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De Barroso da Fonte:
A coincidência do aniversário de Bento da Cruz com o de mediático Padre Fontes, em 22 de Fevereiro, fez com que a Câmara de Montalegre, na presidência do médico Joaquim Pires e do Prof. Fernando Rodrigues, trouxesse à tona os méritos do escritor Bento da Cruz e do etnógrafo Padre Lourenço Fontes. Cada um à sua maneira evidenciou as qualidades que sobressaíram da vulgaridade. Políticos da mesma área, foram pescados no mérito da escrita. Bento da Cruz fora o primeiro a impor-se pela qualidade da sua obra literária. Até 1950 poucos Barrosões se tinham revelado figuras de repercussão regional ou nacional.
Montalvão Machado, Juiz em Montalegre, com o Arcipreste de Barroso, Ferreira de Castro com «Terra Fria» e Artur Maria Afonso com Boninas de Chaves e com os versos sobre o enforcamento do Bagueiro, tinham dado sinal de que esse planáltico espaço do Larouco, à Mourela e desta ao Gerês, era habitado e, desde há muito, constituía a principal porta da fronteira com a Galiza.
Fora um vazio de ideias, de pobreza social e, sobretudo de escuridão cultural.
Se não havia quem tivesse vocação e preparação para dar testemunhos em livros, também em jornais esse vazio se limitava a João do Rio (pseudónimo de um Padre de Vila da Ponte), ao Alberto Machado (de Stª Cruz-Venda), ao José Taboada, de Montalegre. Como correspondentes de diários era na imprensa regional que pontificavam, de longe a longe.
Foi na ausência de colaboradores mais assíduos na imprensa regional e nacional que o autor desta nota de leitura, começou a dar Voz às Terras de Barroso, em a Voz de Trás-os-Montes, no Notícias de Chaves e em a Voz de Chaves. E também no DN, no Diário Popular, Jornal do Norte e no Primeiro de Janeiro que passámos a ter voz ativa. É certo que em Barroso tinham existido vários semanários, quinzenários e mensários. Mas após essa febre de jornais a mais, veio o tempo das vacas magras. No século XIX publicaram-se vários periódicos porque havia diversos partidos políticos e cada força procurava manifestar-se por essa quase única via, visto não haver rádios, nem televisões, nem outros meios que hoje proliferam. Durante o Estado Novo perdeu-se a liberdade e perderam-se vocações por falta de estímulos à educação permanente dos cidadãos que vegetavam no interior do país. O concelho de Montalegre foi vítima do seu isolamento. Por falta de meios e de escolas, os jovens não estudavam. E aqueles que conseguiam ter acesso à escola eram raros. Os filhos de famílias remediadas ainda chegavam ao liceu. A par desses, somente o seminário diocesano de Vila Real que apareceu na primeira década do do Estado Novo.
Bento da Cruz nasceu em Peireses, em 1925, no seio da conhecida Família dos Marinheiros. Por volta dos 15 anos ingressou no Mosteiro de Singeverga, de onde saiu, anos depois para ingressar no Curso de Medicina em que se licenciou e fez carreira. Aos 34 anos publicou o seu único livro de versos e, aos 38, passou a publicar em prosa, em torno da mítica aldeia de Gostofrio, nome do Monte do Castro que pertence a Codeçoso e que fica junto à EN, onde hoje existe a estação da recolha e tratamento do lixo da Câmara. Esse era o monte comum às povoações de Codeçoso e Peireses, para apascentar o gado. Também junto da Estrada 311, no concelho de Boticas, há um povoado com o nome de Bostofrio. Mas B. de C. foi pastor e muitas vezes «botou» o gado ao monte de Gostofrio pelo que esse topónimo terá servido de laboratório para o seu imaginário ficcional. Como era o primeiro Barrosão a escrever e a usar temática etnográfica e antropológica sobre um povo martirizado e quase escondido no «planalto» que usaria para título do Jornal que criou e dirigiu até à morte, depois das recensões favoráveis da imprensa prevalecente de Lisboa e Porto (DN e JN), o autor foi acarinhado pela crítica, mas bastante, contestado pelo clero e alguns católicos mais afeitos ao tradicionalismo reinante. A Editorial Notícias e a Âncora foram editoras que apostaram no autor que floriu em terra certa e em hora de promissão. Ao mérito ficcional juntou-se o evolucionismo partidário. Após meio século de autor do novo regime e noventa de idade, B. de C. sentiu, em vida, os louros que os artistas, normalmente só alcançam depois de mortos. Patrono da Escola Secundária, Patrono do Agrupamento, nome na Biblioteca dessa Escola, uma avenida com duas travessas dessa avenida, mais uma escultura com o seu busto, no recinto da mesma Instituição foi quanto Bento da Cruz granjeou em vida.
No dia 22 em que completaria 91 anos se fosse vivo, o Presidente do Agrupamento de Escolas, Dr. Paulo Alves e a sua equipa primaram pelo fulgor da homenagem ao mais conhecido escritor Barrosão. Com a presença da Família (Viúva, filho, nora e netos, mais o irmão mais novo), o Presidente da Academia de Letras de Trás-os-Montes, António Chaves; a Presidente da Assembleia Geral da mesma Academia, Maria da Assunção Anes Morais e Vice-Presidente do Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar, mais o signatário, usaram da palavra para enaltecer a vida e a obra do homenageado. Foi uma manhã em cheio, com um sol de inverno a aquecer o ambiente que a neve da Serra do Larouco parecia transtornar.
Paulo Alves conseguiu reunir naquele auditório, completamente cheio de alunos, professores e convidados, representantes das principais instituições publicas e privadas da capital de Barroso. Na feliz saudação que fez, Paulo Alves esclareceu que até 22 de Fevereiro de 2017, serão regulares, os eventos culturais a levar a efeito.

