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Portugal, minha terra.

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03.08.19

Mais uma festa de Santo Aleixo da Bajouca

aquimetem, Falar disto e daquilo


Temos aí as festas da Bajouca a surgir em força, como é tradição por meados de Agosto. Este ano com 5 cinco dias festivos a começar logo no dia 14, sexta-feira, prolongando-se até ao dia 18, domingo. Com um excelente programa festivo, e no mais importante um restaurante da festa a chamar a atenção dos apreciadores da boa culinária regional, com destaque para o “carneiro à Bajouca” que já ultrapassou fronteiras e captou o apreço dos bons comilões que costumam vir aqui deliciar-se nesta ocasião, em que a capital do barro leiriense festeja o seu patrono Stº. Aleixo. Se no dia 14 já com o restaurante a servir jantar, a tarde será animada pelo agrupamento HEY LOVE e atuação das bandas WHALES PARAGUAII; no dia 15, dia de NS da Assunção, vai ser a famosa bajouquense Cristina Maria & os TOC’Andar da BANDA DA CATRAIA, quem animarão a tarde, onde também não vai faltar, ano bar, Nuno Rancho e o Luís Jerónimo. No dia 16, com Missa Solene, ás 20h30, temos depois a atuação de NINTEDO NADA TAT & ANA. E no restaurante, o belo “carneiro” e outros pratos mais, á escolha. Quanto ao dia 17, começa de manhazinha, com o tradicional “Passeio de Bicicletas Antigas”, percorrendo os lugares da freguesia e arredores, seguido de almoço animado pelo Grupo de Concertinas da Bajouca. E com Missa Solene às 20h00. A noite será animada pela Banda Katedral Music.

Encerram no domingo, dia 18, com Missa Solene, às 14h30 seguida de procissão e venda das ofertas dos andores. Festas rija, em que atuarão, entre outros, o Grupo de Cavaquinhos da Gândara dos Olivais, a Banda Magna, Academia Rithmus, e haverá o fogo de artificio, por volta das 23h45, pondo final a mais uma festa de Santo Aleixo da Bajouca 

27.07.19

O meu nunca será dado a traidores

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Ora por descuido, ou por má fé, o certo é que chegado o tempo quente, o pino do calor, os fogos aparecem em cheio e põem Portugal todo, em brasa, melhor dito, em chamas. Sempre que aparece um daqueles ditos amigos de ver a floresta arder e é apanhado, logo tem quem o defenda, pois ou é demente ou anda a trabalhar por conta dos madeireiros, ou das celuloses, e o certo é que na cadeia ninguém o quer. Isto foi a treta que nesta ultima vaga de incêndios se deu na região centro e se leram nos jornais. À volta dos fogos que castigara os concelhos de Vila do Rei, Mação, Sertã; e também em Alijo, distrito de Vila Real. 
Para a maioria dos portugueses, que pensam pela sua própria cabecinha, tudo isto não passa de um embuste politiqueiro que nos arranjaram com fins enganadores e destinados a fazer frente ao que está destinado montar e conduzir á ruina moral duma nação já sem respeito por si mesma.
Na escola até Camões já foi irradiado, e sem os Lusíadas para dos feitos doutrora dar a conhecer às gerações futuras. Vergonha, das vergonhas, esta e outras mais. É desta esquerda, anti-pátria, que desteto apoiar. E lamento que muitos amigos meus se orgulhem de dar o seu amem. O meu nunca será dado a traidores

12.07.19

Vingança saloia

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Por: Costa Pereira

Estamos mais ricos, com mais dois elementos do foro religioso que a UNESCO classificou. O Convento de Mafra e o Bom Jesus do Monte, em Braga. Ambos obra da realeza que foi timbre dessa longa governação, que tantos feitos lhe deve Portugal. Após a Republica, nunca mais o país teve sossego e os governos sucederem-se para que cada um entre pelintra, e sair rico. Só o “mau” do “Salazar” é que ninguém o acusa de ladrão ou corrupto.

Em contrapartida são muitos os abusos que se cometem, e deixam o país em situação desconfortável, em relação ao bom nome que ganhou e merecia conservar. A corrupção continua na ordem do dia. E agora já começo a duvidar que a caça às bruxas começou, e a vingança também. Foi o Álvaro Amaro, e agora em Faro, mais outro, creio que do mesmo partido. É gente a mais….. 
Segundo a Lusa está em jogo mais ataque um (PSD) Rogério Bacalhau, a quem o Ministério Publico ordenou um inquérito à gestão de Equipamentos Municipais. Só esperemos que não seja uma espécie de vingança saloia

 

03.07.19

Domingo 30 de Junho

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Por Costa Pereira

No dia 30, final do mês de Junho, festejou-se São Pedro, também na minha terra-natal, Vilar de Ferreiros (Mondim de Basto), aconteceu. Calhou ser o dia, em que D. António Augusto de Azevedo, o VIº Bispo da diocese de Vila Real, tomou posse; sucedendo a D. Amândio que foi o 1º bispo transmontano a ser da sua diocese dirigente.

