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A Peregrinação de 2017

por aquimetem, em 25.08.17

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A Peregrinação de 2017, em honra e louvor de Nossa Senhora da Graça, vai como de costume realizar-se no 1º domingo de Setembro, que este ano calha no dia 3. Preside , como é tradição, o bispo diocesano D. Amândio Tomás. Do programa deste ano destacamos: às 08h00 - Confissões; às 10h30 - inicio da Procissão no Largo de Santiago com recitação do terço; às 11h00 - Missa Solene;às 12h00 - Procissão de despedida a Nossa Senhora.

Situado no cimo do Monte Farinha - Vilar de Ferreiros, Mondim de Basto - este santuário mariano é dos mais famosos de Trás-os-Montes e do norte de Portugal também. A localização é do mais belo que existe e a região convida à  admiração, tanto como à contemplação. Aproveitemos para o fazer este ano, no dia 3 Setembro, domingo.

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publicado às 14:43


Vilar de Ferreiros em festa com São José

por aquimetem, em 17.03.16

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 Ainda que em tempo de Quaresma, São José tem direito a ser festejado com alegria e fervor por ocasião do Dia do Pai, que é o seu dia, 19 de Março. Como em anos anteriores, na capela de São José do Fojo ( Vilar de Ferreiros), no próximo sábado, vai haver convívio muito animado com lanche repartido da família josesiana, após missa vespertina que às 16H00, o Sr. Padre João Paulo ali irá celebrar . Se o dia se prestar é uma boa ocasião para visitar aquele encantador local, paredes meias com as Fisgas de Ermelo, e tomar parte, senão na eucaristia, no convívio lanche dos muitos Joses que ali se costumam juntar. Chega para todos, mesmo que não sejam da “família”….

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 Também no Domingo, dia 20, na sede de Freguesia há festa, é Domingo de Ramos. Até não há muito tempo, festejava-se neste domingo a Festa do Coração de Jesus, ultimamente deixou de se fazer, passado para outra data, e agora apenas se celebra a festa litúrgica desse domingo, com procissão que saí da vizinha capela de São Sebastião para a igreja paroquial, onde às 15h00 decorrerá a Eucaristia dominical. 

 

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publicado às 22:31


70 já ninguém lhos tira

por aquimetem, em 12.03.16

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Ontem, dia 11, fez anos um meu vizinho e conterrâneo com quem convivo muito habitualmente e que por isso não podia ter faltado com a minha presença nessa data, afim de lhe cantar os parabéns e tomar um cafezinho acompanhado pelo saboroso pão de ló, a lembrar o de Mondim de Basto. E como era dia de festa, um cálice, não digo de quê, para desinfectar a goela, contribuindo também no incumprimento de um preceito da Igreja que recomendo aos fieis abstinência, em dias de 6ª-feira da Quaresma. Foram 70 janeiros, mereciam ser assinalados. Foi o que aconteceu, o Zé Francisco festejou e quer mais

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 Para me penitenciar e para que tal aconteça fui hoje a uma igreja da “baixa alfacinha” ( São Domingos) e junto das imagens de São Francisco e de Santa Clara de Assis pedi a intercessão destes bem-aventurados no sentido de darem a sua ajuda, e em família e fraterna amizade, podermos festejar os nossos aniversários ainda por mais alguns bons anos mais. Parabéns.

 

 

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publicado às 14:50

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Nestes últimos anos, o mês de Janeiro tem-me dado fortes desgostos. Foi há dois anos, com a noticia que recordo em Falar disto e daquilo, de 13/12/14, deste modo: “No primeiro dia de Ano Novo, 1 de Janeiro, deste 2014, ia da Bajouca para Minde quando nas proximidades de Leiria o meu telemóvel deu sinal que alguém me queria falar. Atendi e não demorou que viesse a triste noticia: Faleceu o senhor D. Joaquim Gonçalves!”.

