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Porta Fidei

por aquimetem, em 28.10.12

           O Papa Bento XVI

          Com sua Carta Apostólica de 11 de Outubro de 2011, Porta Fidei. . . , o Papa Bento XVI declarou que um "Ano da Fé" começará em 11 de Outubro de 2012 e concluir em 24 de Novembro de 2013. O 11 de Outubro de 2012, o primeiro dia do Ano da Fé, é o quinquagésimo aniversário da abertura do Concílio Vaticano II e também o vigésimo aniversário do Catecismo da Igreja Católica. Durante o Ano da Fé, os católicos são convidados a estudar e reflectir sobre os documentos do Vaticano II e do catecismo, para que possam aprofundar o conhecimento da fé.

 

 D.José Policarpo

Cardeal-patriarca destaca atitudes dos católicos face ao sofrimento e à vida

Patriarcado de Lisboa

Lisboa, 25 Out. 2012 (Ecclesia) – O cardeal-patriarca de Lisboa destacou hoje as exigências que a fé implica para a vida dos católicos, em particular no que diz respeito à atitude face ao sofrimento.

“Viver da fé, encontrarmo-nos com Cristo, na fé, identificando a nossa vida com a dele, leva-nos a ansiar pela plenitude da vida, mas também a viver a nossa cruz, a realidade do sofrimento da nossa vida, participando do amor, da coragem e da esperança com que Ele abraçou a sua Cruz”, referiu D. José Policarpo, na homilia da missa a que presidiu por ocasião da solenidade litúrgica da Dedicação da Sé.

O patriarca de Lisboa frisou que essa “identificação com o crucificado” faz nascer a sabedoria, isto é, “a compreensão da vida, da sua beleza e do seu segredo”.

A celebração marcou o arranque diocesano do Ano da Fé (Outubro de 2012-Novembro de 2013), convocado pelo Papa no âmbito do 50.º aniversário da abertura do Concilio Vaticano II (1962-1965) e do 20.º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica.

“A fé é uma atitude exigente, que não nos oferece a experiência sensível das outras realidades, mas introduz na nossa vida uma realidade decisiva: a pessoa de Jesus Cristo, Filho de Deus feito Homem, que morreu por nós e venceu definitivamente a morte”, disse o cardeal-patriarca.

Para o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, é importante perceber que esse Cristo “continua a ser o crucificado ressuscitado”.

“Uma das fragilidades da fé é não vivermos esse realismo da pessoa de Jesus na nossa vida, Ele que uniu a nossa humanidade à sua para caminharmos juntos em direcção à vida plena e definitiva”, alertou.

“Nessa experiência de dom e de oferta da nossa própria vida que cresce em nós, em alegria libertadora, a esperança da vida eterna, que outra coisa não é do que a vontade de, em toda a nossa vida, seguir o Senhor, agora e até ao fim”, acrescentou D. José Policarpo.

Durante a celebração foi distribuída a carta pastoral com o título 'A Peregrinação da Fé', dividida em 13 pontos, que vai também ficar disponível nas paróquias e na livraria do Patriarcado de Lisboa.

 

 

        

          O Xénon é um club para jovens do sexo masculino onde a formação integra do associado é tida como principal preocupação e a intervenção dos pais é pedida e determinante. Sediado no Campo Grande-Lisboa por ali tem passado educados e educadores que enfeudados no espírito de " faz o que deves e está no que fazes" contrastam com uma sociedade carecida de valores morais e cívicos. Neste Ano da Fé, e domingo em que o Evangelho recorda o episódio - entre Jesus e o cego - "que eu veja" lembrei-me abordar os acontecimentos que também contrastam com a baixeza social e cultural daqueles reles animalescos que recentemente violaram e profanaram o site de D. José Policarpo só porque não gostaram que ele disse-se esta verdade: "O Povo a governar da rua é uma corrosão da harmonia democrática". Pensando que retratavam, ficaram eles retratados: esquerdelhos....

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publicado às 17:32


Dar voz a todos!

por aquimetem, em 20.10.12

          Como sob o titulo " Contem de novo comigo" aqui noticiei em 29 de Abril - e logo me fiz convidado -, ontem, dia 19, teve lugar , no mesmo restaurante vizinho do Aquário Vasco da Gama (Dafundo), o já tradicional jantar - convívio que  a velha guarda dos alunos da antiga Escola Primária Masculina nº61, do Altinho (Sta. Maria de Belém) organiza simestralmente.

 

          Todos "pasteis" de alma e coração, a sua infância e juventude física entronca nos bons tempos do C.F. Os Belenenses, com Matateu e Vicente no topo dos melhores jogadores portugueses. Eu que só na década de 60 do séc. XX assentei arraiais em Belém/Ajuda, ainda conheci de perto, já aposentado da Marinha, o internacional César, da equipa dos nove (9) a zero (0) que Portugal sofreu em Espanha. E uma vez no bairro, segui o lema: " Em Roma, como os romanos". Fui sócio dos Azuis com o nº18210 até Março de 1975,  cuja cota de 40$00 paguei e conservo no caducado cartão de sócio que já não vai em futebóis. Mas vamos adiante: Como noutra ocasião já fiz saber não fui condiscípulo deste grupo de amigos com quem mais ou menos travei conhecimento ao longo da minha vivencia na histórica zona ocidental de Lisboa. Devo esta minha intromissão no grupo, graças ao Dr. M. Pegado, distinto advogado com residência no Funchal e que quando ainda estudante de Direito fez com o Jaucop uma turnê mágica por terras de Basto. Bons tempos, amigo Pegado! Aqui a modos  de quem esconde o rosto, o vemos  ao lado do nosso generoso transportador Engº João Luís Inácio, que já em Abril nos fez esse favor. Bem haja, no próximo dia 12 de Março há mais!....

