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Parabéns ao Vitória!

por aquimetem, em 26.05.13

          Mais uma vez o Estádio Nacional ou Estádio Nacional do Jamor foi palco de um daqueles acontecimentos emotivos que o chamado "desporto rei" provoca nos seus afeiçoados. Hoje foi a final da Taça de Portugal, entre o Benfica e o Vitória de Guimarães. Obra do Estado Novo, inspirada nos princípios políticos de então, a pratica desportiva e a utilização para grandes manifestações publicas concerteza que devem ter andado associadas a este importante recinto cuja inauguração ocorreu a 10 de Junho de 1944. Está inserido no complexo Desportivo do Jamor, uma das zonas verdes da Área Metropolitana de Lisboa. Dos grandes acontecimentos desportivos ali já realizados merece destaque a final da Taça dos Campeões Europeus entre o Celtic Football e Inter Milão, em 1967. Os escoceses venceram por 2-1 e levaram para casa a primeira Taça conquistada por um clube não latino.

 

           Resultado idêntico se verificou hoje no Benfica e Vitória de Guimarães, onde também o Vitória levou pela primeira vez a Taça de Portugal para a Cidade Berço.  Um feito histórico que deixou ao rubro quem nunca pensou em tal. Com franqueza também nunca acreditei, embora seja nortenho.

          Para uns se rirem outros ficam tristes, mas o desporto é assim. Como é tradição, nestas finais, qualquer que seja o Residente da Republica cabe-lhe fazer a entraga da Taça aos vencedores foi o que fez o Dr. Cavaco Silva que notei foi respeitosamente cumprimentado por vencidos e vencedores. Assim é que é bonito.

        O estádio vestiu-se de branco quando das mãos do Sr. PR recebeu a Taça, por outro lado o colorido do encarnado desapareceu do Jamor. Muito azar para quem de facto tanto acreditou e até merecia ganhar, pelo menos, uma das três competições que deixou fugir.

           Ficou Lisboa sem festa e a cidade em silêncio. Mas o Cardoso é que não ficou convencido....

 

          O jogo é uma sorte, ganhou o Vitória a festa é dos vimaranenses. Parabéns  ao Vitória!

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publicado às 22:32


Ao Encontro da Poesia

por aquimetem, em 20.05.13

 

 

           Alfacinha de gema, o consagrado artista plástico António do Carmo é hoje uma figura destacada da pintura portuguesa, com trabalhos muito apreciados e que em selectas exposições tem vindo a ser divulgados nos mais diversos pontos do País e além fronteiras. Já na casa dos 60, o Mestre António do Carmo, nasceu no Bairro da Madragoa, em 1949, e estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio, onde tirou o curso de pintura. Artista apaixonado pela arte e os contrastes da cor humanizados, fez parte do Grupo de Bailados Verde Gaio de 1967 aos anos 80.

          Hoje achei por bem trazê-lo a este blog e desse modo dar eco de uma sua Exposição com o titulo "Ao Encontro da Poesia" que está patente na Galeria do Jardim do Museu Nogueira da Silva, uma unidade cultural da Universidade do Minho, em Braga, até ao próximo dia 08 de Junho. Faço-o também em memória desse grande benemérito que foi António Augusto Nogueira da Silva, o fundador da Casa da Sorte e um  exemplar empregador A entrada é livre e a mostra justifica bem uma visita.

 

          Das muitas distinções recebias, por este exímio utilizador de paleta, que faz o favor de ser meu amigo, vale  destacar: ”Portuguese 20th Century Artists, de Michael Tannok; "Dicionário dos Pintores e Escultores Portugueses", de Fernando Pamplona;"The World?s Art Directory"; "Livro de Artistas em Portugal", de Margarida Botelho; "Artist Yearbook International"; "Aspectos das Artes Plásticas em Portugal", de Fernando Infante do Carmo; "Enciclopédia Luso-Brasileira Verbo/Edição 98"; “Itália-Brasil Arte 2005", de Emanuel von Lauenstein Massarani; "Brasil Artshow", de EnockSacramento; e "Who's who of Australian Visual Artists"; assim como os prémios Especial MAC 1997, Pintura MAC 2000, Carreira MAC 2007.