O livro IN MEMORIAM BENTO DA CRUZ
O encontro da partida para rememorar a vida e a obra de Bento da Cruz começou dia 22 de Fevereiro. Tendo falecido em 25 de Agosto de 2015, completaria 91 anos de vida no dia em que a Escola de que é Patrono o invocou, convocando os Barrosões (e não só) para um ano inteiro de atividades em sua homenagem. Dois dias antes a UTAD e o Grémio Literário de Vila Real tinham-se aliado à Câmara para o mesmo efeito. A ideia fora do compadre do extinto autor José Dias Baptista que sugeriu in memoriam Bento da Cruz. Nesse livro de 116 páginas editado, algures, pela NORPRINT, com a nota introdutória de três editores: Fernando Moreira, Joana Abreu e Orquídea Ribeiro e custeado pela autarquia, se condensam 37 testemunhos desde a Esposa Ilda Cruz ao Ricardo Moura, do Gabinete de Imprensa. Orlando Alves, Presidente da autarquia afirmou que esta ainda não era a homenagem da Câmara. Seu antecessor, Fernando Rodrigues foi claro ao afirmar que a ele e a Manuel Baptista se deveu a designação deste nome para a Escola. Que a Câmara já fez tudo o que tinha a fazer para eternizar o democrata, o socialista, o jornalista, o libertador e deputado e o mais que ele próprio não quis ser.
No site da Academia de Letras de Trás-os-Montes, podem ver-se e ouvir-se os convidados da Câmara Municipal, que no dia 20 de Fevereiro se concentraram em Montalegre para o tiro de partida para a maratona que só terminará em 22 de Fevereiro de 2017. Esse é o programa da Escola de que é patrono.

