Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Portugal, minha terra.

<div align=center><a href='http://www.counter12.com'><img src='http://www.counter12.com/img-6d7wDw0z0Zz1WyaW-26.gif' border='0' alt='free web counter'></a><script type='text/javascript' sr

Portugal, minha terra.

<div align=center><a href='http://www.counter12.com'><img src='http://www.counter12.com/img-6d7wDw0z0Zz1WyaW-26.gif' border='0' alt='free web counter'></a><script type='text/javascript' sr

16.11.19

Recordações de memória

aquimetem, Falar disto e daquilo

No passado, dia 3 de Novembro, houve festa rija em Vilarinho, para festejar os 40 anos da oficialização do Ranho Folclórico local, com a presença de outros similares seus. Não estive presente, mas o director do Rancho, Armindo Morais, encarregou-se de ler, por mim, um arrazoado que enviei e que engendrei assim:

“Ex mos. Convidados,
Estimados conterrâneos,
Minhas e senhoras e meus senhores.Já se passaram quarenta anos que oficialmente nasceu este “bebé”, denominado por Rancho de Vilarinho. O qual deu origem à associação designada por Grupo Folclórico e Recreativo de Vilarinho (GFRV). Teve por padrinhos nomes sonantes da freguesia, que ao tempo viviam em Lisboa, onde se ali fizera o baptizado.

Vamos explicar como tudo se passou. Entre o Costa Pereira e o saudoso José Queiroz, que Deus tem, ouve sempre bom entendimento até que um dia o “Pereira” entendeu meter também o saudoso Padre Correia Guedes ao barulho, e vai de o convidar a participar num daqueles convívios anuais, que os naturais da freguesia anualmente promoviam. Nessa ocasião o Costa Pereira estava no auge da sua actividade jornalística e era preciso aproveitar-lhe a veia…. Estávamos na década de sessenta, e creio que já no IIIº ou IVº Encontro. O senhor padre Guedes, aceitou o convite, e com ele foi daqui quase meia freguesia.

Foi então que também o Rancho de Vilarinho apareceu, modesto, mas com pernas para andar. Logo lembrou ao Queiroz que devia pensar em legalizar o Rancho, até porque só assim é que poderia candidatar-se a possíveis benefícios sociais, que por vezes são dados às associações culturais. Facto é que atuou e agradou. Veio muita gente, a esse Encontro, que decorreu na Casa Pia (secção de Pina Manique-Belém); e teve missa celebrada pelo Sr. Padre Guedes na Igreja da Memória-Calçada do Galvão. Foi um êxito e marcou uma etapa daquelas em que os vilar-ferreirenses saíram do anonimato, por onde normalmente vagueavam. Mais tarde repetiu-se outra deslocação, mas agora por ocasião duma Semana Cultural que a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa, levou a efeito no Casino Estoril. O Costa Pereira fazendo parte do Conselho Regional da referida Associação, propôs que fosse o Ranho de Vilarinho a representar o concelho de Mondim de Basto. E assim aconteceu, com algumas peripécias pelo meio…, que dispensam comentários. É precisamente nessa altura, 1977, que o Costa Pereira fala muito a sério com o José Queiroz, e lhe propõe que vai arranjar modo de legalizar o Rancho, ele concordou. O Queiroz aceita e agora só resta iniciar os convites para que os futuros padrinhos pareçam e paguem as despesas do baptizado. Foi nessa ocasião que o nosso Rancho atuou na Feira Popular de Lisboa, e foi a um Programa do Júlio Isidro, na Praça de Espanha, que o Costa Pereira apresentou, em directo da RTP. A este, ficou também o encargo, de alinhavar os estatutos, e após a formação da Associação, manter uma Folha Informativa que se manteve cerca duma década. Aqui com a preciosa ajuda do José Francisco Borges Lopes, sempre incansável no dar a sua colaboração.
O Pereira vem a Vilar e faz uma conferência a que deu o título de “A Região de Basto e as Ferrarias entre Tâmega e Douro” e que foi um autêntico sucesso. Decorreu no espaço onde inicialmente era para ficar o Salão. Bem ao contrário de um outro que mais tarde publicou e é pena que não tenha merecido a mesma aceitação, dado a ser única monografia que há sobre a freguesia. E tem por designação “Vilar de Ferreiros - no espaço, na história e na etnografia”. E muito a propósito pergunto: quem é que conserva hoje algum dos exemplares que mandava para Vilarinho sempre que a edição saía?
Meus amigos, eu apostei em servir a nossa terra, sem dela me servir, gastei-me a defender os seus direitos e encantos que tem. A um saudoso amigo que foi meu professor devemos a luta que fez regressar o Santuário da Senhora da Graça à paróquia de São Pedro de Vilar de Ferreiros: foi o Dr. Primo Casal Pelayo. A ele ficará eternamente em divida a laboriosa população da minha e nossa terra.
Dos que nesse dia 31 de Outubro de 1979 apadrinharam a oficialização do Rancho já Deus os tem perto dEle: o Adão Gonçalves de Carvalho e o Manuel António, da GFiscal. Por enquanto estou cá eu, e José F. B. Lopes e o Neca Bouça. Ainda há tempos passei rente à igreja da Madalena, em Lisboa, a caminho da igreja de Santo António à Sé, e vi que já lá não existia o Cartório, onde a escritura foi feita. São quarenta anos! Meia vida.
Meus caros eu saí daqui, mas levei comigo o amor aos calhaus que conheci e aprendi a trepar por riba deles. Comigo levei também o amor à serrania e ao “Iteiro” da Senhora que sempre me protegeu. E hoje pela boca de um “jovem” já entradote, vos saúdo e recordo que vale a pena ser fiel e honrado. Muito obrigados pelo vosso reconhecimento. E atenção a freguesia não é só Vilarinho, chega de Campos à Cucaça e da Senhora da Graça ao Fojo, e ainda do Campo do Seixo ao Fragão de São Paulo. E por aqui me fico dando por terminado este meu arrazoado de Recordações e Memórias, que conservo religiosamente".