(Igreja e residência paroquial de Vilar de Ferreiros)
Calhou este ano de 2019, muito a jeito o dia 29 ser precisamente ao sábado que é, no calendário, o dia de São Pedro e São Paulo, ora foi o suficiente ver a festa se prolongar por mais dois dias e assim sem prejudicar o funcionamento laboral cada um se divertir por sua conta e risco….. Mas hoje apos um almoço ofertado, em quando as madames optaram pela praia, desci eu, mais o Vigílio Alberto até ao Pisão da Bajouca, local muito acolhedor, com seu parque de merendas muito bem frequentado e digno de ser visitado, pela limpeza e localização.

(Foto tirada, recentemente, em São Tiago de Compostela).
Há muito que já não abancava lá, mas desta vez lá fui tentado por meu sobrinho e ativo praticante de atletismo, que com outros atletas do Grupo Alegre e Unido ( GAU) ali foram confraternizar, numa rica presuntada. No bar fui encontrar o Zé João Soares, e mais tarde surgiu a D. Fernanda, sua esposa, para ajudar na limpeza e no encerrar das portas. Um daqueles dias à maneira. Mas deu-me ainda tempo fazer mais coisas que fazem parte do meu diário.

24.06.19

Há Sempre lugar para mais um.

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É verdade, com festejo mesmo em frente ao meu solar bajouquense fiquei sem provar as sardinhas e as febras nestas Festas Joaninas. Mas tanto lá como cá, ainda não as provei.Foi o único ano em que não respeitei a tradição, e fiquei de fora na caminhada daqueles ditos persistentes e que vão até ao fim da corrida. Desisti, não por vontade própria, mas porque me foi imposto por uma consulta marcada para esta ocasião, e para não a perder, a capital do barro leiriense ficou no pau da roupa. 
Mas pelo que vi, e a minha amiga Manuela Maria documentou em fotografia, mostra bem o que perdi por não ter ido, e o que ganhou quem participou na festança. Pena minha, não ter podido ir, e aproveitar também. Vou a seguir, e se ainda por lá algumas sobras ficarem, aproveitarei para matar os desejos.
Ao calhas e, com a devida vénia, vou-me servir de algumas fotos com que vou ilustrar este post, de modo a dar deste arraial de São João o que na Bajouca Centro este dinâmico lugar consegue fazer quando chamado á liça. 
E para não ser sempre no mesmo sítio desta vez foi na garagem do meu vizinho Virgílio Sousa, espaço muito amplo onde cabe todo o lugar. Os bajouquenses, são assim. Há sempre lugar para mais um. Parabéns à Bajouca.

22.06.19

Quem tem capa sempre escapa…

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No dia 17, hoje, fez dois anos que Pedrogão Grande foi cenário do mais trágico incendio florestal que se abatei neste país. Provocou 66 mortos, 253 feridos, sete deles com gravidade, e destruiu cerca de 500 casas, 261 das quais eram habitações permanentes, e 50 empresas. Dizem que: “ quem está no convento é que sabe o que lá vai dentro”, assim será em verdade, mas nem por isso deixamos de fazer as nossas congeminações e opinar sobre o que nos parece discutível. A começar pelo que respeita aos falatórios que se desenrolam á volta do ps Valdemar Alves, que muito seguro de si, e confiante na Justiça…. que temos, continua alegre e feliz de vida como que nada de mal se tenha passado na sua autarquia de Pedrogão Grande. Deixá-los falar, porque “palavras loucas, orelhas moucas”. Dois anos já lá vão, e pelo caminho ficou a amargura de quem perdeu os familiares, os haveres e a esperança de viver em paz o resto da sua vida. Vem agora um PR assistir a uma missa, com um António Costa, que na altura do incêndio foi de férias, mais um Ferro Rodrigues que nunca vi se pronunciasse sobre o trágico acontecimento que enlutou Portugal, mostrarem-se muito piedosos para cativar corações desfeitos de tanto penar.