 

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publicado às 18:21

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Por: Barroso da Fonte

“Na reunião de Câmara da 3ª semana de Outubro, Rui Moreira, Presidente da autarquia do Porto, manifestou discordância, relativamente à estratégia de promoção usada pela Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte (ERTPN), de «um Portugal bucólico, vendendo o Porto como cidade do Galo de Barcelos e do Fumeiro». E disse ainda que esta entidade irá criar uma agência de promoção externa, o que, em seu entender, colide com as atribuições da Associação de Turismo do Porto (ATP), por ele próprio liderada» Leu-se isto no JN de 22 de Outubro. Américo Pereira e Miguel Costa Nunes, presidentes, respetivamente, das Câmaras de Vinhais e de Barcelos, não gostaram. O Transmontano acusou Rui Moreira de «parolice» e o Barcelense respondeu que RM era elitista e que tal postura era «pedantismo atroz». O JN do dia seguinte deu voz ao autarca de Barcelos que acusou Rui Moreira de que «pior do que o centralismo de Lisboa, é o centralismo do Porto». E em comunicado, Miguel Costa Gomes, afirma que «Rui Moreira «revela que não tem noção da importância dos 85 municípios na promoção do Porto e Norte de Portugal».

Confesso que não conheço pessoalmente o Presidente da Câmara do Porto, mas tenho vindo a apreciar a sua postura política e social. Contudo, quando alguém menoriza a minha Terra, neste caso Trás-os-Montes, tem-me à perna, porque, seja lá quem for, Trás-os-Montes e os Transmontanos, não recebem lições de ninguém, a não ser dos professores quando ensinam e dos técnicos enquanto formadores. Sempre Trás-os-Montes e os Transmontanos foram vítimas do centralismo. E, já é tempo de esquecer a linguagem que prevaleceu durante séculos, usada pelos tempos fora, contra os os «tais parolos», que, à falta de argumentos, nos chamam, ainda que disfarçadamente.

Aquilo que Rui Moreira disse dos Nortenhos na reunião de Câmara, provocou um mal-estar que Barcelos e Vinhais já reprovaram e que eu próprio, enquanto Transmontano, enquanto ex-autarca promotor da Zona Turística de Guimarães e enquanto sócio fundador nº 1, da Casa Regional dos Transmontanos e Alto Douro do Porto, não posso silenciar. O povo diz que «quem cala consente». E que «quem não se sente não é filho de boa gente».

O autarca de Barcelos disse (e eu próprio corroboro) que «pior do que o centralismo de Lisboa, é o centralismo do Porto». Quando se batizou a Invicta como «capital do norte», com Barcelos, Braga, Guimarães e toda a Província de Trás-os-Montes e Alto Douro» justificavam esse pomposo nome. Senão fosse este norte real, o Porto, só por si, não poderia ser capital de si própria, como cidade.

Desde que Portugal nasceu no Portuscale, teve necessidade de agasalhar-se contra o inimigo que chegava pelo mar e pela foz do Rio Douro, transferindo o burgo para Guimarães. Foi Mumadona Dias. Daqui apenas saiu para Coimbra, em 1131. O Vinho do Porto dá nome ao produto das vinhas das margens do Douro que é mais Transmontano do que portuense. São meros exemplos de como o Porto, para ser a grande cidade que é, sempre prosperou à custa do Minho e de Trás-os-Montes. Chamar «bucólicos» ao Galo de Barcelos e ao Fumeiro de Barroso, de Vinhais, de Mirandela, de Boticas ou de Chaves, no sentido depreciativo, é uma infâmia para quem aqui nasce, daqui não sai ou, se sai, aqui volta, sempre, com a mesma fé, o mesmo respeito e o mesmo amor cívico pelo chão que embalou tantos e tão honrados filhos.

Permitir que um qualquer político, técnico ou burocrata, nascido ou bem reconfortado urbanista, parasite do espaço geográfico e do labor de milhares de cidadãos que honestamente trabalham o pão, o «fumeiro» e tudo aquilo que daqui sai para abastecer quem vive na cidade que tão mal agradece, é uma ofensa à dignidade de gerações que sempre foram tratadas como escravas.