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Este ano também, logo pela manhã, em Domingo de Reis, recebo a triste noticia que de pronto divulguei no Facebook, às 11h16: “ Está de pesado luto o concelho de Mondim de Basto, mormente a freguesia de Vilar de Ferreiros que ele paroquiou durante meio século. Acaba de falecer o Sr. Padre Guedes, o padre da Senhora da Graça”.

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Mas não fica por aqui, em 2015 foi uma cunhada que também a 02 de Janeiro deixou o Casal dos Afonsos (Bajouca-Leiria) e que muito a estimava. Dela divulguei logo no dia 03, em Falar disto e daquilo, a noticia: “Foi hoje a sepultar no cemitério da Bajouca, a bajouquense senhora D. Beatriz dos Prazeres Pedrosa, viúva de José Afonso e mãe de Maria José, João, José Carlos, Maria dos Anjos, Raul, Maria Helena, Irene, Maria dos Prazeres, Jorge, Maria da Conceição, e ainda de Isabel e Francisco Pedrosa Afonso, já falecidos”.

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 Isto para documentar que de facto tenho razão ao me queixar do mês de Janeiro, pois que neste aspecto tem sido muito rude para comigo. E se desço mais atrás, ao ano de 1968, ali vou dar com a perda de outro grande amigo e insigne conterrâneo meu, o Abade Miranda, padre Manuel António de Morais Miranda, de quem o autor de A Ermida do Monte Farinha, o Dr. Primo Casal Pelayo, na página 103, escreveu : ” Esperava eu de Deus a alegria de lhe poder entregar pessoalmente um volume desta monografia. A dura doença que o atormentou já, o não permitiu, pois que o quis ceifar naquele fatídico dia 09 de Janeiro, pelas 14 horas e trinta minutos “. Já todas estas almas partiram à minha frente, mas deixaram parte de si no meu coração, motivo porque as recordo com saudade neste Janeiro de 2016.

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Mais ainda porque estou recordando um Abade Miranda, que foi origem do meu empenho na defesa dos direitos de Vilar de Ferreiros na Senhora da Graça; de um Dr. Primo Pelayo que generosamente defendeu essa causa; de um bispo, como D. Joaquim que mereceu o cognome de “O Bispo da Senhora da Graça”; e de um sacerdote, como o padre Manuel Guedes, que auxiliado pelo saudoso Sr. Manuel Lopes, também falecido a 04- 01- 2013 - e pelo ainda muito dinâmico Mário Borges Lopes - na paroquia e no Santuário de NS da Graça deixou obra de realce. Nomes a perpetuar e por isso de gravar, senão em ouro, que pelos menos seja em bronze do utilizado nas sineiras das grandes catedrais. Assim o merece quem em vida zelou e generosamente serviu aquele famoso santuário e em particular a freguesia de Vilar de Ferreiros. São estes alguns dos verdadeiros amigos do Monte Farinha que o Janeiro ceifou.

 

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publicado às 15:10


Já lá vão 65….

por aquimetem, em 24.06.15

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Por finais de década de 50 apareceu na região do Coronado, como professor na escola do Outeiro, um celoricense que eu conhecia de Fermil de Basto. Por respeito e na dúvida se era ele ou não, também não me atrevi a ir a falas com ele. Um dia em casa do vigário de São Mamede, Sr. Padre Joaquim de Sousa Ferreira e Silva, dei com ele ali ocupado em frente duma escrivaninha, e sem perguntar nada, vai o Sr. Padre Joaquim e anuncia: “tens aqui um homem da tua terra”. Apresentados que fomos, dai em diante a nossa amizade estreitou-se como de irmãos se tratasse. Foi um encontro providencial, este, com o “Pascoal de Molares”, como era conhecido o Prof. José Lopes, pois deu origem à minha primária licenciatura (4ª. classe) e a um convite para iniciar colaboração no extinto Noticias de Basto, ao tempo do tipografo “Sousa”, que gostava mais de abelhas que do Noticias. Resisti ao convite visto que não me sentia atraído por tão interessante meio de ocupar o tempo livre e de servir a sociedade. Mas fui forçado por ele a entrar no redil, e cá me conservo já lá vão mais de 50 anos! Nessa ocasião também o vírus da magia me tinha contagiado, e por terras do Coronado e da Maia me tinha tornado conhecido pelo pseudónimo de Jaucop. Foi uma das etapas bonitas da minha vida e por isso aqui a recordo e assiná-lo com a transcrição do que foi o meu primeiro labor jornalístico faz amanhã, dia 25 de Junho, 55 anos. Dê-lhe por titulo: RECORDAR É VIVER.

