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Na hora do adeus à ilha

por aquimetem, em 20.09.11

         Fortaleza de São Sebastião que, com a igreja de NS do Baluarte anexa, constituem o mais importante monumento histórico da Ilha de Moçambique. Dispõe no seu interior além da ermida, de uma enorme cisterna com capacidade para reter cerca de 2 mil pipas de água pluvial que foi a arma usada pelos  portugueses contra os holandeses que sem o precioso liquido para durante o cerco se saciarem acabaram por se retirar vencidos em 1607.

 

           Num ilhéu a sul poente da ilha, aonde na maré baixa se pode chegar a pé, fica o fortim de São Lourenço que remonta a uma fortificação de 1557 entretanto construída de novo com  traça que vem do séc. XVIII e que  hoje mantém.

          Outro imponente edifício da época colonial construído pelos portugueses é este dos finais do séc. XIX que chegou a ser um dos melhores hospitais não da Ilha de Moçambique, mas de todo o continente africano.  

          Igreja da Misericórdia é dos monumentos mais característicos da ilha, pela sua frontaria com dois pisos. É postrior à destruição da ilha pelos holandeses em 1607, segundo as várias fontes consultadas.

          Interior da igreja da Misericórdia, onde nas paredes  figuram inúmeras gavetas fúnebres com o nome de cada um dos finados ali depositados,  certamente benfeitores e amigos  da  respectiva Misericórdia.   

           Jardim da Memória recorda um espaço que testou ao vivo a praga negra da escravidão.

          A casa em que dizem  viveu Luís de Camões. O sítio.... é mais provável

  

        Igreja de São Francisco Xavier

     A reconstrução do património urbanístico da cidade não se faz sem a colaboração de pessoas individuais ou colectivas dispostas a colocar os seus talentos e labor ao serviço da ilha. Facto que se está a revelar evidente no ramo da restauração e patente em casas  como o Terraço das Quitandas, o Escondidinho, o RUBYbackpacker e outros que apostados na promoção do turismo local recuperam os edifícios onde se estabelecem. O hospital em ruínas consta-se será transformado em hotel e só assim salvo da ruína total. 

 

          Aqui o simpático gerente do Terraço das Quitandas, um português beirão, que com muito esmero e delicadeza me acolheu durante a estadia na  ilha. Aqui na hora do adeus à ilha

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publicado às 17:22


1 comentário

De mg a 22.09.2011 às 00:07

Continua a vida bôua!!...
Essa cisterna das 2000 pipas de água pluvial na Fortaleza de São sebastião, coisa bem imaginada...grandes portugueses.Parece-me que os de hoje já não são assim...
Estes edifícios são relíquias, apesar de um tanto deteriorados . Fotos bem informativas...documentos.
Parabéns ao sr.português Beirão, gerente do Terraço das Quitandas

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