O Dr. Rui Moreira - que repito,considero como homem de estatura cívica, cultural e política - foi infeliz. Os Transmontanos e os Minhotos não merecem que os trate, depreciativamente, como bucólicos, nem mercadejares de fumeiro. Além deste produto que é genuíno, é excelso e é sedutor, os transmontanos trabalham, nas suas terras e com o suor do seu rosto: o presunto, a batata, todo o tipo de legumes, a castanha, a maçã, a cereja, a pera, o centeio, o azeite e o vinho mais famoso da Lusofonia: o moscatel de Favaios, o vinho dos mortos de Boticas e o néctar do Douro, reforçam mundialmente, alma do Porto. Bastaria esta dádiva Duriense que é o Vinho do Porto para que nunca mais, seja quem for e onde for, erga voz, o gesto e a ideia de minimizar Trás-os-Montes e os Transmontanos. Do mesmo modo, os Minhotos. Nunca se esqueçam de que, em 868 nasceu o primeiro Condado Portucalense que durou até 1071; que foi restaurado em 1096 e que, apenas se desconfigurou para melhor, na batalha de S. Mamede, em 24 de Junho de 1128, em Guimarães. Esse condado estendia-se, apenas, entre os Rios Minho e Douro. Trás-os-Montes já tinha soldados, já tinha chão e sortilégios (talvez o fumeiro) de que o Porto, para manter sempre viva a sua História, sempre precisou. Não foi D. Pedro de Pitões, nascido nesta aldeia Barrosã, aí formado, no Mosteiro de Santa Maria de Pitões, ainda visível, mais tarde nomeado Bispo do Porto que convenceu os cruzados a participarem na conquista de Lisboa e os acompanhou na luta contra os sarracenos? Como se pode constatar desde os primórdios da nacionalidade os Transmontanos não eram parolos, nem bucólicos. Talvez fosse o Porto a crescer à sombra dessa nobre e sofredora gente que hoje não aceita lições de quem vive no «véu de ignorância» de que fez teoria de Justiça John Rawls”.

 

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publicado às 22:24


Gente que sabe ser agradecida!

por aquimetem, em 13.05.10

          Manhã cedo dirigi-me à Rede de Expressos, em Sete Rios, e  em um dos expressos da 07h00 aí vai ele direitinho ao Altar do Mundo. Ás 08h30 hei-lo apontado à capelinha das Aparições, já então cercada por uma multidão que me impediu a aproximação daquele local que é  epicentro do "fenómeno" mariano de Fátima.  

          Como já ontem me tinha acontecido, também aqui não consegui ver de perto Sua Santidade, mas só o prazer de ouvir a sua voz e com ele rezar na Cova da Iria valeu bem o transtorno de levantar cedo e sugeitar aos apertos da multidão. 

           Espectáculo impressionante, este, que animado por uma vibrante massa humana se reflecte pela espiritualidade, harmonia e cor na alma  de todos nós fieis cristãos. A diversidade de línguas, de raças, de bandeiras e estandartes representativos dos mais diversos povos  e  regiões  do globo são a prova que Fátima deixou há muito de ser um santuário de peregrinação nacional para universalmente ser o Altar do Mundo. Que o digam os nossos vizinhos espanhóis que nestas alturas suplantam tudo e todos. Temos muito que aprender com eles. Parabéns!

           O facto da visita de Bento XVI se desdobrar por Lisboa, Fátima e Porto não influiu por forma  a fazer diminuir o número de perigrinos na Cova da Iria, disso dá testemunho as cerca de 500.000 pessoas que esta manhã estiveram em Fátima. Ainda há muita gente que sabe ser agradecida ! 

          Casa de Nossa Senhora do Carmo, onde o Santo Padre se encontra alojado até amanhã, dia 14.  Antes de partir para o Porto e depois regressar ao Vaticano. Uma boa viagem e o nosso muito obrigado por tudo quanto nos ensinou e deu a saber. Doravante vão diminuir, suponho, "Os crentes envergonhados" deste país que deve à  Igreja Católica a sua origem.   