           “É já no próximo dia 4 de Julho que passa mais um aniversário (28) do Ressurgimento para o Céu de D. Bernardo de Vasconcelos. “Recordar é viver” disse um certo filósofo; e, a figura de D. Bernardo nunca é demais recordá-la, visto que nos legou exemplos de sublime transcendência moral e espiritual.

           Todas as almas grandes, se tornaram sublimes pelo sacrifício que fizeram de si mesmas a Deus. E, D. Bernardo de Vasconcelos. foi um autêntico holocausto vivo de Sacrifício. o que ele humildemente chamava : “Uma bênção do Céu”

           A sua pequena grande vida, é um livro aberto em cujas páginas se encontram gravados os mais belos exemplos que devem servir de modelo aos jovens portugueses, a essa mocidade radiante que há-de formar o Portugal de amanhã.

           Compreendendo o alcance das sublimes virtudes de Frei Bernardo, não admiro que a devoção popular lhe haja erigido um altar em seu coração fiel e crente”.

 

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publicado às 22:18


Parabéns à Dina Lopes

por aquimetem, em 07.04.13

           Em Maio de 2000, o Beato João Paulo II instituiu a Festa da Divina Misericórdia em toda a Igreja, desde então celebra-se no segundo Domingo de Páscoa. Surge com base nas revelações da Irmã Faustina Kowalska a quem Jesus prometeu: "Neste dia, estão abertas as entranhas da minha Misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha Misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das penas e culpas. Neste dia, estão abertas todas as comportas divinas pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de mim". Não o sacramento da Penitencia que procuro não descurar, mas a comunhão deste domingo recebi-a na igreja paroquial de São Lourenço, que teve por celebrante o pároco Sr. Padre José António.

          Após a Eucaristia dominical fui tomar um cafezinho ao Lg. do Coreto, ao Sr. António, e das obras  de "Santa Engrácia", ali em curso, tirei duas fotos que deixo para dar alarde....Obras que não sei se foram suspensas para protecção dos silos ditos arqueológicos, que ao fim de contas voltaram a ficar soterrados, se para controlar o tempo que falta para as autárquicas.... Isto de politiquices nunca se sabe os porquês.  

          Da parte de tarde fui visitar um familiar ao HL, e por lá me detive a tarde toda entretido com a companhia e a ver aquilo de que não sou grande apreciador: TV. Mas até tive sorte, porque no programa que vi, transmitido em directo de Barrancos, calhei de ver ali uma transmontana, minha coterrânea e conhecida, a falar dos  barranquenhos como sendo alentejana. Parabéns à Dina Lopes

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publicado às 22:08


Gostava de saber. Uma Santa Pascoa!

por aquimetem, em 25.03.13

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          O Domingo de Ramos, na freguesia de Vilar de Ferreiros, além do ritual litúrgico correspondente a esse dia, tem mais um complemento que se lhe junta, chamado a "Festa do Coração de Jesus" da qual ainda guardo memórias dos meus tempos de criança. Bem mais  vivas que da eucaristia desse Domingo em que é recordada a entrada triunfal de Jesus na cidade de Jerusalém e que só mais tarde tomei consciência da sua importância teológica.

