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Numa outra perspectiva

por aquimetem, em 15.08.17

Foi mais um dia de festa, o 4º dos 5 com que a Bajouca honra o seu padroeiro Santo Aleixo. Com Missa vespertina e solene, às 20h00, concelebrada pelo pároco, Sr. Padre Davide e o salesiano Sr. Padre Leal, presidiu o bajouquense Sr. Padre Melequiedes. Finda a celebração há  que procurar senha de entrada no restaurante da festa e esperar que chamem pelo número que contem. Os clientes vindos de perto e longe são às centenas e a ordem é rigorosamente respeitada no serviço e nas entradas.  Mas tive sorte, até no passar as quase 02h00 de espera para ser chamado. Como eu, também um casal amigo de bajouquenses de diáspora, conceituados dentistas em Lisboa, a Luz e Francisco, mais duas filhas ajudou a passar o tempo em amena cavaqueira. Fomos praticamente os últimos a ser servidos. Tanto assim que ao sair do restaurante já uma grande parte dos voluntários que generosamente formam a coluna vertical da festa rainha desta inigualável comunidade bajouquense estavam a servir-se à mesa depois de terem servido os outros. Grande pessoal

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O Sr. Padre Melquiades na homilia

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Um casal de velhos amigos

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Um aspecto do restaurante

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Pessoal de serviço

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 Numa outra perspectiva 

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publicado às 10:40


Ficou vazio e rendeu bem

por aquimetem, em 14.08.17

Reportagem fotográfica do andor do lugar da Bajouca Centro, nas festas de Santo Aleixo de 2017, desde o arranjo, ornamentação, enfeite com ofertas, na procissão e no leilão. Na garagem da Saudade "Rata" :

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Arranjo

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Ornamentação

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Enfeite com ofertas :

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Já pronto para sair e desfilar:

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 Agora muito bem conduzido ao ombro de  generosos bajouquenses do lugar lá desfilou em procissão, com outros seus similares dos diferentes lugares, no fim da Missa dominical e solene, que o pároco Sr. Padre Davide celebrou, às 14h30.  

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Após a procissão ficou despido graças a acção dos leiloeiros de ocasião os irmãos Sarradela, António e Arménio, e  colaboradores.  Ficou vazio e rendeu bem

 

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publicado às 13:02

CCE19042011_00001 FOTO e ASSINATURA.jpg

Por Barroso da Fonte:

Nasceu Miguel Torga em 12/8/1907 e faleceu em 17/01/1995. Já passaram 22 anos. Parece que ainda estou a vê-lo no meu Austin 1100, a caminho de Serraquinhos (Montalegre), onde fomos almoçor, a convite do seu amigo de caça, o popular Padre Joaquim Alves. De Chaves saimos três: o médico Mário Carneiro, o Padre Augusto Moura e eu proprio. O director das Termas de Chaves que tarda em ser homenageado como «pai» das renascidas instalações balneares, desde há duas décadas hospedava, na sua Casa da Rua Direita , o Dr. Adolfo Correia da Rocha. Este sempre vivera «da boleia», ora para o estrangeiro, ora no seu próprio reino Maravilho. Fora assim nas termas do Geres, nas Águas de Carvalhelhos e, naquela altura, nas Águas de  Chaves. Nada pagava nos tratamentos, tinha comida e dormida, de graça, na casa pessoal do então diretor Mário Carneiro.

 Foi este que mo apresentou em carne e osso para o «entreter», enquanto MC, tinha de cumprir o seu trabalho. O pequeno almoço era tomado, em grupo, no então Café Comercial. Pelas 15 h MC deixava-nos e era eu que, timidamente o «entretenha». Por essa altura apresentei-o ao Fernando de Magalhães Gonsalves que tinha ganho o 1º prémio nos  Jogos Florais de Chaves que eu passei a organizar, desde 1978. Foi esse estudo sobre o Telurismo na obra de M. Torga que os tornou amigos para o resto da vida. F.M. Gonsalves foi, segundo Torga, o ensaista Português que melhor interpretou a obra Torguiana. Só a morte de Magalhães (aos 43 anos) os separou. Mas a Mulher, em homenagem a essa Amizade, fundou a editora Tartaruga e, com essa marca vieram a publico cerca de dez livros, que Manuela Morais guarda entre cerca de 250 cartas ineditas e muitas dezenas de recortes e fotos, que a vida lhe reservou.

 Falta na minha biblioteca apenas a «Ansiedade», da obra de Torga. Mas tenho, em compensacçao, sete cartões pessoais que recordam as nossas surtidas a Verin, a Serraquinhos, ao Santa Cruz, a Boticas. Numa dessas viagens a Barroso, passamos em Casa de meus Pais, em Codeçoso , onde se travou um diálogo entre os dois médicos e minha Mãe, enquanto ela nos serviu, de merenda umas chouriças, em expostas nos lareiros e um caldo de couves. Deste relacionamento, para mim inesquecível, editei um pequeno opúsculo de que me servi para papel de carta. Chamei-lhe Torga e eu. Os 5 mil exemplares foram-se. E preparo uma reedição aumentada para o mesmo efeito. Os sete cartões que me dirigiu afrontaram Mário Carneiro a quem Torga nunca concedeu um autografo.  Durante cerca de 30 anos nunca Torga lhe pagou, fosse o que fosse em troca da hospedagem. Contentava-se com um autografo que nunca chegou. Reparo - só agora - que no prefacio do opusculo «Bichos», saido em 10ª edição. No Plano Nacional de Leitura (2016): «não se pagam gentilezas com descortesias, e eu sou instintivamente grato e correto». Os grandes também escorregam... 

 

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publicado às 16:06


Um Campeão de 61

por aquimetem, em 09.08.17

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Foi na Região de Leira, do passado dia 03 de Agosto, que dei conta da noticia anunciadora da proeza deste meu familiar que, no estádio de Viby, na Dinamarca, o Licínio Pereira, aos 61 anos se tinha consagrado vencedor do Campeonato da Europa de Atletismo de Veteranos, em pista. Licenciado pelo Instituto Superior de Agronomia de Lisboa, este meu sobrinho cedo se apaixonou pelo desporto pedestre que de perto testemunhei, mesmo quando estudante aplicado que sempre foi. Hoje conceituado industrial com estufas na zona de Santarem, nem por isso deixa de se dedicar a um desporto que gosta e com muita dedicação pratica. Natural e residente no Coimbrão (Leiria), o Eng. Licínio faz parte do grupo Industrial Desportivo Vieirense (Vieira de Leiria-Marinha Grande). Ainda lhe não dei os parabéns pessoalmente, mas não tardará. Para já dou-lhos aqui.

 

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publicado às 16:20


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