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publicado às 22:41


No meu rosário...

por aquimetem, em 14.05.13

          No meu rosário de obrigações e propósitos em agenda consta fazer anualmente um "retiro espiritual" que este ano calhei fazer em São Pedro de Penaferrim. Comigo foi também um amigo meu, que sentindo essa quase necessidade de a sós, com Deus, falar do que a alma tem para contar e a inteligência para ouvir, fez o favor de me dar boleia. Muito obrigado, caro amigo José António. Como a pontualidade é uma das regras a respeitar por todo o bom cidadão, a chegada a Penaferrim aconteceu antes da hora marcada, e por isso deu tempo para uma visita pela cerca que é um encanto ver.

           O "Retiro" consta de três dias, entrada na 5ª-feira, ao jantar; e saída no domingo, após o lanche. É um tempo de recolhimento, onde se recebe formação e doutrina com critério teológico que neste campo não abunda noutros meios. Valeu ainda, por este ser em Ano da Fé e em Mês de Maria. Aquele mês que São Josemaria Escriva pede aos seus filhos e filhas no Opus Dei para festejarem com muitas "romarias" a Nossa Senhora. "Romarias" que constam de fazer uma visita a um santuário mariano e recitar três terços, um na ida; outro, no interior do santuário; e outro, no regresso. Ser muito mariano, pedia. A confirmar esta realidade temos J.A. Riesta que escreve: "O Opus Dei é essencialmente mariano, e isso é parte integrante da herança espiritual que recebeu de S.Josemaria. Não é possível entender a vida de um fiel da Prelatura sem um grande carinho à Mãe de Deus".

  

           E acrescenta "O culto e a devoção a Nossa Senhora é muito antigo na Igreja. Surge da realidade da sua maternidade divina e do papel que Cristo lhe reservou na economia salvífica. A Virgem é Mãe de Deus, Theotokos, e nossa Mãe. Neste sentido, o culto mariano teve sempre uma clara conotação cristológica". Também o digo: quem diz o contrário não é cristão.

www.opusdei.pt

 

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publicado às 23:52


Um bocadinho da Procissão

por aquimetem, em 07.05.13

           No Dia da Mãe, que foi também o da Procissão de Nossa Senhora da Saúde, aproveitei para antes de assistir à procissão que do Lg. Martim Moniz saiu às 16:00h, ao passar pela igreja de São Domingos colher esta imagem. Trata-se de uma imagem que se cultua na igreja de NS da Saúde e que ficou em exposição no fim da Procissão de Velas realizada no sábado, dia 4. Ocorrencia que deve ter a ver com o facto da Real Irmandade de Nossa Senhora da Saúde e de São Sebastião se situarem na área geográfica da paróquia de Santa Justa e Santa Rufina, cujo pároco da igreja de São Domingos, na Baixa, é sempre o capelão da Irmandade e reitor da igreja da Senhora da Saúde.

 

           O culto a Nossa Senhora da Saúde é muito grande na cidade de Lisboa, e  todos os anos se espelha publicamente nas tradicionais solenidades que desde o século XVI os alfacinhas fazem à Virgem e que culminam com uma procissão de agradecimento e protecção. A sua origem remonta a 1505, altura em que  os artilheiros da Corte, sediados no Castelo, fundaram a Irmandade de São Sebastião, a que poucos uns anos depois  se lhe juntou a então chamada Associação de Nossa Senhora da Saúde, que tinha e tem por objectivo promover o culto à Virgem Santíssima. Situada no Bairro da Mouraria, em sítio outrora localizado fora das muralhas da cidade, esta ermida(igreja) gozou da protecção, não só de reis, rainhas e príncipes, mas também de fidalgos, militares e beneméritos, e em 1861 D. Pedro V elevou a ermida à dignidade de Capela Real. 

 

          Com a do Corpo de Deus e  a de Santo António, a Procissão da Nossa Senhora da Saude constitui os três mais importantes eventos festivos da Fé Cristã celebrados na cidade de Lisboa, e os mais fervorosamente partilhados pelo povo da cidade e dos subúrbios. Há já algumas décadas que sempre que possivel tomo parte nestas procissões, na de Nossa Senhora da Saúde deste ano cheguei atrasado, mas compareci. As mães terrenas também requerem atenção, já não tenho a minha, mas sou pai e a minha esposa mãe. A do Céu, desculpa o meu atraso.  

           Se Nossa Senhora da Saúde é transportada aos ombros de civis, já São Sebastião é conduzido por militares, pois na Arma de Artilharia está a origem desta Procissão na cidade de Lisboa. Nela partilhei, neste 2013.  

