deixar-se fotografar antes de se comprometer a nos ajudar a conduzir ao aeroporto na manhã cedinho da partida, dia 9. A porta é conhecida pois já por mais que uma vez a foquei.

         Em frente, a  residência de um graduado superior da Policia, parecendo que não, dá outra segurança aos vizinhos e habitantes de uma cidade em recuperação dos estragos de que uma guerra fraticida provocou. E claro,as consequências são a miséria e a desordem social! Todos conhecidos, os  moradores formam uma  família de vizinhos que se respeitam e protegem.

           Chegou a manhã do dia 9, às 05h30 há que levantar tomar  uma banhoca, um cafe caseiro e com a preciosa ajuda do Miguel arrancar  para o aeroporto Albano Machado, que  fica a cerca de uns 3,5km do centro da cidade, pertinho.

           No aeroporto deu tempo para subir ao primeiro andar, e no restaurante tomar um cafezinho de máquina  enquanto se aguadava que o avião da TAAG que vinha de Luanda chegasse e de regresso, por volta das 08h00 (07h00, portugusesas ), me transportasse à capital de Angola.

      Agora sim, foi o adeus definitivo a uma região cujo clima é muito semelhante ao do  território continental português e por isso se tivesse de  viver em Africa seria no  Planalto Central Angolano!  

2 comentários

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    Iordanes Claro da Mota 27.11.2009

    O amigo Teixeira esta enganado!
    Huambo nao e a antiga Sa da Bandeira.
    Huambo e a antiga (para os portugueses) Nova Lisboa. E Nova Lisboa so conta como "antiga" para os portugueses que por abuso de autoridade e sem consultar o povo autoctene, resolveram "rebatizar" de Nova Lisboa. Os donos da terra nunca a reconheceram com esse falso nome.
    Eu vivi em Caluquembe, Distrito (actual Provincia) da
    Huila, estudei em "Nova Lisboa" e sei muito bem que
    o povo autoctene quando dizia " Ndenda ko Huambo", estava simplesmente a dizer: Vou para Nova Lisboa!
    A tal cidade das industrias do Venancio Guimaraes Sobrinho, especialmente a Moagem para onde o meu pai, senhor Luiz Jose Claro da Mota, transportou milhares de toneladas de milho a partir de Caluquembe, essa cidade, dizia eu, e a cidade do LUBANGO, a tal "antiga" Sa da Bandeira, a cidade do
    Espinha e Filhos e da Simpor, a cidade do "picadeiro", a rua das lojas de moda.
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