11.11.19

Tudo que a terra transmontana produz

aquimetem, Falar disto e daquilo


Ontem houve magusto de São Martinho que a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, em colaboração com a Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica organizaram no espaço que fica entre o Centro Comercial Fonte Nova e o Califa. Como sempre estas festas chamam sempre muitos comprovincianos e amigos desta região e da “colónia” transmontana que é muito grande. Também lá me desloquei e provei a pinga transmontana que é do melhor que temos e mundialmente conhecido por Vinho do Porto. Só porque descia Douro abaixo nos “Revelos”, e em Vila Nova de Gaia era engarrafado.

Agora já nem “Revelos” existem, o último foi o almirante Sarmento Rodrigues a fazer nele a última descida. Como paga esteve preso pelos “abrilistas” só porque era presidente a Torre Alta, aquela empresa que de Tróia fez uma jóia turística no seu tempo.

Mas vamos ao magusto da castanha 2019. Que decorreu em beleza, como e timbre da casa de Trás-os-Montes e Alto Douro quando tem membros do tipo de um Hirondino Isaías e dum Armando Palavras, e outros mais que deixam os seus afazeres para de corpo e alma se entregarem a estes eventos regionalistas por puro regionalismo e empenho pela causa comum e que a todos os transmontanos diz respeito. Fui e gostei de ver aquela forma que se dão a trabalhar e gastam fazendo despesa sem olhar esperar rentabilidade, até parecem os nossos políticos que comem e bebem, e metem algum no bolso ou nos bancos à custa do pagode.

Que diferença entre regionalistas e politiqueiros. Bem, mas eu fui lá para dar o meu abraço ao Dr. Armando Palavras e tive a sorte de ser descoberto pela minha estimada conterrânea Maria Matos que calhou passar por lá com seu marido, no fim de almoço; nem de propósito se fosse combinado por certo que não dava assim como deu.
Foi também um meu vizinho, e como estava com pressa fiz-lhe companhia e deixei as castanhas no assador para quem as ficou a comer, eram muitas e boas como tudo que a terra transmontana produz.

25.10.19

Mesmo muito rara……

aquimetem, Falar disto e daquilo


Por norma é no inicio da Calçada da Ajuda, onde se marca o encontro que foi marcado para o dia 12 às 11h30. Ninguém, dos que apareceram faltou! São assim estes belenenses ferrenhos, que não garanto todos sejam azuizinhos. Certo é que desta vez mudamos de sítio. Eu faltei no anterior almoço, como agora faltou também o Dr. Pegado que já por duas vezes o fez. Mas tudo bem, primeiro estão os deveres e depois dar satisfação aos gostos pessoais.
Foi um encanto meu, voltar a entrar no recinto dos “pasteis de Belém”, não na fábrica dos famosos pasteis, mas no recinto dos “azuis de Belém”, do clube de que fui associado com o número 18210.

