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Portugal, minha terra.

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20.10.13

Subir à Graça

aquimetem, Falar disto e daquilo

          Há já muito tempo que não visitava o Bairro da Graça, dos mais típicos e historicamente ricos da cidade de Lisboa. À dias, deu-me para o fazer. E armado em turista, lá fui apanhar o Eléctrico 28, na Rua da Madalena, que liga os Prazeres à Graça e me levou. No Largo da Graça, tomei o meu cafezinho, antes de entrar na igreja do famoso convento que uma boa parte do mesmo está ocupado pela GNR.

         A entrada para a igreja fica virada a poente e o adro-miradouro da Graça tem hoje o nome da escritora e poetisa Sopfia de Mello Breyner Andresen. Igreja e convento cujo inicio da construção remonta a 1271, e são obra cuja origem se deve aos eremitas de Santo Agostinho que por essa altura no monte de São Gens se fixaram. Dali se avista uma panorâmica da baixa alfacinha não inferior à que da Senhora do Monte ou do Castelo se recolhe. Em 1834 o convento foi ocupado pelo regimento de infantaria 10 e tem sido, desde aí utilizado por forças militares

graça 001.JPG

         Para do que visitei falar, carecia de dados vindos de fonte credível e que casualmente calhei encontrar  na página Centro Cultural da Ponte dos quais me sirvo para compor este post. Ali se diz e faz saber que a dedicação a N.Sra da Graça só aconteceu em 1305, por Frei Francisco do Monte Rabino; e que na porta da igreja, em cruz latina, o medalhão com a figura que lá se vê, em baixo-relevo, é de Santo Agostinho.

          Fiquei também a saber que esta “igreja se manteve ao culto, após a expulsão das ordens religiosas, que abrangeram os Agostinhos, cujo convento foi o principal dessa ordem por ter sido entregue à Irmandade do Senhor dos Passos que foi fundada em 1586 e aí tem a sua sede. Esta irmandade realizou durante anos e anos uma célebre procissão em que o Senhor dos Passos ia desta igreja até à de S. Roque na Quinta-feira Santa e regressava na Sexta-feira Santa”. – Suponho que este ano também se fez.

          Desconhecia também é que Nossa Senhora da Pérsia ali fosse cultuada e que na sua capela tenha sido sepultado o correio-mor Luís Gomes da Mata que a comprou para seu jazigo e dos familiares. Desta imagem consta que teria estado originalmente em Ormuz, e depois levada para a Pérsia por um árabe quando Portugal (em 1622) perdeu Ormuz. Os Agostinhos, que aí tinham um convento, compraram a imagem e enviaram-na para Goa e depois para Lisboa em 1644, aqui tendo ficado. Valeu a pena subir à Graça.

          E com a visita que fiz, o que vi e li, compus este post que publico em Dia Mundial das Missões e finalizo com as palavras inicias da mensagem do Papa Francisco para este dia 20 de Outubro:

         "1. A fé é um dom precioso de Deus, que abre a nossa mente para O podermos conhecer e amar. Ele quer entrar em relação connosco, para nos fazer participantes da sua própria vida e encher plenamente a nossa vida de significado, tornando-a melhor e mais bela. Deus nos ama!"

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