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Portugal, minha terra.

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10.02.07

Mosteiro de Pombeiro

aquimetem, Falar disto e daquilo

           Visitei este tão famoso como desprezado imóvel, que se não é devia ser monumento nacional, já lá vão mais de 30 anos. O que lá me atraiu então foi  o encontrá-lo muitas vezes citado em documentos antigos relacionados com a região de Basto. Mas sofri uma desilusão quando por um estreito estradão, ladeado por vinha de enforcado, cheguei a um despovoado recinto, onde se situa o convento, e dou com um imóvel daquela envergadura em miserável decadência. As amplas instalações que foram dormitórios e salas de estudo, estavam a servir de palheiro e arrecadação de utensílios agrícolas. Apenas a parte que constitui a igreja, ainda que de cara muito suja, me pareceu não estar profanada. Não a vi por dentro porque nessa ocasião a porta estava fechada.

          Já lá voltei mais tarde! Mas isso não importa aqui. O que talvez importe  para quem desconhece é indicar a melhor forma de chegar ao local, e visitar um monumento que apesar de tudo merece a pena conhecer.  Eu indico-lhe : se está em Guimarães tome a E.N.101 em direcção a Amarante, e seguindo com atenção, antes  uns 8 km de  chegar a Felgueiras, encontra à sua direita, uma placa a indicar  Mosteiro de Pombeiro. Dele nos relata com apurado saber, o historiador F. Hipólito Raposo, assim:

          <A sua fundação, da Ordem de São Bento, é anterior à nacionalidade; por mercê de D. Fernando, pertenceu o padroado do convento aos poderosos Sousas do Prado e mais tarde ao Barão de Riba Vizela. Embora tenha sofrido grandes modificações  no século XVIII que lhe deram a traça predominante, tem ainda da remota origem a bela rosácea e o portal (de cinco arquivoltas e dez capitéis em fino trabalho de cantaria esculpida) acachapado pela pesada abóbara barroca. Absidíola com arcadas superiores de tipo lombardo. O inferior de 3 naves tem logo à entrada um curioso sarcófago do século XIII, a estátua  jacente de um cavaleiro de lança  empunhada, o conde D. Gomes de Pombeiro. 

           Na capela-mor sobressai grande imagem da Viirgem com o Menino, do século XV e dois curiosos cadeirais. O Esplendor de talha dourada e toda aquela riqueza decorativa do interior chegaram a um esttado de abandono que confrange, sobretudo no coro alto onde a talha figurada, o cadeiral, e sumptuosos órgãos estão em misarável ruína. Todas as cabeças do remate dos cadeirais foram decepadas. O Claustro (de que só existe parte) outrora decorado com azulejos azuis e brancos de molduras policromadas já só apresentam escassos vestígios desse revestimento.

         Uma pequena equipa dos Monumentos  Nacionais ali está agora (1986), corajosamente, a tentar resgatar o que com muito menos dispêndio se poderia ter salvo. É tarefa grande de mais  para tão escasso grupo, mas a boa vontade do mestre restaurador é a única coisa que nos anima um pouco antes de relutantemente, abandonarmos tão bela peça do nosso delapidado património>  - Mais palavras para quê?! Grandes governantes, os nossos!!!

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