O Carlos Fernandes dá-se a estes luxos e arranja sempre lugares giros para estes convívios pois tem gosto e jeito também para captar amizades. Quem nunca falta é o Roger Gonçalves e o Dr. João Inácio, que muitas vezes deixam outros convites bem mais apetecíveis para estarem presentes neste almoço, o mesmo sucede com o Jaime, o Nabeiro, o Dinis, e os irmãos Violalas que desta vez até levou um neto seu.

Faltaram os Pintos que foram meus camaradas nas OGME, assim como o Carlos Fernandes. De forma que também merece louvor este modo destacado dos belenenses da década de cinquenta que na Escola Primária do Altinho ( Santa Maria de Belém-Lisboa) aprenderam as primeiras letras. - Porquê? Porque sabem ser agradecidos, o que nos tempos que correm é coisa rara, mesmo muito rara

11.10.19

De mentiras já bastou até aqui

aquimetem, Falar disto e daquilo

 


Por alguma coisa os governantes que temos escolheram Lucília Gago para ser procuradora-geral da também República que temos, e assim vai a “geringonça” rodando até que apareça outro Pedro Passos Coelho para livrar Portugal de mais uma bancarrota. Tancos é uma questão política, está isenta de criminalidade. Mas nós os portugueses somos deste jeito, importa o dia-a-dia e quem vier a trás que feixe a porta se assim o entender, senão que a deixe aberta que também não incomoda nada, desde que o seu prato esteja cheio….Em minha reles opinião o PSD não devia convocar eleições no seu partido, porque eu já opinei que Rui Rio foi o grande vencedor nas eleições legislativas, por muito que pensem o contrário.

É verdade que se fosse mais drástico no ataque ao mau governo da “geringonça” e na defesa de Pedro Passos Coelho pelo que ele fez em defesa da democracia, talvez ganhasse mais uns votos. Mas temos o exemplo de Assunção Cristas, que foi sem dúvida quem mais criticou e fez a vida dura a António Costa, e nem por isso ganhou nada, antes pelo contrário. Os portugueses estão fartos de conversa e querem é obra feita, tenham disso a certeza os que optaram por viver à custa da política.
E com isto, estão a arranjar modo de ver a direita radical crescer, e vir a ganhar força como já tem em França e noutros países da União Europeia. O que era evitável se fossem honestos e coerentes com o que dizem defender, mas a corrupção acompanha o destino de muitos e vai ser uma tragedia para nós e para as futuras gerações vindouras. Esperamos que se forme uma nova “geringonça” se possível com sangue novo e outro modelo. Caras novas, honestas e honradas onde reine sinceridade. De mentiras já bastou até aqui.