 

           Hoje, como outrora, o domingo que antecede o inicio da Semana Santa é ali festejado logo pela manhã (07:30h) com a Missa de Ramos, ramos que após ser benzidos no alpendre da capela de São Sebastião  seguem depois, em cortejo, para a igreja paroquial onde o acto litúrgico tem lugar.

 

          Ainda que muito cristã, a parte respeitante à Festa do Coração de Jesus nada tem a ver com o Domingo de Ramos, a não ser o Evangelho desse dia, como é natural. Festa de igreja que por norma é antecedida de triduo e missa festiva às 11:00h, seguida de procissão à volta da aldeia de Vilar. Dantes havia leilão de oferendas, prolongando a festa pela tarde fora. Ultimamente não se tem feito leilão, mas a festa enche a tarde com doceiros que na minha infancia não havia. Desconheço as origens desta festa aqui, porém é sabido que o culto ao Sagrado Coração de Jesus é muito antigo, embora oficialmente "em Portugal, o pedido para esta Festa é feito pela Rainha D. Maria I, em 1777, o Papa Pio VI aprova o seu pedido e nesse mesmo ano inicia-se a construção da Basílica da Estrela, em Lisboa, dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Com o passar de um século depois da aprovação romana (1765), o Papa Pio IX em 23 de Agosto de 1856, estende esta Festa a toda a Igreja universal". Também em Portugal todo o mês de Junho é consagrado ao Sagrado Coração de Jesus; do porquê da minha terra festejar o Coração de Jesus ao cabo dos 5 Domingos Quaresmais, e o inicio da Semana Maior, também eu gostava de saber. Uma Santa Pascoa para todos quantos passam por este blog, os que gostam e os outros.

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publicado às 18:18


Cidade Natureza

por aquimetem, em 29.12.12

          Quem hoje passar pela Baixa-Ciada ainda pode apreciar uma exposição de fotografia de Ricardo Guerreiro em exibição na galeria do Metro que dá em direcção à rua do Crucifixo e assim desfrutar da beleza das imagens ali patentes. Ali recordei dos meus tempos de criança, espécies que já deixei de ver in loco há muitos anos, como a cigarra, serpentes e o pica-peixe que nas ribeiras da minha terra eu tanto admirava. E do Verão me lembro ainda do canto da cigarra, designação comum dado aos "insectos" da família dos cicadídeos, que reúne os maiores representantes da ordem. Existem mais de 1.500 espécies conhecidas destes insectos (sendo que a Carineta fasciculata pode ser considerada como a espécie-tipo  brasileira). São notáveis devido à cantoria entoada pelos machos, diferente em cada espécie e que é ouvida no período quente do ano. Os machos destes insectos possuem aparelho estridulatório, situado nos lados do primeiro segmento abdominal, emitindo cada espécie som característico".

 

           CIDADE NATUREZA é o titulo dado a esta  exposição de fotografia de Ricardo Guerreiro que como digo está em exibição na galeria da Baixa-Chiado PT Bluestation, até hoje dia 29. E dei conta dela quando esta manhã passei ali a caminho da igreja de São Nicolau, uma das mais importantes da baixa  pombalina.

          Da cobra de ferradura  fiquei a saber que "deve o seu nome a uma mancha escura, em forma de ferradura, na zona posterior da cabeça. É a espécie mais agressiva do país. Quando se sente ameaçada, enrosca-se, dilata a cabeça, emite sons e pode morder. Todavia, não é perigosa para os humanos, pois é aglifa, isto é, não possui os dentes inoculadores de veneno. É uma cobra ágil e trepadora.
          Tamanho- Pode chegar aos 1,5 mts de comprimento.
         Alimentação - Alimenta-se de roedores, osgas, lagartixas, sardões e aves. Contudo, é presa de aves de rapina e sacarrabos (mamífero carnívoro).
         Hábitos- Diurnos. Entre Novembro e Março entra numa espécie de hibernação".

