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Portugal, minha terra.

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18.10.09

chuva africana

aquimetem, Falar disto e daquilo

 

          Esta semana, 1ª de Abril, a minha estadia no Bongo  foi muito curta, apenas durou de 4ª a 6ª-feira. Pesou aqui além das indispensáveis comodidades sociais que ali não existem, também o facto de qualquer cristão coerente com a sua fé ser obrigado a procurar fora dali o serviço religioso que a Igreja Católica, no lugar, nem aos domingos raramente garante.

           Daí que já afreguesado em percorrer a distância que separa o Bongo do Huambo e sobretudo este troço  que entre o  Bongo e o desvio  entronca com a estrada do Huambo/ Benguela, uma vez mais subisse até à capital da província para no lugar  habitual  me acomodar.

          Atravessando toda a vasta área  rural que depois de  Lépi,  por Caála, tem nos vales do Kunhingamua e do Lufefena a principal fonte de energia vital,  o destino é alcançado.

          E a  paisagem  entre Caála e Huambo é âmpla e sedutora. Mas hoje pessimamente aproveitada, como se vê.

          Desta vez o meu objectivo central era participar na eucaristia dominical, e  na melhor das hipóteses calhando no Santuário de NS de Fátima por já me ser familiar  e o mais perto do sítio de acolhimento.

          Nesse domingo, 5 de Abril, no fim da missa das 09h00, que muito participada e animada com cânticos  tradicionais  acabou por volta das 10h30, a chuva veio de mansinho dar os bons dias aos fieis, e eu, fugindo-lhe a caminho de casa,  tive ainda tempo de no trajecto, a pé,  tirar mais esta foto ao colégio de São José de Cluny. Mas a chuva em Angola tem a particularidade de molhar e passado momentos deixar os corpos secos. É chuva africana.

15.10.09

A magia do sertão

aquimetem, Falar disto e daquilo

          A visita que fiz a terras africanas de Angola está a chegar ao fim. Mais uns dias para aqui no planalto central ocidental apreciar a paz e sossego que a aldeia do Bongo oferece a quem tem o privilégio de poder ali demorar-se a viver  e sentir a magia do sertão, e acabou-se!

          Coincidi-o a minha estadia com a estação das Chuvas, que como se sabe ocorre entre Setembro e Abril, e à qual em posts anteriores já dei conta de alguns dos efeitos que a sua acção provoca quando em fortes e assustadoras trovoadas se manifesta. Até o céu fica escuro e as aves em pavorosa!

           Mas a terra agradece por ver nas torrentes o sangue que as enriquece e faz germinar as sementes e as plantas que são a riqueza desta angolana região do Huambo.

          Se esta cabrita soubesse Português ou percebesse Umbundo  aqui a tínhamos a louvar os efeitos benéficos da chuva sobre uma lavoura que quando à antiga portuguesa era explorada dava pão à farta para brancos e negros, e hoje pelo que se vê..,nem para  fatos à medida das necessidades da casa dá. Neste aspecto, mete dó.

           No entanto a terra é fértil e continua a produzir, como disso esta viçosa papaia, no meio do milheiral, deixa ver.  

          E esta árvore florida, na cerca  do antigo hospital, que só com a água das chuvas se enfeita desta forma! É a magia africana.

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