09.10.19

AS ELEIÇÕES E ELEITORES, no clube das boas vontades

aquimetem, Falar disto e daquilo

A minha reles opinião sobre este acto eleitoral é que os portugueses continuam a portar-se como adeptos de futebol cada um com o seu clubezinho no píncaro do cabeçalho, digo da cabeça. Fazem-me lembrar os mesmos que no tempo de Salazar, batiam palmas e depois fizeram o mesmo quando se deu o 25 de Abril, por isso bem avisado andei eu que nunca participei em nenhuma manifestação salazarista, apenas numa chegada de Angola de Américo Tomás, porque vivia em Belém e era dia de boa vai ela….Por ocasião da madrugada do dia 25, fiquei surpreendido ao ver na tarde dessa data histórica uma daquelas pessoas que nunca gostaram de trabalhar andar lampeira em frente ao anterior Museu dos Coches, a exibir os seus dotes de propagandista de liberdades que bradavam aos céus.
Faltou dizer que se tratava de uma pessoa que habitualmente ia buscar a sopa e o resto mais que se lhe dava no 2º Escalão das OGME, até que um dia alguém deu ordens para se não alimentar pançudos, que não queiram trabalhar. Ficou inimiga das Forças Armadas, e nunca mais perdoou. Por vezes são assim os ingratos que por aí abundam, esquecendo-se que foi graças aos militares que hoje gozamos da liberdade que temos tido, até aqui. E foi precisamente nessa condição que D. Manuela Eanes se colocou ao lado de António Costa, não por outra razão que fosse motivo para se tirar partido dessa singular personagem, como tentaram impingir. Começamos pela abstenção que continua a ser uma primeira mostra do nosso estado cultural e do deixa andar que amanhã Deus dará; e assim se ficou pelos 45.50%. Mesmo assim em relação ao recente acto eleitoral para as Europeias já foi muito bom, nessa ocasião rondou os 70%.
Cantar vitória, todos cantam, mas ninguém tem motivo para cantar, porque ninguém ganhou, e os portugueses ainda menos com gente desta! O PS do António Costa lá terá que alimentar os mesmos da “geringonça” se quiser governar, o PCP levou nas lonas e muito bem feito por se meter onde não é chamado...o BE logo que a Catarineta entre com mais gosto dentro da “geringonça” também vai pelo caminho do PCP. Estão todos subjugados ao PS. Então quem foi que ganhou? Para mim foi o Rui Rio, aquele que todos diziam só tinha 22% das intenções de voto e acabou por ter 27, 9%. Este sim, foi o grande vencedor. Até porque contra ele tem os de dentro e os de fora. Deixem lá o homem governar o barco e só quando for preciso é que devem empurra-lo, já bastou o Santana Lopes e outros para afundar o partido. Não esperem que faça como a Assunção Cristas, que por dá cá aquela palha deixa o partido entregue às moscas quando ele mais precisa. Mas parabéns também aqueles que pela primeira vez passam a ter voz na Assembleia da República: a Iniciativa Liberal, o Livre e a Chega, com João Cotrim de Figueiredo, Joakcine Katar Moreira e André Ventura, respetivamente. São mais uns associados do clube das boas vontades….

04.10.19

Na terra de São João de Deus

aquimetem, Falar disto e daquilo

São João de Deus é um Santo português que faleceu em Granada (Espanha) a 08 de Março de 1550. Padroeiro dos hospitais, dos enfermeiros, dos doentes e dos bombeiros. Nasceu em Montemor-o-Novo e, foi um homem que encontrou Deus no amor ao próximo. Foi na terra deste bem-aventurado que fui passar uma semana de repouso e descanso mental juntamente com um punhado, um bom punhado de fraternais amigos que muito bem me acolheram e ajudaram a conviver e aprender coisas novas que sempre se apreendem quando se quer aprender.

Não vou falar mais deste santo que dele já falei noutras ocasiões, mas antes de São Josemaria Escrivá, o fundador do Opus Dei, cuja Obra nasceu em 1928 e fez no passado dia 02 de Outubro 91 ano. O que quer dizer que tivemos festa nesse dia, e sem grandes rodeios vou contar do que constou: Não são mãos largas estes membros da Prelatura, já que foram educados por um Santo que recomendava aos seus filhos e filhas da Obra que fossem moderados no comer e beber, pois a casa era de família pobre e com muitos filhos para alimentar.

E esta lição ficou e é regra da casa. Um cálice de vinho, um docezinho feito pela Administração do Centro de Almansor e a celebração por aqui ficou. Até porque o importante é a oração, dado que quem para aqui vem não espera outra coisa senão isso mesmo. Muito estudo e bons conselhos, de politica não se fala e fica ao critério de cada consciência.

E lá fui encontrar um velho amigo com quem me encontrei o ano passado em Enxomil, o Dr. António Damásio, e tantos outros que como eu, já contamos bastantes “anecos” nestas andanças….

27.09.19

Verdadeiro modelo de São Francisco

aquimetem, Falar disto e daquilo


Hoje, dia 25, Carnide prestou homenagem a um sacerdote franciscano que foi pároco da freguesia e conquistou a admiração de todos com quem se cruzou enquanto vivo. O Padre Filipe que há uns oito anos nos deixou. A um espaço, ao lado do portão de acesso à igreja de São Lourenço, que tantas vezes ele cruzou, entre a Estrada da Correia e a Rua Neves Costa, foi colocado uma lapida com a designação de Largo Padre Filipe Carreira Rosário.

Trata-se de um pequeno espaço, mas o gesto é muito significativo e honra quem se lembrou materializa-lo. Os católicos, os amigos das diversas tendências e cores, a Junta de Freguesia de Carnide, Camara Municipal de Lisboa, e todos quantos se dignaram recordar este saudoso amigo que muito bem conheci e visitei quando já internado e consciente da sua irremediável situação. Sem nunca se lamentar, soube sofrer em silencio, para não encomendar ou espalhar sofrimento á sua volta. Um grande sacerdote e servidor da Igreja, verdadeiro modelo de São Francisco.

