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não comia castanhas!

por aquimetem, em 17.11.08

 

Um dos pavilhões do conceituado Externato Marista

           Ontem, dia 16, a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, de Lisboa, levou a efeito, nas acolhedoras e amplas instalações do Externato Marista (ao Alto dos Moinhos),  o seu tradicional "Magusto Anual" que como de costume foi muito concorrido e animado.  

          A jornada teve início cerca das 10h30 com a chegada dos comerciantes e produtores que ali expuseram muitos dos saborosos produtos que em Trás-os-Montes e Alto Douro se produzem, como: vinhos,  jeropiga,  fumeiro,  broa, doces,  castanha, amêndoa, azeite, etc. Também por essa hora começaram a chegar muitos dos associados e familiares que previamente se tinham inscrito para o almoço-convívio que decorreu antes do magusto, marcado para as 15h30.

           Lá fui mais uma vez a este tradicional magusto graças a um convite, por e-mail, do meu distinto comprovinciano dr. Artur do Couto que se não existisse era um transmontano que tinha de ser  inventado: está em tudo e em todas, desde que seja em prol de Trás-os-Montes! Bem haja e os meus parabéns pelo vosso amor às fragosas origens.

          Comigo levei mais um transmontano e conterrâneo meu, o J.Borges Lopes, o objectivo era apenas ver amigos e muita alegria transmontana. E assim foi, mal entrei dei de caras com o dr. Armando Jorge, que já este ano foi visitar Vilar de Ferreiros e  NS da Graça; depois o Sr. Eng. Tomás Espírito Santo,  e sua dilecta esposa; e logo, gesticulando, no meio dos convivas,  o inconfundível dr. Artur que, como ninguém, conhece a história do "vinho dos mortos", ou não fosse de Boticas. Também o Ni que há tanto tempo não via, e o Dr Jorge Valadares, que como eu se deixou de magias..., tive ocasião de saudar e abraçar. Grandes transmontanos,  grande raça de gente!

          Como disse, ia apenas com  o objectivo de ver amigos, mas acabei por  partilhar também na função gastronómica que o Magusto á moda transmontana recomenda. Com uma "misteriosa" senha que me depositaram na mão lá tive que me meter na fila e de tabuleiro na mão receber: um punhado  de castanhas, uma  alheira e uma fatia de broa, dois copos de vinho e outros dois de jeropiga, que deram de sobra para mais um....

          Pena foi não ter o gosto nem o jeito que a maioria dos transmontanos tem para dançar ao som da música como ali se viu e bons artistas exibiram com instrumentos e voz.  Então a Marcha de Vila Real,  já  no cair da tarde, foi um êxito ensurdecedor...toda a gente parece saber a música e a letra. Aqui também os parabéns muito em especial para meu insigne conterraâneo Mons. Ânjelo Minhava, nutural de Ermelo (Mondim de Basto), freguesia vizinha de Vilar de Ferreiros. Sem ele não havia marcha, e eu sem o dr Artur, não comia castanhas !

 

Aqui temos um assador em brasa e outro... a matar a sede.

Na fila  para as castanhas

Aqui está o taboleiro com a dose...

 o Dr. Valadares a ver repartir a alheira

Os animarores musicais da tarde dançante

Muito publico a dançar e a apareciar a música

o  conjunto que tocou e cantou a Marcha de Vila Real

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publicado às 19:44


6 comentários

De jts a 18.11.2008 às 19:11

Pois é meu amigo Costa Pereira, ao passar em revista os seus blogs, fiquei a saber que como grande trasmontano que é não faltou ao magusto da casa de Trás-os-Montes.
Parabéms.
Estou a tentar modernizar os meus blogs, nos quais já coloquei a minha foto de identificação para que os meus leitores possam conhecer melhos com dialogam.
Estou a preparar um naipe de informaçãoe sobre os Bombeiros Voluntários, que num novo blos será ofericido aos meus amigos, acompanhado da algumas lindas fotografias, para melhor ilustrar a vida desta nobre instituição.
Um grande abraço,
Teixeira da Silva

De aquimetem a 18.11.2008 às 23:29

Venha essa modernização que bem o merece Mondim e os seus Soldados da Paz. Gostei do seu comentário na Folha nº 18, que não sei se reparou é do ano de 1986. Com comentários como este até fica actualizada. Um abraço de amizade e até sempre.

De mgraça a 20.11.2008 às 19:36

Pois é!...Estas festas são só para transmontanos mas de Elite!...Nós os populares, só a ver...Veja-se o Conterrâneo:que não comia castanhas, que não comia; mas comeu, e até teve direito a dois copos de jeropiga ;fora a dança e o canto!-Nem uma castanhinha aqui p´ra malta, muito menos jeropiga; quem quizer que vá ao pingo doce , e compre daquela feita a martelo.Como é que isto não há-de andar assim?Fazerem distinções entre os proprios transmontanos?-Nossa Sra.da Graça não há-de estar muito contente,não não!...

De aquimetem a 20.11.2008 às 21:26

Quer então dizer que há os da elite e os da delete ..., será ? Nunca tive os transmontanos nessa conta, quem muitas vezes faz a diferença são os tais de baixo...que em lugar de se aproximarem de cara lavada junto dos mais favorecidos da sorte e do saber, se afastam deles como que envergonhados. Eu não! Mas fica já convidada, por altura da Pascoa vai haver mais, então em vez de castanhas será o folar, conte com um afilhado. Bfs

De belezaserrana a 19.11.2008 às 17:02


O Homem que busca inspiração no Santuário e Miradouro da Senhora da Graça, em Mondim de Basto, é um defensor acérrimo de tudo quanto diga respeito à Sua Terra e Suas Gentes. Viva ele longos anos para sentir e fazer o mesmo. Quanto ao dançar, aconselho-lhe umas lições nos " Alunos de Apolo" em Lisboa.
Haja saúde e pela Páscoa, a festa transmontana continua.

De ctmad a 22.11.2008 às 10:27

Caro conterrâneo:



Tendo em atenção o e-mail do nosso Presidente da CTMAD e do Dr. Couto, publiquei nos nossos blogs uma referencia a este seu blog. Aproveitei e tomei a liberdade de colocar um slideshow das excelentes fotos que o meu amigo tirou.

Espero que ele não veja nenhum inconveniente nisso.


Um abraço trasmontanoduriense

A. Morais

ctmad.blogs.sapo.pt

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