          Também do pica-peixe da minha Ribeira Velha, de Vilar de Ferreiros (M. de Basto), aqui recordei as  muitas vezes que o detectei quando no seu voo rasante e directo percorria o leito do rio . Quando pousado, pode ser facilmente reconhecido pelo dorso e pelas asas azuis e pelo peito e ventre cor-de-laranja. Pousa frequentemente em pequenos postes ou ramos secos, junto à água, a partir de onde pratica a caça à espera.Por ser uma ave tão colorida, é bem conhecida das populações, que por isso baptizaram esta espécie com pelo menos vinte e cinco nomes diferentes. Eis alguns deles: chasco-de-rego, espreita-marés, freirinha, juiz-do-rio, martinho-pescador, passa-rios, pica-peixe, piçorelho, pisco-ribeiro, rei-do-mar. Gostei de ver, um bom trabalho desta associação que promete

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publicado às 15:50


Visita Ad Limina Apostolorum

por aquimetem, em 16.11.07

D. Joaquim

             O bispo de Vila Real, D. Joaquim Gonçalves, continua hospitalizado vítima de uma debilidade cardíaca que se  registou no passado  dia 16 de Outubro, faz hoje precisamente um mês. Figura que toda a Diocese muito estima e respeita não  tem por isso faltado as orações pela vida e saúde de tão dilecto pastor.

          Face a este contratempo que já em Setembro, em noticia à volta das bodas de ouro sacerdotais do pároco de Vilar Ferreiros, fiz referência, chegou-se  ao momento da Visita Ad Limina Apotolorum e com muita mágoa de Dom Joaquim e também de todos os seus fieis diocesanos não pode acompanhar os seus pares no episcopado a Roma e ao Vaticano. 

           Esta Visita Ad Limina  Apostolorum que, decorreu entre os dias 2 e 13 deste mês, é o nome que se dá à visita que de cinco em cinco anos os bispos portugueses das 20 dioceses e do Ordinariato Castrense fazem ao túmulo dos Apóstolos São Pedro e São Paulo e ao Sucessor de Pedro, o Papa Bento XVI.

        Vamos pedir a Deus por intercessão de Nossa Senhora da Graça, de quem Dom Joaquim é fervoroso devoto, para que daqui a cinco anos, já refeito da saúde, que lhe desejamos, integre a próxima Visita Ad Limina Apostolorum.

         As vossas melhoras, Excelência Reverendíssima.

Nossa Senhora da Graça

(Imagem Antiga)

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publicado às 00:56

          O Rancho Folclórico e Juvenil  de Vilar de Ferreiros é de fundação  recente, mas no entanto já conquistou a simpatia e admiração de muitos similares seus, que de norte a sul não cessam de lhe rasgar elogios e formular convites para participar em festas e festivais. Hoje foi a vez de corresponder à solicitação do Rancho Folclórico Os Camponeses de Odivelas, que ao promover o seu festival de folclore anual  fez reunir no Largo de D. Dinis um bom número de agrupamentos nacionais, e representativos de diversas zonas do País, como, por exemplo, Arganil, Santarém e Mondim de Basto.

          Muito participado, foi pena a chuva não ter ajudado, pois caiu em abundância e as pessoas acabaram por se dispersar. Mesmo assim a actuação do Rancho de Vilar de Ferreiros beneficiou de ser dos primeiros a subir ao palco, numa altura em que a chuva ainda não tinha afugentado a numerosa assistência do largo fronteiriço ao mosteiro de Odivelas, monumento arquitectónico onde em túmulo gótico repousa o corpo do rei D. Dinis.

Mosteiro de Odivelas - Origem: Ordem de Cister

Entrada do Rancho de Vilar, no Largo de D. Dinis

O porta estandarte na dianteira da rancho 

O responsável e apresentador do

 Rancho, Manuel Minhoto

Trajes do rancho 

Na dança de "O Regadinho "

Fim de actuação - com a Marcha de Vilar.

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publicado às 22:36


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