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No Indico para desembarcar

por aquimetem, em 22.08.11

           Desde finais de 2006 que o IBO Island Lodge se estabeleceu ali com um turismo de qualidade que os naturais do arquipélago das Quirimbas jamais poderiam oferecer. Para o efeito foram restaurados os centenários edifícios, mantendo a sua traça original, em sintonia com a longa história da ilha, onde se misturam as influencias árabe, indiana e europeia. Três das mansões coloniais estão recuperadas, cada uma com mais de cem anos, com paredes de 1 metro e tectos muito altos.  

          Corredor-telheiro ao longo das entradas exteriores dos edificios (3)

           Passeio publico frente à orla.

           A Lodge dispõe de  9 luxuosos quartos com ar-condicionado

           Jardim onde normalmente são servidos os almoços e ficam as piscinas

           No quintal ajardinado uma árvore carregada com  ninhos de pássaros migratórios.

           artesanato de ourivesaria

          Um artesão ourives. 

          A maioria dos habitantes de ilha são muçulmanos porque também são raros os que ali vão falar-lhes de Jesus Cristo. E tanto nome de santo, em monumentos em ruína. 

 

           IBO é realmente uma ilha mágica e os clientes do Lodge podem de facto perder-se na história da ilha, ver os artesãos a trabalhar, explorar as velhas fortalezas, relaxar nas suas três piscinas. Agora que IBO passou a ser o Centro Administrativo do Parque Nacional do Arquipélago das Quirimbas, vou aproveitar a maré para dar um  passeio num dos barcos tradicionais da ilha até que encontre um banco de areia no Indico para desembarcar. E ali apanhar uma manhã de sol e  tomar o pequeno almoço desse dia.

  

            Antes dos passageiros já outro barco se adiantou com tendas, alimentos e utensílios para desporto subaquático.

 

            Lá vamos nós feitos turistas em mar onde Vasco da Gama foi marinheiro.

 

           Ao largo e longe da ilha forma-se um "banco de areia" que nas mares baixas se pode ocupar, mas só nessa fase pois fora disso as águas do Indico tomam  conta do areal que os corais sustentam.

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publicado às 18:12


4 comentários

De mg a 24.08.2011 às 12:12

Claro que assim vale a pena ir a África. Penso, pelo que nos mostra, que andou mesmo pelos meandros...
Paraíso, esta IBO. Pelo que se ouve falar, vê-se muito mais organização por aqui do que por Angola.
Penso que há mais cultivo da beleza natural e preservação daquilo que realmente é tradicional.
Cama de dossel?... que luxo (asiático ) africano!!
Estas casas com os pátios e aquelas colunas!!!

De aquimetem a 24.08.2011 às 23:22

Não gosto de fazer comparações em relação ao que se me afigura mau e neste aspecto muita coisa podia estar melhor tanto em Angola como em Moçambique. Terras com potencialidades económicas soberbas para manter os seus habitantes fartos e felizes, não se percebe porque razão alguns abundam em fartura e outros vivem miseravelmente . E todos da mesma cor e origem africana. Mas gostei mais do Maputo que de Luanda, aparentemente melhor organização e asseio urbano. Do mais as fotos falam por mim.

De mg a 25.08.2011 às 11:56

Ainda volto para dizer que fiquei encantada com estes ninhos todos juntinhos na mesma árvore. Chama-se a esta imagem, igualdade e paz no mundo...assim deviam ser os humanos...
As grandes diferenças em Luanda e em Moçambique, na evolução e, ou organização..ou não, é fundamentalmente devida à desigualdade e à má distribuição de bens materiais...o velho cancro: O dinheiro a fugir cada vez mais para os ricos deixando os pobres mais pobres e desalentados, desesperados e a terem atitudes de "Salve-se quem puder"; então leva ao que se vê de "feio em África"...
Mas infelizmente, reinam sempre os "Mafiosos"!!

De aquimetem a 01.09.2011 às 11:16

Há desigualdade, mas isso há-de haver sempre, até porque é uma das formas de premiar quem trabalha mais e melhor. Mau é haver tantos corruptos e xicos espertos a viver à custa do Zé pagode . Dos ricos que fazem girar o dinheiro criando riqueza não tenho queixa a fazer, do pobre sem trabalho por culpa alheia é que lamento a sua situação. E é isso o que se passa também em África, e instituições como a IBO procuram atenuar com acções didácticas e caritativas .

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