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rico e medroso

por aquimetem, em 11.03.09

José Eduardo dos Santos.

          Este é o homem que desde 10 de Setembro de 1979, bem ou mal, governa os angolanos. Pela recepção que teve por parte dos seus parceiros políticos, durante a visita de dois dias (10 e 11) à capital do antigo "Puto", tudo parece indicar não ser dos piores...Ou então muita graxa se deu a este Engº. que tendo estudado em Lisboa acabou por se formar na antiga URSS.

          Não fora o BE se ter negado a comparecer no semicírculo da AR para lhe dar as boas-vindas, José Eduardo dos Santos  para os restantes partidos pouco faltou  ser tido como santo de altar. De apelido já o é e no plural ! Mas como português discordo da atitude do Bloco de Esquerda que mostrou não saber ser partido de Estado e muito menos democrático. Quando se não gosta, come-se menos....

          Não tenho contra ele a menor depreciação, e até acredito que governar certas sociedades deve ser pior que ser pastor numa serra onde os lobos são mais do que as reses. Dó tenho apenas por ouvir dizer que há  miséria em Angola, quando se sabe ser um dos países mais ricos do mundo, e até se vê pela segurança com que o seu presidente se rodeia quando, como agora, viaja para fora do país. Será que também os vulgares cidadãos angolanos que lá vivem, carecem dessa protecção? Eu vou lá e quero ver!

           Antes me quero pobre que rico e medroso....   

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publicado às 14:01


quem vai na carruagem...

por aquimetem, em 02.03.09

 

 Igreja paroquial de São João Baptista de Figueiró dos

Vinhos

Escultura alusiva à Santíssima

Trindade: Deus Pai, Senhor todo 

Poderoso,  Deus Filho, pregado

na Cruz, e Deus Espírito Santo, 

representado por uma pomba. 

Túmulo dos sobrinhos da rainha D. Leonor, D. Rui Mendes

Vasques e sua esposa D. Violante de Sousa, de 1456.

Casa típica de F. dos Vinhos

          Conheço mal esta zona do distrito de Leiria que de Pombal por Ansião e Figueiró dos Vinhos aponta até Pedrógão Grande. Foi no entanto fruto duma visita casual que na Primavera de 2006 fiz a Torre de Vale de Todos que me surgiu a ideia de no blog Na retaguarda fazer o arrolamento de todas as freguesias portugueses consagradas a Nossa Senhora da Graça.

          Depois disso só em finais do ano passado passei por essas bandas vindo dos lados de Castelo Branco apanhar a IC8 em direcção à A17. Parar e apreciar as belezas e sabores desta  região de entre a serra do Sicó e do rio Zêzere só no passado dia 24 de Fevereiro, 3ª-feira de Carnaval, voltou a suceder. A Bajouca de Leiria só festeja o Carnaval na tarde de  Domingo Gordo, na terça-feira quem quiser festa  tem que bater à porta doutra freguesia. Foi isso que aconteceu!

          Convidado por pessoa amiga lá fui na companhia do Sr. Padre Abel, da D.Rosa, da .Mariazinha e da minha cara-metade, em demanda das margens da Barragem do Cabril. Aproveitando para almoçar e ver, em Figueiró dos Vinhos, o "Corso Carnavalesco" que ali com muita animação anualmente se realiza.  Almoçamos, e muito bem, no restaurante Tricana, que pela simpatia e delicadeza com que trata os clientes merece esta citação. Depois como nem só de pão vive o homem, foi a visita à igreja paroquial de São João Baptista, ali vizinha.

           E como não havia tempo para mais, ficou por ver a Torre da Cadeia, o Convento de Nª.Sª do Carmo e O Casulo - Casa de Malhoa, imóveis que fazem a diferença  nesta vila que recebeu foral do infante D. Pedro Afonso, filho de D. Afonso Henriques, em 1204.  Tempo houve para ao menos ver o Corso dar uma ou duas voltas, no seu trajecto, e apreciar a criatividade e sentido de humor posto nas figuras em desfile. Também, por esta ocasião, vale a pena visitar Figueiró dos Vinhos. Fiquei cliente.

Aqui o Corso de 2009 com a critica ao "Migalhães" do

Sócrates.

Também no Corso não faltou este enorme felino como que

a dizer: AQUI HÁ GATO!!!

          Mas como atrás dizia, o destino era aproximarmo-nos o mais possível das margens da Barragem do Cabril, ou melhor dizendo, de  alcançar Pedrógão Pequeno, uma histórica freguesia do concelho da Sertã, distrito de Castelo Branco, que também já foi sede de concelho e além da igreja matriz, consagrada a São João Baptista, Pelourinho, Moinho das Freiras,  Ponte Filipina e Barragem do Cabril, tem entre outros mais  motivos de interesse, a Ermida de Nossa Senhora da Confiança. Nesse monte sobranceiro à vila e ao leito do Zêzere terá existido uma primitiva capela construída sobre os restos de  um castro pré- lusitano, porém o edifício actual foi mandado construir pela família Conceição e Silva, em 1906. Sendo uma ermida com gestão especial, não exclusiva da paróquia, só se celebra ali missa em ocasiões festivas ou casamentos e baptizados. É pena porque o lugar é sedutor e a paisagem que dali se desfruta impressionante.

          De lamentar também que existindo uma Associação de Desenvolvimento do Monte de Nossa Senhora da Confiança, esta não tenha providenciado já no sentido de dotar o recinto à volta da Ermida com instalações sanitárias condignas, evitando que os devotos ou visitantes de Nª. Sª. da Confiança tenham que fazer do monte uma estrumeira...Pela aragem se vê quem vai na carruagem .... 

 Alto do Monte de Nossa Senhora da Confiança

 Porta principal da Ermida de

Nª.Sª. da Confiança

Interior da Ermida de Nª.Sª. da Confiança, vista do exterior  

 Hotel da Montanha - Monte de Nª.Sª. da Confiança

 Miradouro do Monte de Nª.Sª. da Confiança

 Barragem do Cabril, vista do alto de Nª.Sª. da Confiança

Coreto e panorâmica que da porta da ermida se desfruta

sobre a povoação de Pedrógão Pequeno.

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