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Padroeiras dos oleiros

por aquimetem, em 04.12.06

          Cheguei agora mesmo da terra do mestre Luís Santo, aquele oleiro da região de Leiria que graças ao apoio do saudoso Dr. Rui Paiva de Carvalho tornou a loiça da Bajouca conhecida em todo mundo. Há muito que deixou de trabalhar, mas durante décadas foi uma referência na aldeia que no próximo dia 17 celebra 35 anos  como  freguesia autónoma, então desanexada de Monte Redondo.

          O patrono da simpática freguesia e paróquia da Bajouca é Santo Aleixo, mas falta aqui  prestar também culto a duas santas que em Lisboa dão nome a uma paróquia da cidade: Santa Justa e Santa Rufina. É que estas duas irmãs que a Igreja venera são as padroeiras dos oleiros.

          Quem quiser ver as imagens destas bem-aventuradas entre na igreja de São Domingos, e lá as verá de cântara na mão.

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publicado às 23:54


3 comentários

De Praia da Claridade a 05.12.2006 às 23:01

Agradeço a visita ao meu blog. Aqui neste também se aprende !... Não sabia que Santa Justa e Santa Rufina são as padroeiras dos oleiros... Já há muitos anos que não visito a igreja de São Domingos...
Tanta vez passei numa rua de Coimbra onde havia um oleiro para o ver modelar o barro. Não sei se ainda existe... Já não é fácil encontrar no meio de uma grande cidade este ofício...
Filipe, com o da minha Praia.

De Jofre Alves a 06.12.2006 às 09:40

Mais uma passagem por outro dos seus blogues, para verificar o mesmo interesse e polivalência.Santa Justa e Santa Rufina eram duas irmãs que nasceram em Sevilha e faleceram no ano 287 na mesma cidade. Era filhas dum pobre oleiro e ganhavam a vida vendendo louça de barro nas feiras.
Certo dia, estando as duas irmãs junto da sua barraca de louça, viram surgir uma grande procissão que trazia um dos ídolos. Todo o povo o venerava e adorava, porém Rufina e Justa recusaram-se a tal. Enfurecido o governador deteu-as e submeteu-as a tormentos e terríveis castigos, até às suas mortes. Assim, pela coragem de nunca renegar à sua fé cristã, estas duas raparigas começaram a ser conhecidas e veneradas principalmente pelos oleiros, de quem são padroeiras, como aliás, diz e muito bem. Até breve.

De fdgdfggdf a 07.03.2013 às 03:48

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