           Vídeo onde se vêem os peregrinos  e ouve algumas palavras de D. António Marto, Bispo de Leiria/Fátima, antes do inicio da Missa de 13 de Maio  

          Vídeo em que se vêem os peregrinos e ouve a voz de Bento XVI que presidiu à peregrinação de 13 de Maio de 2010

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publicado às 23:36


tirar partido destas distrações...

por aquimetem, em 08.02.09

          Aqui temos nós aquilo que faz a delícia dos portugueses: duelos futebolísticos!  Também gosto, mas como não quero prejudicar o coração, por norma só sei os resultados tempos depois dos jogos terem acabado.  Quero dizer:  raramente acompanho o desenrolar duma partida de principio ao fim. Noventa minutos é muito tempo para estar em frente à TV ou a ouvir o relato na rádio. Também assistir em campo a um jogo ao vivo é coisa que já não faço desde que deixei de ser sócio do Belenenses, sei lá à quantos anos. Foi no tempo do Matateu e do seu mano Vicente, quem se lembra?

          Mas sou nortenho e por isso azul da banda de lá de Gaia. Da terra onde hoje a "Águia da 2ª Circular" foi arrancar um empate (1-1) e assim se desforrar do mesmo resultado que na 1º volta o Dragão lhe impôs na Luz. Depois disto a Equipa  de Jesualdo Ferreira continua a comandar, contestada como é normal  pelos adversários que se queixam da arbitragem os não ajudar. 

         Impedido de abrir a boca, Pinto da Costa não se pronuncia. Mas põe em campo combatentes de 1ª linha: Helton, Fucile, Rolando, Bruno Alves e Cissokho; Lucho, Fernando e Rui Meireles; Lisandro, Hulk e Rodriguez, e muitos outros como Nuno, Pedro Emanuel, Stepanov, Guarín, Mariano, Farías e Tamás Costa . O que vale ao fim da 17ª Jornada o FC Porto ser guia, apesar deste empate em que pela équipa de Quique Flores marcou Yebda, na 1ª Parte, e pelo Dragão, Lucho González. Com isto, mais de metade dos portugueses estão distraidos a discutir quem é que merecia ter ganho, esquecendo-se   da crise que o afecto, e o País atravessa. O governo, entretanto, aproveita para repensar... e tirar partido destas distrações...

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publicado às 23:43


2 de Out. de 1928

por aquimetem, em 02.10.08

Numa das muitas visitas de São

Josemaria a Fátima, aqui pode 

ver-se à sua direita o padre Dr. Nuno

Girão, que foi um dos primeiros

sacerdotes portugueses do Opus Dei

        Fez hoje 80 anos que por inspiração divina o então jovem sacerdote Josemaria Escrivá de Balaguer fundou, em Madrid,  o Opus Dei, abrindo assim aos fieis um novo caminho de santificação no meio do mundo, através do exercício  do trabalho profissional quotidiano e no cumprimento dos deveres pessoais e sociais, sendo assim fermento de intensa  vida cristã em todos os ambientes.

         Natural Barbastro (Espanha), onde nasceu a 9 de Janeiro de 1902, São Josemaria Escrivá faleceu em Roma, a 26 de Junho de 1975. O seu corpo repousa na igreja Prelatícia de Santa Maria da Paz - Rua Bruno Buozzi  75 Roma - acompanhado continuamente pela oração e o agradecimento das suas filhas e filhos e de inúmeras pessoas que se aproximam de Deus atraídas pelo exemplo e ensinamentos do Fundador do Opus Dei. Que foi beatificado a 17 de Maio de 1992, e a seguir canonizado, em 6 de Outubro de 2002.  

          Grande devoto de NS de Fátima e amigo de Portugal, foi a instâncias da irmã Lúcia que pela primeira vez visitou a terra de Santa Maria, em Fevereiro de 1945. E não tardou que também a primeira semente da Obra fosse lançada em Coimbra e daí começasse a irradiar para outras cidades, vilas e aldeias portuguesas.

          Para assinalar a data foi celebrada Missa no Oratório de São Josemaria, em Lisboa, presidida por Monsenhor Rafael Espírito Santo, vigário regional do Opus Dei; e  o mesmo sucedeu na igreja da Trindade, no Porto, tendo presidido o bispo da diocese, D. Manuel Clemente. Tudo em dia dos Santos Anjos da Guarda!