 

           As procissões, como li, este ano, no programa das solenidades em louvor de Nossa Senhora da Saúde "exprimem um aspecto fundamental do povo cristão: não é um povo "instalado" num lugar, mas peregrino, um povo em marcha. Isto já era uma característica do Povo de Deus no Antigo Testamento". De igual modo" As "procissões" manifestam todas estas realidades se são de verdade marcha ordenada e piedosa de uma comunidade e não unicamente um aglomerado de pessoas ou um pretexto para a arte e o folclore". Para evitar essa tendência, no caso das "romarias" a Nossa Senhora, recomendou São Josemaria Escrivá aos seus filhos e filhas no Opus Dei que as fizessem em grupo nunca superior a dois ou três fieis. Mas "romarias", não são procissões.

 

          O vídeo mostra um bocadinho da Procissão a passar na Praça da Figueira

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publicado às 14:59


Nossa Senhora vos pague

por aquimetem, em 01.05.13

          Mês de Maio, Mês de Maria, das Rosas e das "romarias". Há já uns bons pares de anos que festejo o 1º de Maio com uma visita ao Santuário Mariano de Cabo Espichel, em Sesimbra. Para não fugir à regra lá voltei hoje na companhia de um grupo de amigos que comungam do mesmo ideal.

          Para acolhimento temos a casa do Dr. Alfredo sempre disponível, e com espaço agradável e convidativo ao bom aproveitamento do propósito que nos leva ali, em dia de São José Operário: fazer uma romaria a Nossa Senhora. A romaria de que fá-lo é prática dos fieis do Opus Dei e consta de rezar três (3) terços em visita a um santuário mariano. Na ida recita-se o anterior ao dia em que se faz a romaria; no santuário, reza-se o terço do dia, com mais três ave-marias, salve-rainha e ladainha a Nossa Senhora; e no regresso, recita-se o terço do dia seguinte. No Opus Dei este costume encaixa muito bem dado o apostolado ser de confidência e amizade e estas "romarias" por norma não irem além de dois ou três fieis juntos. Salvo quando a romaria é em grupo.

          Quando em grupo, estas romarias procedem de um convívio preenchido mormalmente com palestras e vídeos que dêm do Opus Dei uma perspectiva real da missão apostólica e social que desempenha, sobretudo, ao serviço da Igreja, do Romano Pontífice e das Almas. Assim foi hoje, com missa, às 09:00h, na igreja de NS do Amparo, em Benfica, e depois, distribuidos pelos carros que transportaram cerca de 30 amigos declarados de Nossa Senhora e de São José, aí vamos nós até à serra da Azóia, fazer um convívio, que uma feijoada à maneira serviu de almoço, e um cafezinho no clube local retemperou.    

 

           A digestão fez-se a caminho do vizinho Santuário, onde no seu interior se rezou o terço do dia, que por ser 4ª-feira, corresponde aos Mistérios Gloriosos.

         Ir ao Santuário da Cabo Espichel e não ir ver a capela da Memória era o mesmo que ir a Roma e não visitar o Vaticano. Lá fui, acompanhado, mais de perto, por este trio cujos dois mais medianos foram meus companheiros de viagem.

           Aqui temos uma boa parte do grupo junto à capela da Memória, miradouro sobre a falésia e o mar. Visita  feita, companhia desfeita. Não foi bem o caso.

          Dos 4 acompanhantes de viagem, um era a primeira vez que visitava a região donde veio encantado. E outro nunca tinha ido ao Castelo de Sesimbra. Apercebendo-se disso, o amigo Dr. Moisés, nosso condutor, chegado junto à igreja de Santana vai de virar à direita e prega connosco no Castelo. Também há muito que lá não ia e gostei, o panorama que dali se avista sobre Sesimbra, o mar e a Arrabida é maravilhoso. Da sua igreja recolhi esta imagem bonita de Nossa Senhora. 

 

           Da muralha que ladeia o cemitério do Castelo recolhi esta foto de Sesimbra. Convívio enriquecedor e muito mariano em dia de São José Operário.

          A coroar a jornada, foi o entrar em casa e vê-la cheia com um grupo de bajouquenses que deslocados para festejar o aniversário de uma familiar, aproveitaram para dar um abraço a ti Saudade. São caras conhecidas que não carecem de apresentação, pessoas que só sabem fazer surpresas... Nossa Senhora vos pague

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publicado às 23:51


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