22.09.19

Retardado, mas bem festejado

aquimetem, Falar disto e daquilo

O meu neto Álvaro fez seis anos no dia 24 de Agosto, mas como estava com os país em Myanmar, não os pode festejar connosco. Porem fez questão de quando viesse fazer também a repetição dessa comemoração e os pais fizeram-lhe a vontade. Desse modo neste sábado, dia 21, o Álvaro juntou em sua casa todos os amiguinhos da sua escola e vai de com eles dar largas ao seu contentamento que afinal é também de seus pais e demais família.

Pena foi a chuva estragar a tarde, mas como faz muita falta só temos que agradecer estas lágrimas caídas do Céu e que bem precisas eram. As crianças nem deram por isso e os adultos muito menos pois ficaram presos aos reboliço da miudagem ou em amena cavaqueira que neste altura os temas não faltam. Bonito de ver foi o cantar dos parabéns a você por tantas vozes juvenis.
Uns mais cedo outros mais tarde, só os avós paternos e maternos chegaram por volta das 17h00 com foi combinado e por chegaram muito a tempo porque a casa e estava cheia e muito animada foi uma festa de aniversário repetida e muito bem festejada. Parabéns

19.09.19

Anda tudo a pedir molho….

aquimetem, Falar disto e daquilo

Estes sim, são os verdadeiros atores da praça pública e política que temos. Cada um o mais asado e artisticamente trajado e bem ensaiado, desde o António Costa ao André Silva, passando pelo Rui Rio, Catarina Martins, Jerónimo de Sousa e Assunção Cristas que na Antena 1, Rádio Renascença e TSF se apresentaram como convidados que foram. Debate a seis entre líderes dos partidos e da coligação, lá tivemos o André do PAN a defender os animais, e a Catarina as “pensões de privilegiados”, os demais entendem-se bem. Tudo certo, só que há hora em que estes programas vão para o ar, ou temos futebol e telenovela e o eleitorado divide-se por ambas as opções e a política fica para decidir no dia 06 de Out.
Entretanto a PJ continua a fazer buscas no ministério da Administração Interna e Proteção Civil, por causa dos Golas antifumo, e por todo o pais anda o Ministério Publico na cata de pistas que levem à descoberta infrações cometidas por 15 municípios afetos ao PS e ao PSD, e que são Amarante, Amares, Baião, Cabeceiras de Basto, Ferreira do Alentejo, Leiria, Marco de Canavezes, Meda, Mondim de Basto, Pinhel, Povoa de Lanhoso, Santa Maria da Feira e Vila Nova de Famalicão. Á DIAP de Coimbra está confiada a investigação.

08.09.19

Usar e confundir o pagode

aquimetem, Falar disto e daquilo


(aproveito para homenagear dois notáveis e saudosos transmontanos que muito honraram a Província: Tomas Espirito Santo e Jaime Neves)
Eu só lamento este pensar dos portugueses, meus concidadãos, como é possível sermos tão insensíveis ao que nos circunda e nos com toda a naturalidade aceitamos pacificamente. Um governo que não foi eleito, um governo que é responsável pelo maior aumento da carestia de vida desde que o 25 de Abril surgiu, e um governo que mais nos mentiu e continua a mentir, sobretudo nas ocorrências trágicas dos incêndios que têm destruído a floresta nacional e provocado mortes e bens patrimoniais. É tempo de mudar de rumo, e pensar antes de votar.

Não é futebol, mas um governo para governar Portugal. São quatro anos que temos de gramá-los, é tempo demais, para aturar gente que por vezes se serve, em vez de servir. Pela minha parte, estou satisfeito e dou por bem empregue o tempo gasto nesta operação e em particular o regresso de alguns históricos do PSD que andaram em digressão por searas alheias. Muitos são responsáveis pelo êxito populista da “Geringonça”, pois de um modo ou outro ajudaram à sua implantação. Santana Lopes é um deles e o mais destacado no apoio dado.

Quanto a mim também a Concelhia de Cascais do PSD meteu o pé na argola, ao ser desfavorável, por unanimidade, à admissão de António Capucho naquela secção. Outros mais vieram, como Luís Montenegro. E que falta fazem. Uma “Social-Democracia” se deseja, e até serve para a “catarineta” do BE, usar e confundir o pagode.

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2007
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2006
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D