 

 

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publicado às 23:34


À grande Pinto da Costa!!!

por aquimetem, em 15.07.08

          Que grande cachola com que ficaram hoje aqueles  gestores de meia tigela que esperavam ir à Liga dos Campeões de futebol, em prejuízo de quem conquistou esse direito no relvado e na superior capacidade de gestão! Não sei se como os políticos quem ande nestes negócios, desporto não é, tem muita ou pouca  vergonha na cara, mas tenham a que tiver pelo menos deviam saber-se respeitar mutuamente. O País agradecia-vos.

          Parabéns ao Tribunal Arbitral do Desporto de futebol, que decidiu manter o FCPorto na Liga dos Campeões, recusando os recursos do Benfica e do Vitória de Guimarães contra uma decisão da Comissão de Disciplina da UEFA.. 

          Pergunto, eu: o que ganha o nosso futebol e o País com oportunistas desta natureza? À grande Pinto da Costa!!! 

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publicado às 18:48


caramba!

por aquimetem, em 05.11.07

Dr. Rui Rio

          Licenciado em Economia  pela Universidade do Porto - não pela do Sócrates... -, o Dr. Rui Rio é Presidente da Câmara Portuense desde  2001 e durante estes seus mandatos foram gastos milhões de euros não em "casas da musica", mas na reabilitação dos bairros sociais  e do parque escolar da cidade. Isto quer se queira quer não provoca muita comichão na cabeça dos seus adversários políticos que gostariam de o ver gastador irresponsável como alguns seus antecessores. Não é desses, é social-democrata!

         Sem matéria por onde se lhe possa pegar, entretanto o PS Porto foi-se agora a ele  porque pelos vistos o malandrão do Rio entre outras ofertas à Câmara Municipal da Beira (Moçambique) juntou um camião do lixo (não de lixo) com cerca de 25 anos e que segundo parece a receptora se terá dispensado receber. Pobres e mal agradecidos, não é coisa rara de ver neste mundo.

       Estes políticos são tramados, se o bom do Rui calhava ofertar um veículo novo lá estavam eles todos em cima dele acusando-o de se estar a promover à custa do erário camarário e a dar aquilo que não abunda na sua cidade. Não o fez , optou pela modéstia, mas o resultado é sempre o mesmo...

        É difícil lidar com gente desta! Mas eu dava uma dica: amigos como se mostram da cidade da Beira era uma boa ocasião para aprontarem as malas e partirem rapidamente daqui em missão de  voluntariado... Aproveitem a boleia do camião...,caramba!

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publicado às 20:58


falta de Lulas...

por aquimetem, em 08.07.07

                  O espectáculo de  ontem, dia 7, foi um sucesso, e o evento coisa nunca vista, neste Jardim à beira mar plantado! Parabéns ao génio promotor da iniciativa, o suíço Bernard Weber, que com raro talento soube e sabe explorar  comercialmente as tendências  emocionais do ser humano.

 

Estádio da Luz

                Tudo muito bem calculado, o organizador aproveitou a presidência portuguesa da UE para no Estádio da Luz levar a efeito este fabuloso evento de projecção internacional com vista a eleger além das 7 Maravilhas dos Mundo, também - como não podia deixar de ser !!! - as 7 Maravilhas de Portugal. 

              Sem discutir o crédito ou o critério que anda ou andou  associado a este dispendioso projecto, uma coisa é certa: Portugal foi badalado por esse mundo fora. Quanto ao resultado  das votações é bom ter presente o juízo de figuras como Sue Williams, porta-voz da UNESCO, e Zahi Hawass, responsável pelas antiguidades do Egipto, feito nestes termos :< Esta  competição não tem qualquer valor. Não são as massas que escrevem a história >.

              Concordo com este sábio juízo, até porque no caso de Portugal ao serem as massas a ordenar,  ficou o Porto fora da carroça; assim, como ficou Tomar, o Alentejo e o interior do País, isto para não falar das Regiões Autónomas.