  

           Apanhar um advogado distraído não é fácil, mas desta vez não teve tempo de desviar o rosto e foi apanhado de mãos juntas e bigode farfalhudo.

           Desta vez faltou o Tomé, mas as OGME continuaram representadas pelo belenense F. Pinto, ao fundo de jaqueta negra e junto de um seu  irmão e de mim. O Pinto sim,  foi meu camarada de trabalho, assim como outro participante no jantar - convívio cujo nome não registei e cedo imigrou para a África do Sul, donde já regressou reformado. Tudo gente com sentimentos e valores que as gerações vindouras devem cultivar

 

          O vídeo dá uma ideia mais aproximado do que foi o jantar - convívio e como se deve comportar quem neste género de festins participa: dar  voz a todos! (Quem perceber... que traduza)

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publicado às 17:20


Despertar para o bem

por aquimetem, em 15.10.12

           No passado dia 11 o Papa, Bento XVI, deu inicio ao ANO DA FÉ também por ele antecipadamente proposto. Portugal esteve representado na pessoa de duas notáveis figuras da Igreja, D. Manuel Clemente e D. António Couto, respectivamente bispos titulares das dioceses do Porto e Lamego.  

            Aproveitando um meio de formação que o Opus Dei coloca ao dispor dos seus militantes e amigos, passei dois fins-de-semana, entre os dias 6 e 14, nas instalações do Colégio Planalto, conceituado estabelecimento de Ensino onde a Formação e a Cultura procuram andar de mãos dadas com as normas da boa educação e civilidade. Colégio que vi nascer e crescer até atingir o nível que hoje todos os pais que primam pela boa formação dos filhos lhe reconhecem é sempre com satisfação que o visito, e recordo quando todo este espaço e à volta era rural.

          Agora está assim, com duas grandes avenidas a margina-lo : Padre Cruz e Rainha D.Amélia. Mas voltando atrás ao meio de formação em que participei aprendi que sem oração é impossível ser um bom cristão, ora o cristão é ou não é. O Ano da Fé é para os que são e para os que querem ser. Também ali fiquei a saber que um grupo de amigos de São Josemaria Escrivá, sem qualquer relação directa com o Opus Dei criaram uma associação cujo site é: www.gasj.org .  Deste género de associações ou clubes como o Xénon e o Darca vale a pena ouvir falar e divulgar porque ao fazê-lo estamos em consonância com os objectivos do Ano da Fé:despertar para o bem

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publicado às 19:27


Chama-se Josemaria....

por aquimetem, em 02.10.12

          Hoje faz 84 anos que São Josemaria Escrivá fundou o Opus Dei, a 2 de Outubro de 1928. Da parte de manhã lembrei-me de ir até à igreja de São Domingos, na baixa, e ali me demorar uns momentos a "conversar" com Deus sempre disponível para ouvir os nossos  desabafos. Também Dia dos Anjos da Guarda, aproveitei a ocasião para ali me "agarrar" a eles e tê-los sempre por companhia. Com o que não contava era às 11:00h dar de caras com a igreja abarrotar de fieis na sua maioria afectos ao labor das " Dominicanas de Santa Catarina de Sena que formam uma Congregação Religiosa apostólica, feminina, fundada por Teresa de Saldanha (1837 - 1916), no século XIX, em Portugal, incorporada na Ordem Dominicana, tendo como protectora e modelo no seguimento de Jesus, Santa Catarina de Sena". Do porquê desta enchente de São Domingos neste dia chegam lá os meus amigos, logo após verificarem como o dia 2 de Outubro marcou na caminhada terrena a vida da madre Teresa de Saldanha, uma alfacinha já com processo de canonização merecido e muito adiantado.

  

            "Em 1866, Teresa tinha intenção de partir com as primeiras duas irmãs para fazer o Noviciado na Irlanda num Convento de Dominicanas Contemplativas, mas foi impedida pelo pai. Só em 1887 conseguiu realizar o seu sonho quando tomou o Hábito e iniciou o Noviciado a 18 de Abril com o nome de Irmã Teresa Catarina Rosa Maria do Santíssimo Sacramento. Fez a Profissão Religiosa a 2 de Outubro e foi nomeada a primeira Superiora Geral da congregação a 9 de Novembro, com licença especial de Breve de 21 de Dezembro de 1887 emitida pelo Papa Leão XIII. Estes acontecimentos culminaram com a tomada de posse do cargo de Superiora Geral no dia 15 de Janeiro de 1888 e, mais tarde, em 2 de Outubro de 1892, com a Profissão Perpétua". Ficou uma abordagem feita à volta desta amiga dos pobres e das crianças, bem como da sua formação cultural, o Colégio de São José, no Restelo, e  o do Ramalhão, em Sintra, são com muitos outros dentro e fora de Portugal da sua Congregação. Mas não foi o carisma dominicano que, como disse, me levou o São Domingos, antes sim, o propósito de nessa manhã fazer um pouco de reflexão mental auxiliado pela leitura de um opúsculo intitulado Pegadas na Vida(O exemplo de Monsenhor Escrivá) e de cujo prefácio, de Jorge A. Vasconncellos e Sá, recolhi e transcrevo para encerrar, o ultimo paragrafo: "Verdade que nem sempre concordo com ele: " Não pode ser ...mas então...achas que...? Vê lá...", mas acaba sempre por ter razão. E por me corrigir, suave, fraternalmente. Desde que o conheci, nunca mais me senti só. Nos momentos chave, está sempre presente. E mesmo quando o desiludo, ele não falha.Compreende...e compreende-me. Sempre. O nome desse amigo? Chama-se Josemaria...Escrivá".

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publicado às 18:50


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