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Prova evidente

por aquimetem, em 19.10.11

 

          O dia 5, 3ª-feira, culminou com um jantar no restaurante das piscinas, na marginal; e além do dito, ficou também da data a recordação do começo de uma série de dias chuvosos que se prolongou até ao dia 13.    

 

           Acordei com o barulho da chuva a bater na janela eram 07h00, embora a essa hora já em casa houvesse gente a cuidar do pequeno almoço para ir para o escritório, nessa manhã a chuva foi o meu despertador.

          Foi também o dia em que  dispus de internet e assim pude alinhavar o meu primeiro post a respeito desta minha viagem a terras africanas o qual intitulei “Um abraço de Moçambique”.

          Entretanto aproveitar os intervalos sualheiros para percorrer as ruas de uma cidade carecida de paredes limpas e buracos tapados com pedra e alcatrão foi o que procurei fazer logo nesse dia muito bem passado.

 

          Capital da província da Zambézia e importante porto de cabotagem moçambicano, Quelimane situa-se no Centro/Norte do país e tem como limites: a  norte, as províncias de Nampula e Niassa; a sul Sofala, a oeste o Malawi e a província de Tete; e a leste o Oceano Indico. Em post intitulado Quelimane, aqui publicado a 20/7 são feitas referências à volta da origem do topónimo desta cidade que dizem foi nela que Vasco da Gama encontrou a certeza de estar na rota certa para a Índia.

 

          Do que fica dito as imagens recolhidas e que servem de ilustração ao presente post ajudam a ter desta cidade que já foi das mais prosperas de Moçambique um retrato aproximado do seu aspecto actual. 

 

          Que os portugueses deixaram obra feita, as amplas avenidas e construções  seguras da urbe são disso prova evidente. As fotos falam por si.

 

 

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publicado às 15:04


2 comentários

De mg a 21.10.2011 às 12:24

"Prova evidente" que realmente prova que os portugueses deixavam marca...marcas que o tempo não consegue apagar.
Mas, e hoje?....Parecemos umas baratas tontas, nem sabemos onde poisar!!

O conterrâneo comece mas é, a cortar nas viagens; se não, temos o caldo entornado!

De aquimetem a 26.10.2011 às 22:15

Penso que não. Mas erradamente os nossos irmãos africanos tem estado a trocar-nos por outros parceiros mais aliciantes que ali se vão aninhando com a sua língua e cultura, pondo em risco o que sobrou da presença portuguesa, que digam o que quiser redundou em beneficio dos africanos, sobretudo das nossas ex-colonias, do território.

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