             No Portugal profundo, também há muitos "Corcovados..." , mas continuam  a existir muita  falta de Lulas... 

 

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publicado às 22:50


Já lá vão seis !!!

por aquimetem, em 26.05.07

          Cuidado ó povo do norte, olhem que a coisa está mesmo muito negra. A final o Dr. Fernando Charrua já é a 6ª vítima a ser saneada pela zelosa directora da DREN, de seu nome Margarida Moreira. E vejam a qualidade da bicha, uma das vítimas, é  um Professor, António Queirós, cego de nascença que por causa duma conversa em tom humorístico, da do género do Prof.Charrua, com uma colega de trabalho, e também pelos vistos deturpada, foi corrido do emprego. E niguém chama esta Sra. Mda. à pedra ?  Então é porque está a ser  coberta...

         Pessoal com jeito já existe, agora só há que aproveitar os alicerces... de Sete Rios, e dar  animação... à Rua António Maria Cardoso.  Até agora já lá vão seis!!! 

Telheiras- jardim da EPUL 

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publicado às 21:28


Dia de São João Bosco, e do mágico...

por aquimetem, em 31.01.07

       Ora aqui temos nós um tema que posso considerar ser da minha área de saber: ilusionismo. É verdade! Cedo me apaixonei pela "Arte de Robert Houdin", mas só nos inícios de 1960 é que o meu nome começa ser conhecido em diversas plateias e ambientes associados a tão encantadora arte. Também há muito que deixei de praticar e portanto de acompanhar os avanços da técnica que um Luís de Matos e um Lacerda Machado Júnior têm sabido aproveitar. Mas não pensem os leitores deste post que vou ensinar magia ! Não, o que vou fazer é prestar aqui uma singela homenagem ao patrono de todos os  ilusionistas: São João Bosco.

          Nasceu em Piemonte - Itália, a 15 de Agosto de 1815. A vida e obra deste apóstolo da juventude está mais que divulgada e patenteada em óbices como:educador emérito; escritor com dezenas de obras; artista circense, mas sobretudo o sacerdote de Bechi, aquele que foi o fundador das escolas-oficinas destinadas a rapazes desamparados, os "Birichinis" ; das colónias anuais de férias para os mesmos; das Confrarias salesianas; das Irmandades das Filhas de Maria do Perpétuo Auxilio, destinadas a ser para as meninas o mesmo que os salasianos para os rapazes.

          Deste Gigante da Bondade que os ilusionistas em Congresso Mundial elegeram seu patrono, deixo esta história que se conta  dele: Qundo aida seminarista, tornou-se notável pela execução dos truques  de magia. O arcipreste do colégio, sabendo que o vulgo o considerava "feiticeiro", mandou-o chamar à sua presença, e disse-lhe: Muita gente afirma que és bruxo; que engoles toda a classe de objectos, que depois devolves de novo sem o menor esforço; que restituis a vida a animais, depois de mortos, que com cartas, moedas, bolas e ovos de galinha, fazes "peloticas" que todos consideram  "artes do  diabo". João Bosco escutou com atenção e respeito as observações do arcipreste; e quando ele se calou , fez-lhe entrega da sua bolsa, do relógio, e de outras pequenas coisas que lhe havia escamoteado durante o interrogatório, sem que ele desse por isso. O arcipreste riu-se da brincadeira, e compreendeu que toda a falada bruxaria atribuída ao João Bosco, não passava de uma extraordinária habilidade de ligeireza de mãos - prestidigitação pura!  

          O padre João Bosco faleceu no dia 31 de Janeiro de 1888,  e foi proclamado Santo por Pio XI, em 1 de Abril de 19 34. Festejado canonicamente pela Igreja a 31 de Janeiro, também neste dia os ilusionistas se reunem para das mais diversas formas honrar o seu patrono. E mais não digo porque  as grandes figuras da humanidade dispensam palabriado.

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publicado às 20:53


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