Vêm agora, de mãos dadas, recordar “pecados velhos” que mais não servem do que abrir feridas encarquilhadas a condizer com a falta de vergonha pelo manifesto desprezo pelas vitimas que continuam à espera de verem seus males atenuados e coerentemente atendidos. Incendio que teve inicio em Escalos Fundeiros (Pedrogão Grande), e depois se alastrou aos municípios vizinhos, no distritos de Leiria, Coimbra e Castelo Branco. Além de Pedrogão Grande, também Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos foram os principais concelhos afetados. Para já os acusados constam numa lista que vi divulgada pela MadreMedia/Lusa, no passado dia 16: “São arguidos no processo 13 pessoas, incluindo os presidentes dos municípios de Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos e Pedrógão Grande em funções à data dos factos: Fernando Lopes, Jorge Abreu e Valdemar Alves (que é arguido mas não consta da acusação)”. – “Quem tem capa, sempre escapa…”

18.06.19

13 de Junho, Dia de Santo António

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Como manda a tradição Lisboa presta homenagem ao seu padroeiro, que com São Vicente da capital são reis: Santo António. Nasceu na igreja-museu, vizinha da Sé, em 1195; e faleceu em 1231, ficando sepultado em Pádua (Itália), onde são veneradas as suas relíquias. Sendo feriado municipal, neste dia os lisboetas têm vindo a juntar á data outras iniciativas de caracter cultural, social e turístico, como sendo os casamentos de Santo António, as machas populares e por associação os derivados que dai advém em prol da gastronomia e demais setores do comercio alfacinha.” Na Itália, Santo António destacou-se como pregador e primeiro professor de Teologia da ordem franciscana recém fundada por São Francisco de Assis. Em 1946, Pio XII proclamou-o como “doutor da igreja universal”, com o título de "Doctor Evangelicus" (Doutor Evangélico)”. “O Museu procura “contextualizar esta devoção, explicar a importância de Santo António, o único doutor da Igreja português”, que nasceu em Lisboa e “foi importante para a cidade”.

O procissão que sai da igreja, ás 17h00, que antes foi espaço onde moraram seus pais, e ele terá nascido, segue depois pelo bairro de toda a Alfama e só regressa umas duas horas depois. Este ano fiquei-me por uma visita à sua igreja casa igreja e nem tempo tive para dar um abraço aos meu amigo franciscano Sr. Padre Teixeira, que passou rentinho a mim. Dou-lho daqui.

17.03.19

Ao visitante que de longe aqui vem ter

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Aqui temos mais um Dia do Pai à porta, é já na próxima terça-feira, dia 19 de Março. Na capela de São José do Fojo, vizinha das Fisgas de Ermelo (Mondim de Basto ) Sr. Padre João Paulo ali estará para às 11h30 celebrar a Eucaristia desse festa consagrada ao Patrono da Família Josesiana. Pároco, das paroquias de Bilhó, Ermelo, Pardelhas e Vilar de Ferreiros , o padre João convidou os seus fregueses a fazerem nesse dia uma caminhada em direcção aquele bonito local da freguesia de Vilar e ali festejar o dia com um almoço partilhado que vai certamente juntar muitos convivas das quatro freguesias, mas também de todo o concelho e região de Basto e não só, pois São José é patrono dos Josés, mas também de todos os pais, e de filhos que o hão de ser.Um dia muito apropriado para quem poder e quiser passar por ali, na certeza que há sempre um copo para beber e um petisco para acompanhar, e partilhar da festa em honra do patriarca São José. Ao mesmo tempo que se aproveita para gozar da paisagem sedutora que este local vizinho das Fisgas de Ermelo oferece ao visitante que de longe aqui vem ter

24.12.18

Nunca um governo em Portugal teve tão pouca oposição

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Por: Barroso da Fonte:

Rui Ramos é um dos mais categorizados historiadores da atual geração. Prova disso é o tomo «História de Portugal» com 976 pp, que a Academia de História, tentou ofuscar com dois volumes semelhantes no tamanho mas muito aquém na explanação. Obra de mais dois co-autores coube-lhe o tratamento da III parte: Idade contemporânea da p. 439 à 976. É um dos colaboradores mais assíduos de alguns blogues de referência, nomeadamente do tempo caminhado@gmail.com, onde o releio com grande gosto. Aqui deixo este naco, numa espécie de postal de boas-festas.
«O actual governo e os seus parceiros parlamentares convenceram-se de que a clientelização do pessoal do Estado, através da concentração de recursos em salários e regalias, seria o único meio de suscitarem o apoio eleitoral que lhes faltara em 2015. O reverso da medalha têm sido greves de funcionários, incentivados a exigir mais, e uma escassez cada vez mais difícil de esconder em hospitais, em escolas ou nos transportes. Nunca no tempo da “austeridade da troika” se sentira tal degradação dos serviços públicos. É natural que todos os acidentes surjam, à primeira vista, como possíveis sintomas dessa opção do governo.
A oligarquia, no entanto, faz de conta que não está preocupada: a geringonça alastrou a toda a classe política, e as sondagens são auspiciosas. Os oligarcas, muito satisfeitos, cumprimentam-se uns aos outros por que “não há extrema-direita”. Se fosse possível fechar um par de jornais, saberíamos o que era a perfeição. Mais uma vez, somos um oásis, como fomos em 2008, por decreto de José Sócrates, enquanto o mundo lidava com a recessão. Sabemos como acabou dessa vez. Veremos como acaba desta vez. Mas dificilmente acabará bem. A geringonça socialista, que está a engolir a classe política, é parte do problema de uma sociedade que envelhece e de uma economia que não consegue aproveitar as oportunidades para crescer à medida dos seus compromissos. Estamos a assistir ao fim das grandes expectativas sociais que o próprio regime suscitou há décadas e que tornou a sua razão de ser. A onda vai morrer na praia, mas na ressaca poderá levar quase tudo.
Depois de Pedrogão-Grande, Tancos; depois de Borba, Valongo. Mas a cada uma das infelicidades, temos sempre as mesmas suspeitas: que não terá havido apenas infortúnio, mas falta de organização, de zelo, ou de recursos, e que as autoridades não estão a dizer tudo. A incerteza e a insegurança são os traços que melhor definem esta governação».
Verdades irrefutáveis.

16.12.18

Trás-os-Montes perdeu um dos maiores empreendedores

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CCE19042011_00001 FOTO e ASSINATURA.jpg

Por: Barroso da Fonte:

Taveira da Mota foi, na segunda metade do século XX, um dos maiores impulsionadores da riqueza nacional. Apostou em muitas áreas de atividade, desde a Fábrica dos sabões, em Braga, aos supermercados Novo Sol, em Chaves, a tantas outras unidades comerciais e industriais a norte do País. Mas foi no ramo da pesca, tratamento e comercialização do Bacalhau que Eduardo Taveira da Morte ganhou projeção e respeito, levando longe o nome de Vila Real, onde nasceu e comprou a sua mansão, na qual recebeu Amália Rodrigues e o Duo Ouro Negro, num dia do seu aniversário.
Com a fortuna que herdou e que soube ampliar pelo esforço e competência do seu trabalho, construiu um império comercial e industrial. Centralizou no Porto o quartel general das suas empresas. Com a revolução de 1974 viu complicada a sua organização. Chegou a ser detido e teve de fugir do país, durante o PREC (1975). Voltou com o propósito de retomar a sua actividade em pleno e depressa, graças à sua deliberada vontade de vencer, reconquistou o nível empresarial que tivera e que mantém, repartido por cadeias de supermercados, uma pousada em Alpendurada, diversas casas de campo, iate, etc.. Foi dirigente desportivo de projeção nacional Presidente da Direcção do Boavista e do S.C. de Vila Real e Primeiro Presidente da Direcção da Casa de Trás os Montes do Porto, de que é sócio fundador n.° 4. Cumpriu dois mandatos de dois anos e foi proclamado 1.° Presidente honorário dessa Instituição Regionalista que já foi oficializada de interesse público. Foi ele que tomou a decisão de adquirir a sede social. Por serviços relevantes à Casa foi dado o seu nome à sala principal. O que fica dito escrevemo-lo no I vol. Do Dicionário dos mais ilustres Transmontanos. Conheci este ilustre cidadão Transmontano, em 1968, quando instalou um supermercado no Largo do Anjo, em Chaves. Por cima estava instalado o SNE, de que fui primeiro funcionário e responsável. Nunca mais deixámos de ser amigos. Quando, em 1984, fundei a Casa de Trás-os-Montes do Porto, com mais dois amigos, convidei-o para sócio desse projeto. Aceitou e no dia da escritura decidiu que comprássemos a sede, o que aconteceu nesse dia. Lá tem o seu punho e o seu nome por aclamação dos sócios. Foi um verdadeiro líder.
Ao dar-se o 25 de Abril foi perseguido e preso pelo PREC. Espoliado e denegrido, confessou-me que voltaria a ser rico se voltasse a ter mil contos. E conseguiu muito mais.
Gostei muito de ver a seu lado a Mulher, filhos e netos,na Igreja do Foco (Boavista). Foi cremado em Matosinhos. E as cinzas seguiram para Vila Real, onde imensa gente assistiu aos atos finais.

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